Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)

12 Jul

Efeito Borboleta (The Butterfly Effect)

Pôster de 'Efeito Borboleta'.

Desde domingo, quando assisti a este filme, venho pensando na melhor maneira de fazer uma crítica a ele. Várias possibilidades passaram pela minha cabeça, desde um tom mais “viajado”, pegando carona na idéia fantasiosa do filme, passando por uma análise analítica, ou mesmo algo mais despretensioso. Por fim, resolvi fazer um misto disto tudo.

Efeito Borboleta (The Butterfly Effect, EUA, 2004) é um filme que questiona a viagem no tempo. Aquele desejo que muita gente tem de mudar alguma coisa feita há anos, uma decisão, um ato, uma palavra. Gestos simples, mas que desde que foram executados nos atormentam. Até mesmo os que dizem não se arrepender de nada mudariam alguma coisa se fosse possível, pode apostar. Mais que isso, o filme de Eric Bress e J. Mackye Gruber nos faz pensar em algo que, não raro, passa despercebido quando divagamos sobre viagens temporais: quais efeitos aconteceriam no presente em virtude de uma alteração na história? O início do longa já traz essa questão, com a Teoria do Caos, que diz: “Já se foi dito que algo tão pequeno como o bater das asas de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo”. Medonho, não?

Falou em viagem do tempo, é inevitável que venha à mente a trilogia cinematográfica De volta para o futuro (Back to the Future). Há algumas semelhanças entre os dois filmes, como a tempestade de mudanças que ocorrem com a alteração de um fato passado, embora em Efeito Borboleta este processo seja mais marcante. Se é que é possível, Efeito Borboleta é mais real. Profundo também, pois trabalha com a mente humana, e não com uma máquina. O desenvolvimento da história, acompanhando Evan (Ashton Kutcher) desde a sua infância, e mostrando as diferentes facetas do quarteto de amigos, que inclui, além de Evan, Kayleigh (Amy Smart), Tommy (William Lee Scott) e Lenny (Elden Henson), cria uma atmosfera interessante, que atiça a curiosidade de quem assiste.

Evan lendo um dos seus diários

Evan lendo um de seus diários.

Criar um enredo baseado em viagens no tempo deve ser muito, mas muito difícil. Efeito Borboleta tem o mérito de ter um roteiro bem feito, imprevisível e dinâmico. O desenvolvimento de Evan ao longo de suas viagens é um detalhe à parte. Digo isso porque, aos poucos, ele vai perdendo a capacidade de alterar o passado, tanto que nas últimas viagens, nada muda no presente! Isso dá um nó na cabeça, e deixa algumas pontas soltas, ótimas para longos debates regados a salgadinhos e refrigerantes (alguém aí topa participar de um?). As reviravoltas na vida de Evan, que culminam com a inexistência dos seus diários, que são as chaves para voltar no tempo, foi feita de maneira majestosa. É uma questão um tanto quanto profunda, mas me agrada o fato do filme não tratar o tempo em linhas diversas, como muitos produtos sobre viagens no tempo o tratam. Existe uma só realidade, e sendo assim, Evan tem que se adaptar a cada mudança que ele faz, gerando um angustiante turbilhão de pensamentos e lembranças novas toda vez que ele acorda de um transe.

Se não assistiu o filme, pule o parágrafo seguinte, por favor.

Sem querer, assisti a versão do diretor (Director’s Cut). Segundo fontes, o final desta é diferente. Me disseram que no original, no final Evan assiste a uma filmagem de um aniversário, onde ele conheceu Kayleigh, e voltando nesta ocasião, ao invés de iniciar ali uma amizade, a despreza, abrindo mão do seu grande amor, mas garantido o futuro de todos. Na versão do diretor (nome meio idiota, já que os diretores também são os roteiristas), a filmagem a que ele assiste é a de seu nascimento. Voltando ao ventre materno, Evan se suicida, cumprindo a profecia de Madame Helga (Chapelle Jaffe), a vidente. Embora eu não acredite nessa coisa de quiromancia, este final fica perfeito, fechando com a visita que Evan e Andrea (Melora Walters), sua mãe, fazem à vidente, na metade do filme. Além do mais, é um final mais glorioso, dramático e conciso. Não faria sentido Evan conviver com essas maluquices de viagem no tempo. Se seu pai, Jason (Callum Keith Rennie), e seu avô morreram em virtude delas, num manicômio, desprezados até mesmo pelos seus entes, o que Evan tem a mais que não o faz enlouquecer?

