Isso se aprende na escola
Desde que me entendo por gente, tenho da escola uma imagem de plenitude: a abrangência do quadro de matérias visa preparar o aluno, ou melhor, a base do aluno, para que ele fique pronto para encarar qualquer curso que venha a escolher na graduação. Mas às vezes eu paro, penso, e confesso que não consigo chegar a um consenso sobre a utilidade de matérias como Artes, também conhecida em alguns lugares como Educação Artística. Esta é apenas uma das coisas que considero, do meu singelo, humilde, e qualquer outro adjetivo que demonstre insignificância, ponto de vista. Mas deixemos isso de lado, é tanta coisa que não caberia num só post. Meu intuito aqui é abordar uma adição ao ensino que, particularmente, creio ser de grande valia para os alunos: aulas de Direito.
Os benefícios que tal matéria traria são facilmente visualizáveis. Primeiramente, acabaria com muitos estigmas e estereótipos que grande parte da população tem em relação ao Judiciário. Não que este Poder seja imaculado, longe disso; mas todos hão de convir que não é raro ouvir alguém dizer coisas do tipo “todo juiz é corrupto”, ou ainda “a guarda dos filhos sempre fica com a mãe”. Trocando em miúdos, todos sairiam do Ensino Médio com uma noção básica e elementar do Direito, que, querendo ou não, está presente na vida de todos. Afinal de contas, vivemos no Brasil, e este é regido por leis, impostas a toda a população.
O próprio Direito divide os assuntos a serem tratados em cada bimestre, de maneira incrivelmente clara e objetiva. Introdução ao Direito, Direito Constitucional, Civil e Penal. Pronto. Quatro temas, um para cada bimestre. Evidente que o Direito não se resume a isso, pelo contrário, quanto mais a pessoa se aprofunda em seu estudo, vê que a coisa não é grande, é imensa! Mas, o básico, o que todos devem, ou deveriam saber, está nesses quatro ramos.
A Introdução ao Direito seria uma preparação para os demais bimestres, logo, seria o assunto do 1.º bimestre. Afinal, como estudar leis se não é sabido o que é um artigo, um inciso, uma alínea? Uma rápida passada por pontos importantes e pertinentes na história recente do Brasil também é válida, bem como ensinar os princípios gerais do Direito, e dar uma especial atenção à LICC (Lei de Introdução ao Código Civil), que apesar do nome, abrange todo o direito, e traz princípios básicos, como a proibição de escusa ao descumprimento da lei por desconhecimento da mesma.
Seguindo adiante, no 2.º bimestre falaria-se sobre Direito Constitucional. A Constituição Federal, nossa lei máxima, traz todos os direitos e garantias fundamentais, organização do Estado e demais entes nacionais, e ainda abrange boa parte da organização política do Brasil. Assuntos essenciais a todos os brasileiros, diga-se de passagem. Muitos artigos da Constituição são de fácil compreensão, o que ajudaria no andamento da matéria. Além de tudo, é algo legal de estudar. Digo por experiência própria.
No 3.º bimestre, é hora do Direito Civil entrar em ação. Aqui, admito, a coisa complica, já que o Código Civil é muito vasto, tem nada mais, nada menos que dois mil e quarenta e seis artigos. Em face disso, julgo, embasado no meu limitado conhecimento, serem de maior relevância a parte geral, e os assuntos concernentes ao Direito de Família.
Por fim, no 4.º bimestre, o Direito Penal. A prática do penalista não me atrai nenhum pouco, mas é inegável dizer que, na teoria, Direito Penal é interessantíssimo! Embora a parte geral seja de suma importância para o profissional do Direito, julgo ser de maior valia passar aos alunos alguns dos tipos penais mais comuns, tais como homicídio, furto, roubo, latrocínio etc. Afinal de contas, imagino que dissertar sobre a teoria restritiva do domínio final do fato, do concurso de pessoas, não seja algo muito atraente a alunos do Ensino Médio…
É uma idéia meio inviável, dadas as circunstâncias em que vivemos e a estagnação da educação. Mas que seria interessante vê-la sendo praticada, isso seria. Os jovens em idade escolar são obrigados a engolir tanta besteira, das quais muitas eles jamais irão precisar, que não vejo tanto absurdo em querer adicionar aulas de Direito à grade curricular. Pelo contrário, isso sim é algo útil, que eles irão usar, direta ou indiretamente, em algum momento de suas vidas.
