Olha, não sabia que criar um tema para o WordPress era tão complicado… Comecei a desenvolver este aqui despretenciosamente, em XHTML normal, mas na hora de passar para o WP foi muito complicado. É uma sopa de tags PHP, linguagem esta a qual eu não sou muito íntimo. Enfim, ainda não está do jeito que eu quero, mas já está “usável”.
E você, o que achou? Sem papas na língua, mas mantendo o nível, ok?
Como estou tratando de me livrar de artigos piratas, ilegais, contrabandeados e afins, neste fim de semana aproveitei o tempo livre pra procurar algumas coisas bacanas e baratas na Internet. E não é que tais coisas existem?
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Quando eu era mais jovem, tinha lá meus quinze, dezesseis anos, acreditava que para fazer sucesso com as mulheres, era pura e simples questão de tempo. Maioridade, habilitação e carro da mamãe na mão seriam pré-requisitos infalíveis para me esbaldar com o sexo oposto. Doce ilusão…
Hoje, tendo os outrora tão desejados dezoito anos e pré-requisitos infalíveis à minha disposição, a coisa continua na mesma, ainda sou um fracasso com as mulheres. Calejado no assunto, deveria saber que este meu pensamento atual de que só existe mulher cabeça e gostosa com mais de vinte e dois anos, que, aliás, nutre uma esperança de algum dia vir a ser um quase Dom Juan, é mais um devaneio que será desmitificado daqui a alguns anos. Impiedosa realidade…
Uma coisa que gosto de deixar claro quando o assunto é gostos, preferências, ídolos, é que eu detesto endeusar quem quer que seja, colocá-lo acima de mim mesmo, ver essa coisa/alguém como algo perfeito, insuscetível de falhas, enfim. Pode parecer algo lógico, normal, mas infelizmente não é. Prova cabal disso são as guerras, fruto da intolerância para com os demais, que matam pessoas em prol de uma ideologia besta. Em grau destrutivo menor, vê-se também que essa intolerência existe entre nós, e, em especial, numa área onde, a princípio, tudo é feito para divertir ou relaxar, a música.
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O amigo Marmota citou este pensamento em um dos seus ótimos posts, e eu o reproduzo aqui na intenção de ratificar tal conclusão:
Mulher interessante ou é comprometida, ou mora muito longe.
Não foi exatamente com essas palavras, mas era mais ou menos isso.
Nada pessoal, é apenas uma constatação de uma lei universal, rígida, e, aparentemente, incorruptível.
15 de September de 2005, em
Direito.
Desde que me entendo por gente, tenho da escola uma imagem de plenitude: a abrangência do quadro de matérias visa preparar o aluno, ou melhor, a base do aluno, para que ele fique pronto para encarar qualquer curso que venha a escolher na graduação. Mas às vezes eu paro, penso, e confesso que não consigo chegar a um consenso sobre a utilidade de matérias como Artes, também conhecida em alguns lugares como Educação Artística. Esta é apenas uma das coisas que considero, do meu singelo, humilde, e qualquer outro adjetivo que demonstre insignificância, ponto de vista. Mas deixemos isso de lado, é tanta coisa que não caberia num só post. Meu intuito aqui é abordar uma adição ao ensino que, particularmente, creio ser de grande valia para os alunos: aulas de Direito.
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Há um velho ditado, que eu não me recordo agora, mas que diz que a gente não se importa com as coisas ruins até o momento em que essas coisas nos atinge. É aquela história do pai que fala mundos e fundos das filhas dos amigos, que elas são isso e aquilo, mas que não vê a santa do pau oco que tem dentro de casa. Não sou pai, e nem pretendo ser tão logo, mas neste fim de semana senti na pele este ditado supracitado.
Desde quinta-feira, em virtude de um problema inexplicável e, na ocasião, sem solução lógica, meu site sobre MSN Messenger, o MSNM, estava inacessível para internautas brasileiros. Não sei como isso é possível, só sei que aconteceu. E tirei a prova, acessando o site através de um open proxy português. Traduzindo, entrei no site como se o estivesse acessando de Portugal, graças ao proxy. Como que de propósito, neste período apreensivo, surgiu uma proposta de patrocínio de um servidor brasileiro. Aliando o útil ao necessário, mudei de servidor. Como já estava trabalhando numa reformulação do site, resolvi jogar uma página tapa-buraco e, quando terminado, já enviar o site novinho em folha. Foi um sábado estressante, muita burocracia, negociações, desencontros… Mas no fim deu tudo certo: no início da noite, já estava no novo servidor, os DNSs que redirecionam o domínio para o servidor já haviam sido trocados, e a página de “volte mais tarde” já estava devidamente pronta e hospedada. Continue lendo ‘Parado, isso é uma invasão!’