Arquivos do mês May 31e 2005

Slappy e a Turma (Slappy and the Stinkers)

Slappy e a turma

Slappy e sua turma.

Este é o típico filmão da Sessão da Tarde: crianças dando risada e fazendo altas peripécias, um animal atrapalhado, um anti-herói engraçado, e um vilão que não mete medo em ninguém. Ah, e tudo feito com muito bom gosto. Quer filme melhor?

Fui motivo de chacota por, pelo menos, uma semana, desde que assisti e assumi que gostei deste filme. Minhas duas irmãs não perdoam, mas tudo bem, não ligo. Falem o que quiser, não mudo minha opinião: Slappy e a Turma (Slappy and the Stinkers, EUA, 1998) é excelente!

Uma “tchurminha” (como diria Eliana antigamente), os fedorentos, vivem fazendo traquinagem. Um dia, durante uma expedição a um parque aquático, eles se vêem na obrigação de ajudar o leão marinho Slappy a fugir do cativeiro. Mas eles não sabem que não são os únicos interessados no voluptuoso mamífero; um cruel treinador está querendo roubá-lo! Ok, historinha chulé, mais clichê, impossível. Entretanto, ela é muito bem conduzida, com ótimas pitadas de um humor ingênuo e gostoso, a la Chaves, proporcionado principalmente pelo Sr. Brinway (B.D. Wong), o motorista do ônibus Roy (Bronson Pinchot) e o treinador/ladrão de animais Broccoli (Sam McMurray). Completam o elenco principal as crianças Sonny (Joseph Ashton), Domino (Gary LeRoi Gray), Witz (Carl Michael Lindner), Lucy (Scarlett Pomers) e Loaf (Travis Tedford), além da professora Harriet (Jennifer Coolidge).

Os fedorentos reunidos

Os fedorentos reunidos.

Uma das minhas irmãs sequer assistiu o filme e já tachou-o de chato. “Não gosto de filmes com animais”, alegou. O leão marinho é apenas um pano de fundo; aparece pouco, e quando o faz, faz bem, como na parte da banheira de hidromassagem do Sr. Brinway. Slappy e a Turma é um filme para todas as idades. Deixe o preconceito de lado e se deixe levar por este delicioso filme!

Esse pudor barato me mata

Moleques tarados

Uma mineira, dona de lan house, terá que pagar uma multa de 20 salários mínimos porque dois moleques punheteiros estavam vendo filminhos pornôs nos PCs do estabelecimento (vi aqui).

Os moleques tinham 14 e 15 anos na época do ocorrido, em 2003. Quem vê assim pode até pensar que os brasileiros dessa faixa etária são imaculados, nunca viram nada erótico em lugar algum. Além do mais, que culpa tem a mulher se os dois pervertidos-mirins estavam usando os PCs da lan house para se “inspirarem” para a santa bronha diária? Se não fosse ali, seria em um PC dentro de casa, ou com uma Playboy qualquer…

Desembargadores, vão trabalhar e parem de atrapalhar a masturbação alheia. E tenho dito!

Nos bastidores

Bastidores do blog (WordPress)

Gosto de saber como as coisas que aprecio funcionam, o que as move, quem as faz. Me colocando no lugar dos poucos, mas nobres leitores deste humilde blog, resolvi fazer uma espécie de incursão aos bastidores do mesmo, como aquelas reportagens especiais que o Vídeo Show faz quando uma novela está prestes a estrear.

Continue lendo ‘Nos bastidores’

Dengoso

Aedes Aegypti (Dengue)

Hoje fui ao médico, e dali fazer um hemograma, a fim de saber que diabos está acontecendo comigo. Uma puta dor de cabeça, febre altíssima, algumas tonturas… Não, não dava pra ficar de braços cruzados, esperando a benevolência do destino para com a minha enfermidade. O que o médico havia suspeitado confirmou-se quando minha mãe eu peguei o exame: estou com dengue, ou dengoso – é mais chique.

Continue lendo ‘Dengoso’

No estaleiro

Dor de cabeça - Psyduck

Este que vos escreve está doente, segundo o médico do SUS, com uma virose. Dor de cabeça, no corpo e muita febre. Já estou melhor, mas sem condições de escrever algo mais elaborado que este singelo aviso. Assim que este maldito vírus for embora, volto a escrever normalmente.

Grato pela compreensão.

Aprendendo a filosofar

Sócrates

Odiada por muitos, que inclusive questionam a sua utilidade, a Filosofia é um caso, ou melhor, uma ciência à parte. Outrora conhecida como “a ciência das ciências”, ocorre que a especialização delas, que recentemente se afunilou, transformando-se em especificação, estreitou muito a área de atuação do filósofo. Se há alguns séculos atrás este era um ser que buscava a plenitude, o conhecimento amplo sobre tudo e todos, atualmente o filósofo está um tanto atado, já que suas antigas atribuições desovaram em novas ciências (especificação).

Continue lendo ‘Aprendendo a filosofar’

Elephant (White Stripes, The)

White Stripes, The - Elephant

Elephant, do The White Stripes.

No final de 2002, surgiram algumas bandas aclamadas como “salvadoras do rock”. Pra ser sincero não sei dizer se elas surgiram neste período, ou se eu simplesmente as descobri, mas o que importa é que me identifiquei muito, e desde então elas têm sido presença obrigatória em qualquer porta CD que eu carregue por aí. As primeiras que ouvi foram The Hives, que hoje não está entre minhas favoritas (vocal muito rasgado, machuca os tímpanos), mas que na época curti tanto que comprei o Veni vidi vicious, e The White Stripes, que também me fez comprar um CD, o White blood cells. Alguns anos se passaram e, depois de ficar um tanto esquecida, devido ao excesso de experimentações e algumas músicas sem sentido – pra não dizer chatas, The White Stripes voltou a figurar entre as minhas bandas prediletas, graças ao ótimo Elephant.

Continue lendo ‘Elephant (White Stripes, The)’