As cartas estão dadas. Se algum excelentíssimo membro do Legislativo lê este blog, sinta-se à vontade para criar e propôr um projeto de lei que trate do assunto. Não vou cobrar créditos, fique tranqüilo.
Neste dia, em anos anteriores...
- Cloverfield (2008)
- A nona sinfonia, enfim, completa (2006)
suzana
15 Set, às 22:01
Seria ótimo, mas como é q o professor vai ensinar Hans Kelsen pr alunos q mal sabem escrever o nome?! Só aí já inviabiliza a Introdução ao estudo do Direito. Com esse sistema de aprovar o aluno em qualquer circunstância é q matou o ensino no país. Escrevi 1 texto sobre isso lá no meu blog, contando q 1 moça q cursava o terceiro colegial - sei lá o nome disso agora- acreditava q rato velho virava morcego. Putz! Cadê as aulas de biologia?!!! Não é questão de crença, não, como muitos falaram, é questão de BASE! A escola tinha q dar a base e não tá fazendo isso! Eu saí do colegial já sabendo mta coisa de cultura geral e tal(e olha q era pouquíssimo!!!), coisas q os alunos não têm hoje! Isso é revoltante, pq os coitados acham q são letrados e, na verdade, não passam de semi-alfabetizados! E as faculdadecas por aí, q fingem preparar o aluno? Lembra-se do escândalo da Estácio de Sá, no RJ, q aprovou 1 gari q só sabia escrever o nome?! E o cara ainda fez 1 redação!!! Agora, se talvez ensinassem os direitos dos cidadãos no estilo “manual”, talvez fosse o primeiro passo pra q os coitados reivindicassem melhor ensino. Ou quem sabe sociologia, o q tb seria ótimo! Ah! E só pra lembrar: conheci 1 senhor q era professor de História numa escola pública e o cara mal sabia falar, dizia pobRema e coisas q tais. E não é só isso: o sujeito q se presta a dar aulas tem q ter cultura geral, não pode ser 1 obtuso q leu 1 almanaque e se acha pronto pra recitar pros outros, no estilo de “em terra de cego, quem tem 1 olho é rei”. Afffeee! Q desabafo! Cansou? Pode deletar, vou entender! hahaha! Grande abraço!
Endora
16 Set, às 03:48
Em defesa da classe artística! Cara, artes na escola é fundamental pra formação humana! A arte estimula o lado direito do cérebro, o lado emocional, o lado menos técnico! A arte desperta a sensibilidade e, principalmente, ajuda as pessoas a enxergarem o incomum. Quanto às aulas de Direito… sim… o que vc diz tem coerência. Mas cara… sou muito mais a favor do retorno da velha e boa OSPB…
Neto Cury
16 Set, às 03:57
Agora me fala, pra que eu preciso(ei) aprender “a fundo” física???
Aquilo não me serviu pra nada, nunca!
Bom, sei lá, nunca gostei da escola mesmo…
Gwen
16 Set, às 09:10
Em defesa da educação: Já foi pior. Muito pior.
Não vou gastar milhares de linhas defendendo o que acredito - que neste caso em particular é que a educação está caminhando, sim!, para algo em que realmente capacite. A Exemplo disso temos Léa Fagundes, Pierre Lèvy, Rubem Alves, Nelson Preto. Mas é uma caminhada lenta, muito lenta pois nada de qualidade é parido da noite pro dia.
Agora vc tem tb de levar em consideração o fator interesse - que é sempre o que conta mais. Só procuramos algo, Rodrigo, qdo nos interessamos. Caso contrário, mofa. Igualzim o lado direito do cérebro de quem nunca teve contato com a arte!
Faby
16 Set, às 14:20
Ixi, cara. Num dá nem pra ver tudo de álgebra direito! Eu, por exemplo, saí do ensino médio sem ter estudado ondas e vetores em física, mas tudo bem, já tô na faculdade mesmo… Artes, não acho que seja inútil, só acho que deveriam ensinar DE VERDADE, e não mandar um bando de marmanjo picar papel.
