Há tempos vi isso em algum weblog cujo qual não me recordo o nome, e dali pra frente, em vários outros. Morria de vontade de fazer, mas como trata-se de uma corrente, eu tomar a iniciativa não ficava legal. Mas eis que o grande Léo me incumbiu de responder a batuta musical.
Arquivos do mês June 30e 2005
Participo de uma lista de discussão cujo tema é o WordPress, sistema de weblog em PHP usado neste humilde espaço. Há pouco tempo atrás, alguns membros da comunidade andaram se queixando do excesso de spam (mensagens de propaganda não solicitadas) nos comentários. Felizmente, este problema não atingia meu weblog… Até ontem!
São mensagens completamente ilegÃveis, ou então de algum idioma muito desconhecido. Algumas têm razão de ser, pois trazem links, detalhe que, tecnicamente, aumenta o page rank do site em sistemas de busca, especialmente no Google. Mas outras, são pura e simplesmente letras desconexas, que formam palavras (?) irreconhecÃveis. É como se o cara tivesse dado uns murros no teclado e aà enviado o lixo eletrônico. Lógico que nenhum spammer é tonto o suficiente de ficar redigindo milhares de comentários, em outros milhares de weblogs; os safados usam ferramentas especializadas em pichar a Internet. Elas varrem a web em busca de sistemas ingênuos e, encontrando-os, começam a disparar as mensagens. Continue lendo ‘Maldito spam!’

Damien "barbudo" Rice.
Nove em cada dez pessoas que ouvem e gostam do irlandês Damien Rice o conheceram através do filme Closer: Perto Demais. Quando The Blower’s Daughter começa a tocar, logo no inÃcio do longa, acompanhando os passos de Natalie Portman e Jude Law, a sensação transmitida pelo conjunto – música, clima, paisagem, personagens – pode ser resumida em uma palavra: encantador!
Cheguei em casa, após assistir o filme, e minha primeira ação foi baix… Quero dizer, adquirir o CD da trilha sonora. Dali foi um passo para descobrir o intérprete da música-tema. Logo, estava eu ouvindo O, disco de estréia de Damien Rice, ainda inédito no Brasil. Felizmente, as demais faixas mantêm a qualidade de The Blower’s Daughter e Cold Water (outra que está na OST de Closer).
O cantor já foi muito elogiado lá fora. Como a maioria dos profissionais da área, começou por baixo, tocando em bares, na rua e em bandas fracassadas. Essa conversa toda que todos estamos cansados de ouvir, sabe como é…
Mas voltando ao CD, há tempos não ouvia algo tão relaxante e viciante! O, de 2003, começa com Delicate, que faz jus ao nome, e é uma das faixas mais bonitas do álbum. Volcano, a segunda, é mais rÃtmica, mas nem por isso menos interessante. A terceira é The Blower’s Daughter, que dispensa comentários. Cannonball é outra calminha, muito boa. As demais seguem o estilo: romântico sem ser brega; incrivelmente belas. Destaco ainda Cold Water, que tem a introdução mais bonita dentre todas as faixas. Este CD contou com a participação de Lisa Hannigan em algumas faixas, que diga-se de passagem, tem uma voz fora de série, e está super entrosada com Damien.
Abrindo um parêntese no texto, estou chegando à conclusão de que sou uma droga como crÃtico musical. Basta ouvir um CD arrebatador como este, e teço uma crÃtica rasgando elogios, e o pior, sem nenhum revés! Ora, o crÃtico por si só é chato, perfeccionista, acha erros nos detalhes mais supérfluos! Bom, eu coloco minhas impressões, e se elas são as melhores possÃveis, paciência. Pra comprovar que a música é de fato boa, que não passa de entusiasmo ou coisa parecida, basta ouvir o CD B-sides, com algumas demos e músicas ao vivo, incluindo algumas inéditas (e excelentes), como The Professor and La Fille Danse e Woman Like a Man. Tão bom quando O.
Pra não ser absolutamente parcial, recomendo a leitura desta crÃtica, mais técnica e muito mais completa que esta humilde que acabaste de ler, cuja autora é Juliana Depiné.
Pronto, agora minha consciência está mais tranqüila.
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![]() O, de Damien Rice. |
![]() 9, de Damien Rice |
Para quem acha que retificar nome por causa de outra pessoa homônima é coisa de cinema, provo o contrário. No orkut (já tá enchendo, eu sei), descobri um homônimo! Ou quase, já que ele se chama Rodrigo Ghedin, e eu, Rodrigo Passoli Ghedin. Mas como muita gente me conhece apenas por Rodrigo Ghedin, mal entendidos e confusões podem acontecer!
Entretanto, as semelhanças se limitam ao nome, e tão somente a este. Dúvida? Veja por si mesmo…
Descobri! Acordei hoje, e num estalo, tudo ficou claro na minha mente. Acompanhe o pensamento…
O orkut é uma versão mais real do The Sims, aquele jogo pé-no-saco em que você controla algumas pessoas – os sims – o dia todo, e tem por objetivo fazê-los feliz! Note as semelhanças: você controla um sim (você mesmo), tem que cuidar dos relacionamentos, dos conflitos, amores, enfim, de sua relação com os demais sims, e ainda participar de atividades (comunidades).
E ainda há vantagens sobre o original: não precisa se preocupar com dinheiro, com as necessidades dos sims, nem em contruir casas, com o tempo acelerado/retardado, nada disso. Só ficou a nata do The Sims: a interação com outras personagens.
IncrÃvel, e ridiculamente simples… Por que não pensei nisso antes do sr. Orkut?
Agora os ativistas que lutam em prol das prostitutas e dos motoboys têm mais uma classe para apoiar: a dos webdesigners. Certo, eu sei que não é para tanto, haja visto que a profissão de webdesigner se encontra num patamar acima das duas supracitadas. Mas se a legalidade já existe, o mesmo não pode ser dito quanto a legitimidade. Trocando em miúdos, a sociedade é muito descrente com os profissionais da web. Seja por ignorância ou preconceito, sempre dão aquela esfarrapada desculpa de que “meu sobrinho faz melhor”.

Observando o comportamento e as atitudes de algumas crianças, em especial aquelas que se encontram entre as fases da dependência total e a pré-adolescência, fico extremamente pensativo quanto à possibilidade de ter filhos no futuro.

