Rob Fleming é um fracassado com as mulheres. Ao longo dos seus trinta e cinco anos de existência, vem acumulando foras e mais foras, dos mais variados tipos, e proferidos pelos mais diversos perfis de mulheres. Dono de uma loja de discos jogada às moscas, com dois funcionários bizarros, Barry e Dick, vê sua situação piorar irremediavelmente quando, subitamente, sua então companheira, Laura, o abandona. Transtornado, não se dá por vencido, e inicia uma via crucis na tentativa de reconquistá-la. Entre uma e outra investida, que por sinal se dão das formas mais estranhas e improváveis possíveis, relembra, com uma certa nostalgia e algum remorso, os cinco foras mais dolorosos que já levou. Cinco não por acaso; fazer top five dos mais variados assuntos é uma constante entre ele, Barry e Dick.
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A indústria dos games cresceu assustadoramente nos últimos dez anos. Antes considerados brinquedos para crianças, jogos eletrônicos atualmente são sofisticados e têm como público-alvo jovens adultos, que cresceram absortos nos outrota jogos infantis, e que anseiam por temáticas que condizem com suas mentalidades. Tudo isso faz com que este nicho seja um dos que mais movimentam a economia em países desenvolvidos, especialmente os Estados Unidos e o Japão. Vendo o grande público que os jogos têm, em meados dos anos noventa começaram a surgir tentativas de transportar as amadas personagens de jogos para outro ramo muito lucrativo do entretenimento, o cinema. Muitos títulos, desde então, foram lançados; infelizmente, a maioria foi uma grande e frustrante decepção.
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Nunca foi minha intenção fazer deste blog um diário, ou qualquer coisa que se assemelhe a isso. E é curioso, porque, quando se fala em blog, uma das primeiras coisas pensadas/citadas é o autor do mesmo, o que, num primeiro momento, dá a sensação de que o blog é o diarinho do autor. Este, invariavelmente, é a alma do negócio, e ser parcial, extravasar opiniões, comentar situações que aconteceram, enfim, essas coisas que remetem diretamente ao autor, é necessário para que o blog tenha alma. Mesmo assim, fujo do estilo diarinho. Bem como evito escrever palavrões, do tipo “porra de celular”, ou então, “aquele filme é do caralho”. Mas vá lá, nem conversando com meus amigos mais íntimos falo palavrões, o que torna tal protesto de minha parte absolutamente irrelevante; tanto que nem sei porque escrevi essa merda.
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