Alexandre Bobeda
16 Set, às 14:30
Se for apenas “noções de Direito”, ok. Algo que enche ainda mais a grade curricular para fins outros que não a educaçaõ básica, prática e essencial, ie, o currículo atual (que já está bem extenso), é desnecessário. É o que acho.
Selph
16 Set, às 16:40
Pode crer Endie, OSPB era a materia, no ano em que eu ia entrar na quinta série eles a aboliram. Talvez tivessem percebido o estrago que que idéias esclarecedoras fariam no futuro.
Seria legal ter Direito no Médio sim, mas seria ÓTIMO se ministrassem cursos aos professores sem didática. Aí sim, até matemática ficaria interessante.
Lu
16 Set, às 17:18
Se ensinar Direito fosse assim, tão rápido e simples, não existiria uma faculdade de 5/6 anos pra isso, hein? O máximo que se pode fazer é passar algumas noções, o que já é feito por uns poucos colégios. Aqui em Brasília, existia (não sei se ainda existe) na rede pública um programa de visitas de promotores, juízes e advogados às escolas, para melhorar um pouco a imagem do judiciário e passar algumas noções de direito. Em algumas escolas, sei que há palestras sobre Direito do Consumidor - utilíssimo para todos.
Ah, vai… a aula de artes era muuuito legal, e as noções de cores e combinações acabam sendo úteis para a vida toda, hehehehehehe!
carla
17 Set, às 11:43
tb sou a favor da aula d artes. mas artes d verdade, e não fazer “um bando de marmanjo picar papel”, como disse faby.
não adianta mesmo.
na escola a gente não aprende nada d muito útil. a gente só vê células nos livros, só aprende velocidade fazendo exercícios, conhece a revolução farroupilha lendo textos chatíssimos. na minha opinião, a escola existe pra proporcionar ao alunos experiências d vida. e estas a gente não encontra nos livros. mas fazer o q, né?
seria legal aprender direito na escola, como seria legal se levassem a gente pra estudar biologia num bosque, física num laboratório e história na rua.
Dherik
17 Set, às 13:49
É importante pintar e estimular criatividade em crianças e pequenos jovens, não em marmanjo de 2º grau, porque acho que nesta altura, realmente há coisas mais interessantes e necessárias que precisavam de mais atenção.
Octávio
17 Set, às 14:07
Correto Ghedin! Deviam substituir essas aulas de “Educação Artística” (que não passam de desenhos furados), por outras aulas como de Direito, que preparariam melhor o cidadão para saber se defender entre outros. Eu que estou na 8ª, recebi mais uma matéria: “Enriquecimento Curricular”, que chamamos “Aula de leitura”. Não passa de escrevermos provérbios, fazer textinhos tolos e interpretação de textos…
Mas é isso aí Ghedin,
mais um post genial!
Grande abraço,
Octaiver Matt
bruno
20 Set, às 20:59
Nao concordo, vc fala isso porque vc faz direito. Se for assim os alunos do 2º grau vao ficar atolados de materia! Direito eh util sim, mas acho q nao eh necessario criar uma materia exclusivamente p/ o assunto. Geografia por exemplo engloba um monte de assuntos, assim como Fisica (q tambem possui um curso inteiro sobre isso), Quimica (idem), Matematica (idem), etc…apesar de certas coisas parcerem bobagem, muitas delas formam a bagagem cultural da pessoa, e muitas vezes a matematica e a fisica por exemplo (jah deu pra ver q eu to fazendo engenharia!) servem muito pra desenvolver o raciocinio da pessoa. Ela pode nem usar muitas das coisas ali, mas ela amadurece a cabeça.
Menina-Prodígio
23 Set, às 13:40
Taí, gostei. No Ensino Médio, os conceitos de leis (e, por conseguinte, cidadania) podeiam ser mais aprofundados (de acordo com o nível dos alunos).
Agora, em defesa das artes. Como comentado anteriormente, aula de cortar papel p/ o Ensino Médio é um absurdo - mas quem disse que isso é arte?