É um filme incrível. Irreal, é verdade, mas dali dá pra tirar muita coisa útil à nossa realidade, além de ser um ótimo divertimento. E em 2007 tem mais, com Efeito Borboleta 2 (The Butterfly Effect 2).

***

Update 1: tomando por base o comentário da Camila, acho que a parte da vidente também é exclusiva da versão do diretor. Eu só sei que nesta há 7 (sete) minutos a mais de filme em relação à versão original.

Compre no Submarino

Efeito Borboleta.
Efeito Borboleta

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38 Comentários

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  1. Camila
    12 Jul, às 22:27

    Eita, essa última parte eu não entendi direito, deve ser porque não assisti a versão do diretor. Pelo menos na versão que foi lançada primeiro não me lembro de ter nenhuma vidente ou coisa do tipo. Interessante.

    Enfim, gostei desse filme das vezes que o assisti, mas nada que me impressionasse tanto. Já assistiu Donnie Darko? Fala também sobre viagem no tempo, e tem algumas semelhanças com Efeito Borboleta - porém eu acho DD melhor que EB.

    Ah, e a viagem que eu tanto falo é que eu farei nessa quinta-feira para São Paulo =)


  2. Endora
    12 Jul, às 22:31

    Eu também assisti e a sensação que tive quando o filme chegou ao fim foi um misto de medo com questionamentos sobre voltar ao passado. Eu, por várias e várias vezes pensei nisso. Desde quando criança, ao fazer algo errado e levar uma chinelada, pensar que se eu pudesse voltar no tempo não teria quebrado aquele copo. E até hoje em dia, quando faço algo do qual me arrependo, tenho a mesma sensação de querer voltar e corrigir. Mas vendo o filme, vc começa a se questionar sobre as GRANDES implicações que essas PEQUENAS voltas poderiam ter em sua vida. Não gostei muito dos atores, mas o roteiro é primoroso!

    De qualquer forma, é um filme recomendável, digno de ótimas críticas e, principalmente, digno de muita reflexão. Muita mesmo.


  3. Letícia
    13 Jul, às 16:47

    Até hoje eu não vi essa tal versão do diretor. Frustrante! Mas recomendo outro filme mais ou menos na mesma linha de Efeito Borboleta: é Corra, Lola, Corra. Muito bom também. Já viu? Fica a dica aí pra você ;)


  4. Vladimir Cezar
    13 Jul, às 21:59

    Gostei muito do Efeito Borboleta. O tema de viagem no tempo sempre pode ser bem explorado no cinema. Recentemente vi dois filmes muito (MUITO) bons que tem o mesmo tema.

    O primeiro e totalmente cult é Donnie Darko. Quem não assistiu está perdendo um dos melhores filmes do gênero. O coelho assustador e o final que surpreende vai dar muita conversa-salgadinho-mesa-de-bar.

    O segundo é o Primer. Eu considero o melhor filme sobre viagem no tempo ja feito. Feito por nerds (com certeza) ele parece tanto um documentario que voce chega a acreditar que aconteceu mesmo. De 0 a 10 eu dou 11.


  5. Coeli
    13 Jul, às 22:35

    Quando assisti o filme fiquei agoniado com o guri psicopata que queria sair batendo em tudo e em todos. Fora isso o filme é “perfeito”.

    O final do filme “normal”, pelo que li sobre a versão do diretor, foi mais emocionante, pois o carinha diz pra amiga apaixonada palavras que qualquer um na idade deles ficaria traumatizado por resto da vida.

    Confesso que cheguei quase a chorar no final. hahaha


  6. Tuca
    14 Jul, às 09:40

    Tem uma outra teoria sobre viagens no tempo que defende a existência de universos paralelos. Ou seja, por mais que matemos nossos pais no passado, antes de nascermos, sempre existirá esse tempo em que estamos vivendo, bem como aquele onde não existimos.

    Ou seja, em algum universo paralelo não dei o pé-na-bunda na mulher da minha vida e continuo ela, feliz e cheio da grana. Ou então mais pobre ainda e arrependido de não ter dispensado a bruaca, dez anos atrás… Vai lá saber.

