Rodrigo Ghedin

Anjos, EVAs e Adão: divagações sobre Neon Genesis Evangelion

Um anime que revolucionou o mercado em meados da década passada, recriando o filão dos desenhos para adultos, e bombardeando os telespectadores com um enredo surpreendente, Neon Genesis Evangelion foi, e ainda hoje é, uma obra prima. Escrito por Hideaki Anno, e lançado em 1995 pelo renomado estúdio Gainax, fez um sucesso estrondoso, e gerou dois filmes, que recontam os dois últimos (e polêmicos) episódios da série, que é composta por vinte e seis episódios. Até a metade, trata-se de uma história até previsível, porém empolgante, de mechs, espécies de robôs gigantes, controlados por crianças. Dali para frente, a densidade é tamanha que tudo o que era focado na primeira parte da série torna-se secundário; o autor vai fundo na mente dos personagens, nos seus medos, conflitos e incertezas. Pode soar meio batido, mas acredite, é algo extremamente bom!

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Baianos e pagodeiros parte 2: a missão

E não é que eu fui no tal show!? Calma, não virei um pagodeiro, tampouco um “manow”. Eu explico…

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Baianos e pagodeiros

Antes de qualquer coisa, duas considerações. Se Bahia se escreve assim, com “h”, por que diabos “baiano” se escreve sem? Ok, dúvida publicada, vamos ao outro ponto de discórdia. Eu filosofei muito até decidir em qual categoria abrigar este texto. Estava em dúvida entre Cultura e Fora de Categoria. Acabei optando pela primeira, mas confesso que se eu tivesse criado uma categoria chamada Lata de lixo, era pra lá que este post iria.

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