No meu ensino Médio, segui a Apostila Positivo (sem querer fazer propaganda). O conteúdo delas foi várias vezes inadequado à realidade do ensino de Manaus - não abordava todos os conteúdos exigidos no vestibular, por exemplo. Porém, na parte de artes, era maravilhosa. Arte pré-histórica, clássica, muçulmana, barroca, rococó, gótica, moderna, cubista. Fotos de quadros famosos, biografias de pintores e escultores, relações da pintura com a literatura, v~isão de contexto histórico. Histórias em quadrinho e um bimestre inteirinho dedicado à china e Japão. Um projeto interdisciplinar sobre preservação dos mananciais, constando de música, teatro, pintura e debates.
Tudo isso numa escola pública! Logicamente, nem tudo foi 100% útil, pelos limites de meus colegas (eu fiz até a quarta série em escola particular, e meu pai era um homem excepcional que deixava de trocar o óleo do carro pra me dar assinaturas de revistas, cd´s, amor pelo saber.)
Sem arte, o ser humano é um pouco menos humano, Ghedin. Cancelando a arte do ensino médio, você ensinaria o quê aos quase-adultos? Que mais importante que ter pensamento livre, belo e criativo, é passar no Vestibular e ganhar dinheiro.
Ah, Pedagogos! Menos análise sintática, mais cidadania, liberdade, cultura e amor!
Andressa Bianeck
04 Out, às 15:41
Olha Rodrigo!
eu sou acadêmica de direito, e estou elaborando um projeto/pesquisa sobre a introdução do estudo do direito no ensino médio, se poder, entra em contado comigo pra gente trocar umas idéias! T+
David Bianeck
16 Out, às 23:40
Rodrigo precisando saber o email da Andressa Bianeck , ela minha parente e gostaria de entrar em contato com ela.
Cesar Veras
15 Jun, às 11:10
A introdução do estudo do direito nos ensinos médio e fundamental a partir da 5ª série. Da 5ª a 8ªseriam passados os direitos humanos,os estatutos da criança e do adolescente, o estatuto do idoso (destaques), os direitos fundamentais do art 5º da crfb/88. A partir do 1º ano do 2º grau, as noções de constitucional,civil,ambiental, consumidor e penal.
Voçe acha esta uma boa tese para uma monografia ?
abraços deste monografando cheio de dúvidas…
CAMILO, Nara
05 Jul, às 23:08
A ÁREA JURÍDICA DEVERIA ser mais explorada no Brasil, iniciando nas séries iniciais e consequentemente por toda a trajetória escolar. As nossas crianças têm o direito de saber seus direitos, de saber seus deveres quanto cidadãos, para evitarem de praticar delitos inocentemente, as vezes imagino que o nosso pais não propõe essa façanha as escolas, pois têm medo de protestos, revoluções, etc, o nosso poder prefere pessoas analfabetas, pois é mais fácil de ludibriar, é mais fácil de enganar, é mais fácil de lidar com pessoas que não têm conhecimento dos seus direitos, que não sabem que os seus filhos têm direito a escola, a educação, a saúde, pois se ensinarem todos os direitos de um cidadão Brasileiro a nossas crianças, pode ter certeza de que o nosso país tomará um rumo diferente, será um país desenvolvido, terá menas corrupção, menos presidiários, teremos mais ordem e progresso. Mas infelizmente o nosso poder que se diz democràtico, e que realmente é corrúpto, é ditador, é sujo, não têm este interesse, têm medo de que o povo tome o poder, pois afinal de contas, somos a maioria. A escola precisa de ter em seu curriculum diciplinas de direito, precisa ensinar democracia a nossas crianças, para termos um amanhã diferente, uma cultura moderna e um povo culto.
Escrito por : CAMILO,Nara: 2006. Aluna do curso de Pedagogia da FIP-Porto Velho-ro
Michelle Araujo
30 Ago, às 10:52
Seria ótimo, só assim as pessoas saberiam um pouco mais dos seus direitos e deveres.
Isadora Soares
31 Jan, às 15:35
Gostei da sugestão de se ter aulas de Direito. Mas não gostei quando você falou que as aulas de artes não tem importância.. tem sim. Pode ler mais sobre isso que você vai entender.. falou.