    E sim, esse filme é muito bom mesmo. Mais uma prova que um bom roteiro salva até um Ashton Kutcher.


  7. Vladimir Cezar
    14 Jul, às 10:35

    Quanto a essa ideia de universos paralelos tem tambem o Timeline. O filme, legalzinho, mas longe se ser memoravel, é baseado em um livro do mesmo título, esse sim, muito bom. Vale a pena.


  8. Selph
    14 Jul, às 13:42

    Muito bom, muito bom mesmo.

    Junto com “Brilho Eterno de Uma mente sem Lembranças” esse filme faz o cinema norteamericano respirar ares europeus.

    Tomara que continue assim,

    Sabe onde posso conseguir a valiosa versão do Diretor?


  9. Eniac
    14 Jul, às 14:40

    A questão do livro que vc falou em meu blog é a questão de quebrar o gelo e se aventurar pela 1º vez num ramo desconhecido. Se for pra presentear, o conteúdo pode ser impressão, opnião, cosntatação de um ilustre desconhecido mesmo,rs! Mas a partir do segundo, se tiver alguma pretenção comercial, então tem que ser algo realmente original.


  10. Yuri
    15 Jul, às 14:16

    Tinha te dito que o filme era bom!
    outra coisa.. depois passo ae pegar o filme com voce!


  11. Lu
    15 Jul, às 18:56

    Olá! Em primeiro lugar, obrigadíssima pelas orientações sobre XML! Fiz o texto por ter achado o sistema de “sindicância” muito prático, sensacional mesmo! Ao escrever o texto, tive uma baita dificuldade por não ter nenhum conhecimento técnico sobre o tema. Seu comentário foi providencial e o link indicado é excelente - até fiquei animada a criar feeds para os blóguis que listei e não o possuem (será que dou conta?).

    Sobre “Efeito Borboleta”, assisti no cinema ano passado e foi um dos melhores filmes do ano, na minha modesta opinião (ao lado de “Brilho eterno de uma mente sem lembranças, que trata do mesmo tema sob outro enfoque). Não sabia que existia uma “versão do diretor” - tomara que consiga encontrá-la. Você tem razão quando diz que o segundo final é mais condizente com o filme mas, convenhamos, é dramático demais, não é? Provavelmente por isso preferiram fazer um final mais bonitinho.

    Um abraço!


  12. Dherik
    23 Jul, às 15:57

    Alguns amigos meus falaram deste final alternativo, pois foi o que eles viram. Eles chegaram falando mal sobre o filme para mim (que tinha indicado), e só depois fui ver que havia outro final. Ou seja, este final do diretor não agradou meus amigos, e nem eu… achei o final original muito melhor, porque, se suicidar no ventre é forçar a amizade, por favor =/


  13. Sarah Ribeiro
    25 Jul, às 12:29

    Eu não conhecia essa versão do diretor não… pra mim tinha só uma… só vi a que ele volta na festinha de aniversário, e tinha achado muito boa. Mas depois que você falou sobre o pai e o avô dele não terem aguentado e tal, pensei e é verdade…. porque ele aguentaria né?? hehehe
    Mas a primeira versão é mais romântica, temos que concordar… ele abandonar o amor da vida dele… ai ai…
    mas enfim…
    agora vamos esperar pelo 2… aliás, se ele tivesse se matado no 1º não teria como ter o segundo né? talvez por isso optaram por aquele…


  14. naiara
    02 Out, às 17:17

    a versão do diretor te pra alugar,tem cmo ver na onde,por favor me ajude.obrigada


  15. maicon
    19 Out, às 20:59

    é o melhor filme que já assisti na minha vida,apesar da historia ter alguns furos que se você parar e pensar bem você encontra.o movie é muito show.tem também umas coincidências com o ator ashton kutcher (evan treborn),ele nasceu dia 07/02 e eu também,ele tambem tem um irmão gêmeo chamado michael.tchau


  16. Josiane Bruno
    03 Fev, às 23:57

    Olá bom adorei esse filme.
    Achei que pra assistir ele tem que pensar muito rapido e prestar atenção em cada movimento.
    Esssa é a minha opnião..
    bjooss


  17. ThATY
    07 Fev, às 12:49

    perfeittooooooooo
    ainda mais com o kutcher de ator principal
    lol


  18. gissone bueno
    30 Mar, às 19:34

    o filme é otimo retrata basicamemte a cura interior de uma maneira fiquiticia


  19. isabel
    05 Abr, às 20:33

    vi hoje o filme * adoreiiiii achei lindo mesmo .
    e realmente o final com a morte dele proprio tem mais sentido tornando-se mais gloriosa . é um filme a nao perder .


