Afinidade e química
Se tem uma coisa que aprendi com o blog da Bruna Surfistinha, nos tempos que ele era bom, ou seja, antes da fama, é que a relação entre um homem e uma mulher pode ser mensurada segundo dois pontos de referência.
O primeiro deles diz respeito à afinidade. O que se leva em conta, aqui, é o quão os gostos dos dois batem, se as conversas se desenrolam de maneira natural, fazendo com que ambos percam a noção do tempo, se dar risada juntos e sem motivo é algo corriqueiro, essas coisas. Em suma, é o que o próprio nome do ponto de referência diz: o nível de afinidade entre ambos.
O outro ponto a ser considerado é o da química. Este tem uma apelo mais sexual, e de certa maneira diz respeito também à afinidade, mas num sentido mais estrito, no sentido da intensidade dos beijos, nos amassos de tirar o fôlego, e outras coisas mais (que tenho certeza, você está imaginando neste momento).
A Surfistinha dava notas a seus clientes, tanto em termos de afinidade, quanto de química. Se o cara era bom, ganhava três caretinhas, ou emoticons, como preferir; se era meia-boca, duas; e se era muito ruim, uma só. Um sistema interessantíssimo, diga-se de passagem, e que pode ser perfeitamente usado por você, que lê este artigo neste momento, a fim de saber a quantas andam seu relacionamento. Só não diga para sua namorada onde foi que o aprendeu, e mais ainda, quem é a criadora. De repente, o que eram três caretinhas na afinidade pode virar uma careta feia e brava, e o que eram três caretinhas na química pode virar uma greve daquilo sem previsão de término…