Neilor Miranda
16 Fev, às 17:30
Meu caro Rodrigo: esta idéia de ensinar Direito nas escolas é muito pertinente. Vivemos num país onde a população comum é massacrada por leis, e todo o povo é submetido a milhares delas sem saber quais leis são essas. Ensinar o Direito na rede pública, no ensino fundamental e/ou médio é algo mais que necessário, pois, conhecendo-se melhor os direitos e deveres de cada um, seríamos capazes de cobrar mais dos dirigentes e legislativos que tanto abusam desse domínio legal. Só não concordo quando você diz que não vê necessidade de se ensinar arte na escola, pois do mesmo jeito que uma pessoa se interessa por Direito, se interessa por artes. São nas aulas de Educação artística que nos descobrimos artistas. E artistas também tem profissão e ganham dinheiro.
Vanisa Durand
04 Abr, às 23:52
Rodrigo, estou escrevendo a minha monografia sobre O ensino de noções de Direito no Ensino Fundamental. Será que você poderia enviar-me algum material, artigos, indicação biblioagrafica? Há uma menina chamada Andressa Bianeck, q te escreveu acima. Ela tb está fazendo a monografia dela sobre isso. Será que poderia tb me enviar o e-mail dela para eu entrar em contato? Desde de já agradeço muitÃssimo a atençao.
Francisco Carlos Palosque
02 Ago, às 15:40
Sou professor de filosofia e estou atrás de uma apostila de OSPB, pois já estudei no colégio objetivo e la tinha uma apostila de OSPB. Se puderem me ajudar ficarei muito grato.
juliana
02 Ago, às 19:46
Rodrigo estou terminando minha pós graduação em direito público,me interessei por este tema.se possÃvel me envie sua fonte de consulta o mais rápido que puder ,lhe serei grata.um abraço juliana
Débora
21 Ago, às 20:52
Olá !!!!
na verdade penso isso !! mesmo, tanto que penso que na minha pesquisa aki na net e que descobri esse seu artigo …..
…….Vc tem idicação sobre alguma fonte de pesquisa em que eu possa utilizar para me aprofundar nesse tema assim como as pessoas ai acima …. me interesso por este tema e tb acho que ele nao é tão explorado ainda!
Aguardo sua resposta…….
……..desde já obrigada !!!
Suzana
01 Set, às 18:00
Rodrigo, tenho que concordar e discordar de vc. Concordo pq acho que o ensino de Artes como é hj nas escolas não tem a função que deveria e Discordo totalmente pq fiz a minha pesquisa de mestrado em arte educação e o meu tema foi ” arte como formação integral do ser humano”. Arte é fundamental na escola, pois ela faz o que nenhuma outra matéria é capaz. ela faz o aluno produzir concepções e noções do seu lugar no mundo, compreende as dimesões do mundo e do próprio homem.
Não existe uma cultura em que a arte não estivesse presente, pois ela é talvez a maneira mais remota do homem se comunicar com o mundo, de se expressar. A escola infelismente trabalha como se o ser humano fosse só razão, sem emoção. Do que adianta entender de leis se não compreendemos de emoção. Do que adianta saber dos artigos se não sabemos lidar com a nossa sensibilidade. As aulas de arte jamais pode ser, em hipótese alguma, entendida e praticada como se fosse uma função neutra, ela é essencial mas lógico, não como acontece normalmente nas escolas.
HERLAHANNA
16 Set, às 14:01
GDJGLKDK. G M VB,.BJKFSKUK
Elaine
08 Out, às 22:03
Sou pedagoga e defendo a posição do professor como formador de opinião. É visÃvel o alto Ãndice de delinqüência pela falta de instrução dos indivÃduos. Em um paÃs lÃder em desigualdade, em que os alunos são preparados em sua maioria apenas para realizar tarefas triviais é extremamente necessária a introdução do estudo do direito já na educação básica para que o sujeito tenha orientações sobre como se portar frente ao meio social em que atua com responsabilidade. Estou escrevendo um artigo sobre esse assunto, em fase preliminar, em que preciso definir referência bibliográfica caso seja possÃvel gostaria de indicações de leitura para enriquecer argumentação. Aguado contato por e-mail desde já agradeço e espero ter contribuÃdo com o fórum.