  20. Mara
    25 Mai, às 08:36

    O Kutcher é TODO BOM =D
    Por isso..e por muito mais é que gostei do filme,evidentemente.
    E pronto…vejam vejam ! Fazem bem..mas vejam só memso quando nao tiverem mais nada para fazer! ah
    É tão lindo o filme… ( não estou de forma alguma a brincar.)


  21. Gabriel
    14 Jul, às 18:35

    tem um final que ele termina com a keyleight tb
    somando tds dah 3
    soh n vi esse do ventre ai q deve forçar neh =/


  22. Pedro
    02 Set, às 12:55

    Eu gostei bastante do filme…
    Apesar dele misturar um pouco de “ficção” eu gostei bastante!!
    A história é muito interessante…
    O final…
    Ele deixou de ficar com a pessoa que ele mais amava pra salvar a vida dela!!
    Muito bom…
    E breve vai vim o Efeito Borboleta 2
    Conta outra história…
    Vão vim novos personagens…
    Espero que seja muito bom quanto o primeiro!


  23. Aline
    08 Set, às 11:18

    eu não sei se abrir mão da vida seria mais interessante do que abrir mão do amor. eu acho que a versão do diretor me decepcionaria, já que esse filme mudou muita coisa naminha vida, e na minha cabeça. desde pequena eu tinah esse sonho, de fazer as coisas voltarem, pra muda-las. e atraves de sonhos eu achava que podia faze-lo. ja que sonhava com determinada situação e na realidade quando acontecia parecido eu mudava para ver acontecer diferente do que sonhei. por esses fatos, e outros, esse filme foi muito importante pra mim. e no entanto nao assisto mais filme algum inteiro pois nao acho graça em nenhum deles. tenho o dvd e ja o decorei. nao me canso de ve-lo, e chorar sem parar quando acabar. estou bastante nervosa com o filme2. pelo o que percebi em matéria sna internet, o elenco e diretores, produtores, nao sao nada interessantes. estou com emdo de me decepcionar, ja que todo dia filme “2″ que nao tem o memso diretor nem os mesmo atores fica uma bela porcaria. sem contar que ashton é o melhor ator que eu já vi….. nao deviam fazer o 2. quem sabe podiam fazer um com um filho de evan, ou algo assim.. mas que incluisse os mesmos personagens do primeiro. vamos ver o que vai dar. mas concordemos que esse é o melhor filme que ja fizeram…..


  24. karla sastre lobato
    18 Out, às 20:40

    EU AMO ASTHON KTNER DE TODO MEU CORAÇAO
    BEIJSOS
    PLIXAXAXAAIAIAKM,XAMNAX
    HHSHSHSHHSHSUYHSHHSHS
    HEHEHEHEHEHEHHEHEHEHE
    AMO VCS TODS
    UAAUAUUSHAUAHUHUSHAUAHAUHUHAU
    RSRSRSRSRSRSR


  25. marcelo
    14 Nov, às 10:46

    Esse filme eh animal, principalmente a versao do diretor!! Com o final do diretor, todo o filme faz sentido! Com a versao comercial, o filme c torna um lindo filme de final feliz como qualquer outro filme americano! Para aqueles que julgam a versao do diretor sem assistir, devem se contentar com a sessao da tarde… falar q nao gostou do filme pq c matar no ventre eh forcar mto a barra eh foda! Voltar no tempo para mudar o passado eh algo mto real neh?!?!
    Essa versao eu sei q pode ser encontrada em programas de trocas de arquivos como o eMule! eh isso ae!!


