Rodrigo Ghedin

Intolerância musical

Uma coisa que gosto de deixar claro quando o assunto é gostos, preferências, ídolos, é que eu detesto endeusar quem quer que seja, colocá-lo acima de mim mesmo, ver essa coisa/alguém como algo perfeito, insuscetível de falhas, enfim. Pode parecer algo lógico, normal, mas infelizmente não é. Prova cabal disso são as guerras, fruto da intolerância para com os demais, que matam pessoas em prol de uma ideologia besta. Em grau destrutivo menor, vê-se também que essa intolerência existe entre nós, e, em especial, numa área onde, a princípio, tudo é feito para divertir ou relaxar, a música.

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Coisa do destino

O amigo Marmota citou este pensamento em um dos seus ótimos posts, e eu o reproduzo aqui na intenção de ratificar tal conclusão:

Mulher interessante ou é comprometida, ou mora muito longe.

Não foi exatamente com essas palavras, mas era mais ou menos isso.

Nada pessoal, é apenas uma constatação de uma lei universal, rígida, e, aparentemente, incorruptível.

Isso se aprende na escola

Desde que me entendo por gente, tenho da escola uma imagem de plenitude: a abrangência do quadro de matérias visa preparar o aluno, ou melhor, a base do aluno, para que ele fique pronto para encarar qualquer curso que venha a escolher na graduação. Mas às vezes eu paro, penso, e confesso que não consigo chegar a um consenso sobre a utilidade de matérias como Artes, também conhecida em alguns lugares como Educação Artística. Esta é apenas uma das coisas que considero, do meu singelo, humilde, e qualquer outro adjetivo que demonstre insignificância, ponto de vista. Mas deixemos isso de lado, é tanta coisa que não caberia num só post. Meu intuito aqui é abordar uma adição ao ensino que, particularmente, creio ser de grande valia para os alunos: aulas de Direito.

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