Eis que chegou o grande dia, o BlogDay 2006! Não sabe do que se trata!? Leia este texto, de um outro blog meu, e fique por dentro. Sem mais delongas, vamos ao meu top five.
Arquivos do mês August 31e 2006
Ano passado, meses antes de estrear meu blog, já acompanhava alguns. Dentre eles, um me chamava a atenção: era o SEÇÃO KARINASSA, assim mesmo, com tudo maiúsculo. Escrito pela advogada Karina Küster, tinha qualidade, humor fino e conteúdo. Um dos textos favoritos em se tratando de blogs é o “Quer comprar móveis de escritório?”, onde ela demonstra, de maneira vívida e sem rodeios, a desgraça que é ser advogada. Na época, esse texto era meu maior consolo quando pensava em abandonar o curso de Direito… Uma pena que, graças a um professor fenomenal de Direito Penal, a idéia do abandono caiu no limbo do esquecimento, ofuscada pela animação da referida disciplina. De qualquer maneira, o texto não ficou menos interessante. Infelizmente, porém, dona Karinassa sumiu dos blogs, e há muito perdi contato com ela. Então, Karinassa, se chegar a ler este blog, peço-lhe desculpas, mas vou republicar seu texto aqui, ok?
Fruto de uma parceria financeira (vulgo “vaquinha”) entre eu e minha irmã do meio, a Patrícia, recentemente adquirimos o box da primeira temporada do enlatado americano The O.C.

É uma série mela cueca, tipo o jurássico Beverly Hills, 90210, mas com um enredo bacana, dramas realmente dramáticos, muita ironia, sarcasmo e referências culturais contemporâneas. enfim, é legal. Dando uma de Rob Fleming, após assistir todos os vinte e sete capítulos num período de menos de sete dias, listarei, neste texto, os cinco momentos mais bacanas.
Continue lendo ‘Cinco momentos legais da primeira temporada de The O.C.’
Ah, o Japão! Cultura riquíssima, culinária exótica, costumes milenares. Meu interesse neste longínquo país vem de cedo, desde os tempos em que passava os finais de semana, e os dias normais da semana, jogando games japoneses, no vídeo game japonês PlayStation, da Sony. Pouco depois, veio a febre dos animes, a princípio liderada por Pokémon (sim, já gostei e admito) e Dragon Ball Z. Dali foi um pulo para buscar informações sobre a terra do sol nascente, e também brotar em mim o desejo de, um dia, conhecê-la.
Nunca fui chegado em RPG tradicional, aquele jogado com dados, e cujo “roteiro” é criado pelos próprios jogadores. Minha limitada criatividade, agregada a uma certa, ahn… vergonha, criaram essa aversão ao referido jogo. Em se tratando de RPG para videogames, com roteiro linear e pré-definido, a história muda. Gosto muito deles. O primeiro e melhor que joguei é Final Fantasy VII, da Square, lançado em 1997 para PlayStation.
Muitos hão de concordar com esta afirmativa: em 2006, a web é dos vídeos. Serviços de hospedagem rápida e fácil, aliada à tecnologia flash e à popularização das conexões banda larga, fizeram com que o vídeo online explodisse neste ano. Google Video e YouTube encabeçam a lista de serviços do tipo. Meu mais novo projeto aproveita-se desta recente mania, e serve de filtro, selecionando apenas o que há de melhor nos referidos serviços. Senhoras e senhores, conheçam o vidinhos.com!
E pensar que, no início, navegávamos a 14 kbps… Hoje, já há conexões comerciais de 30 mbps! Claro que este número está bem longe dos padrões brasileiros, mas mesmo assim, a banda larga, em terras tupiniquins, está muito difundida atualmente. Porém, o fator que mais interefere no escopo deste texto não são altas velocidades, mas sim as vantagens da banda larga sobre a estreita (ou, caso queiram, sobre a discadinha).
Esclarecendo o confuso primeiro parágrafo, pretendo, aqui, comentar alguns hábitos que tinha nos tempos da Internet discada. Pode parecer que não, mas a forma de usar a Internet muda drasticamente com algumas dezenas de kilo bits por segundo a mais.
Tive minha primeira conexão no final de 2001, através do provedor VSP. Dali a algum tempo, ainda na discada, aderi a provedores gratuitos, variando entre iG e iBest. Por fim, em novembro de 2004, pouco antes de ser demitido de um malfadado estágio num escritório de advocacia, assinei o serviço Turbo 300 (ADSL), com a BrasilTelecom. Continue lendo ‘Nos tempos da dial up…’