  26. Rafael
    12 Jan, às 20:02

    Não acho que o filme questiona a volta ao passado. Acho que questiona a vida. Voltar ao passado e consertar os erros é impossível, já a mensagem do filme é de um realismo que distoa qualquer tipo de ficção. Quem garante que ele de fato voltou? Quem garante que não estava sonhando? O filme apensas mostra, da forma como o autor achou melhor mostrar, o quanto é arriscado viver. Nós não sabemos o que o mais simples dos acontecimentos de hoje, como conhecer e gostar de alguém, pode gerar na nossa vida. E também não sabemos pra onde iria a nossa vida se não tivéssemos vivido algumas situações. Vivemos no escuro. Voltar ao passado é tentador. Curar possíveis traumas, agir já sabendo as conseqüências dos fatos. Mas isso não é viver. Quem viu o filme por esse lado, talvez tenha descontextualizado a história do filme e não ter percebido o que de fato o filme mostra. Somos o resultado de cada escolha que fazemos e vítimas de cada situação que vivemos. E não temos escolha. Nos curvamos a essa realidade ou enlouquecêmos.


  27. Madelaine
    17 Abr, às 09:52

    Adorei o Filme e tambem o actor que fazia de Evan aos seus 13 anos.E é lindo!!E nao estou a gozar!Eu tenho 13 anos e tambem gostava de conhecer o Evan aos trezes anos no Filme.bjinhos


  28. Madelaine
    17 Abr, às 09:52

    Adorei o Filme e tambem o actor que fazia de Evan aos seus 13 anos.E é lindo!!E nao estou a gozar!Eu tenho 13 anos e tambem gostava de conhecer o Evan aos trezes anos no Filme.bjinhos


  29. alexandra
    19 Abr, às 08:23

    este filme é o mais fixe do mundo !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! e o meu preferido.queria encontrar-lo em dvd


  30. Elaine Caús
    08 Mai, às 09:47

    Assisti o filme, fiquei um pouco confusa no contexto que o autor quis dar ao filme, gostaria que me esclarece qual seria de fato o contexto desse filme, e porque ele chama efeito borboleta, o que dizer esse titulo para o autor e aonde podemos ver inserido no filme???????????????????


  31. daniela
    21 Mai, às 14:57

    OLhem eu vos digo uma coisa. este filme é fantástico. o meu filme preferido. O ashton kuthcer é um PAO!

    e eu gosto dos dois finais , porque em ambos tudo acaba bem , sem ou com Evan.

    o filme só merece criticas de pessoas que sao tapadinhas e nao preceberam nada do enredo e depois vem criticando.

    XD


  32. Sérgio
    30 Dez, às 12:10

    Concordei mais com um comentário acima. Percebi que temos infinitas possibilidades em nossas mãos e isso é algo mágico, esplêndido! O filme O Segredo trata bem disso, não acredito que tudo só depende de nós, percebo que as estruturas, o meio e meios também influenciam na conformação de nossas decisões, pensamentos, ações são sementes. Neste exato instante você tem infinitas possibilidades de decidir, para o bem ou para o mal, o que orientará o rumo de sua vida, o seu futuro. Outro aspecto que me chamou atenção se relaciona à nossa capacidade mental de nos “transportar” à boas (ou más) lembranças, a bons (ou maus) lugares… Nisso percebo que na vida temos potencialidades-ferramentas para usá-las como quisermos e que interferirá também no meio e nas outras pessoas. Somos sujeitos ativos, mesmo quando decidimos sermos abrir mão disso. Outros pensares, um belo exercício…


  33. PATRICIA
    20 Mar, às 14:03

    EU ACHEI ESSE FILME INCRIVEL UMA HISTÓRIA MUITO INTERESSANTE E QUE VALE A PENA ASSISTIR!!!
    PRETENDO ASSISTIR “EFEITO BORBOLETA 2″ E ASSISTIR ESSE NOVAMENTE!!!
    PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!


  34. Jucerlane
    21 Mar, às 22:38

    Este filme é muito louco, e tem um final maravilhoso!!!!!!!!nos faz pensar bastanteEscreva seu comentário aqui.


  35. Jucerlane
    21 Mar, às 22:41

    Este filme é muito louco,nos faz pensar bastante e tem um final maravilhoso!!


  36. Jéssica Gibin Duarte
    29 Mai, às 19:19

    Esse filme eh legal…soh eh um poko ruim de entender…


  37. jessica
    29 Jun, às 17:49

    eu gostei do filme,pois ele relata coisas importantes de sua vida,porem eu nao desejaria voltar no tempo nao acho q as coisas tem q agir naturalmente,se aconteceu é pq tinha q acontecer……bjokasssssssss

  38. [...] Outro blog que fala sobre o filme das viagens no tempo. [...]

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