Ano passado, meses antes de estrear meu blog, já acompanhava alguns. Dentre eles, um me chamava a atenção: era o SEÇÃO KARINASSA, assim mesmo, com tudo maiúsculo. Escrito pela advogada Karina Küster, tinha qualidade, humor fino e conteúdo. Um dos textos favoritos em se tratando de blogs é o “Quer comprar móveis de escritório?”, onde ela demonstra, de maneira vívida e sem rodeios, a desgraça que é ser advogada. Na época, esse texto era meu maior consolo quando pensava em abandonar o curso de Direito… Uma pena que, graças a um professor fenomenal de Direito Penal, a idéia do abandono caiu no limbo do esquecimento, ofuscada pela animação da referida disciplina. De qualquer maneira, o texto não ficou menos interessante. Infelizmente, porém, dona Karinassa sumiu dos blogs, e há muito perdi contato com ela. Então, Karinassa, se chegar a ler este blog, peço-lhe desculpas, mas vou republicar seu texto aqui, ok?
“QUER COMPRAR MÓVEIS DE ESCRITÓRIO?
Nos idos de outubro de 1995, uma maldição caiu sobre mim. Lá estava eu, na fila do Banestado (é… faz tempo), pronta para pagar a ficha de inscrição do vestibular da Universidade Federal do Paraná.
Tinha acabado de pintar aquele quadradinho, número 41. Lembro bem do número porque fiz todas as associações que a minha ignorância numerológica e cabalística poderia fazer. ‘Bacharelado em Direito – Diurno’ era o que estava escrito.
Alguns dias mais tarde, a notícia correu pelo colégio: Direito seria o curso mais concorrido daquele ano. Na época, só havia três faculdades de Direito em Curitiba. (ah, bons tempos!) e a concorrência era mais acirrada que hoje. Batia os quarenta candidatos por vaga. Eu teria que estudar muito mais para o tal do vestibular, e assim o fiz.
Mal sabia que estava cavando minha própria cova. Passar no vestibular foi um trololó, perto do que veio depois.
Passados oito anos, após chefes psicopatas, sócios sociopatas e clientes mentirosos e caloteiros, aprendi algumas lições. Uma delas foi a de selecionar melhor os meus clientes. Outra é selecionar melhor os meus sócios. Ganhei de presente da sorte um anjo da guarda chamada Suzana, minha atual sócia, que me quebra cada galho, a ponto de eu ter certeza que nunca conseguirei retribuir.
Também tive a sorte de achar um emprego no Jurídico de uma empresa, paralelamente ao escritório, em que não tenho que atuar diretamente em processos judiciais, e é esse o ponto.
Eu odeio ser advogada. Eu odeio as formalidades do meio. Eu detesto jargões jurídicos. Eu me sinto mal dentro do Fórum. Eu acho juízes chatos. Eu acho homem de terno horrível. Eu detesto chamar de ‘nobre colega’ aqueles advogados pedantes. Eu tenho nojo de mulher de laquê no cabelo. Eu odeio usar tailler. Eu odeio clientes. Eu odeio ser advogada! Ficou bem claro? Não? Então vou repetir em maiúsculas: EU ODEIO SER ADVOGADA!
Antigamente achava que vocação era algo bobo, algo que se constrói com o tempo. Não é…
Antigamente eu achava que poderia escolher a minha profissão tendo por base a facilidade para o mercado de trabalho. Tal escolha só tornou as coisas mais difíceis.
Fico tão triste quando vejo a ilusão nos olhos de meninotes e meninotas com seus 15, 16 anos de idade, quando falam, quase unânimes: ‘Direito’, quando perguntados sobre que carreira pretendem seguir.
Quando estava perto da formatura, havia advertido todo mundo, que acho extremamente bregas os advogados que ostentam anéis de formatura. Seu Ivan, pra minha surpresa, mandou fazer um anel especial, bem diferente daqueles anéis de rubi e uma balança talhada. É um anel lindo! Mas muito pouco usado… pra tristeza do meu pai.
Desculpa, pai, mas não me orgulho por ser advogada.
E esse texto é uma homenagem à OAB-PR, a quem acabo de deixar exatos R$ 485,03, para que, em 2005, eu possa continuar odiando ser advogada.”
Serei eu, daqui a três anos, a versão macho da Karinassa? Tenho medo disso tudo…
Cara, desculpa comentar aqui algo que não tem nada a ver mas acho que é bom você dar uma verificada.
Por padrão o “Avise-me sobre novos comentários via e-mail” já vem ativado o que pode fazer com que alguem comece a receber avisos sem querer, como foi meu caso. Se acontecer isso basta o sujeiro se descadastrar, eu tentei e não consigo. O link que vem no email para gerenciar a minha inscrição em comentários do seu site esta quebrado e responde um 404.
Abraço.
Exatamente. Por mais que eu ame Direito, concordo com ela em vários pontos, e a explicação pra isso é que Direito já nasce com a pessoa, está no sangue, é vocação, ou qualquer outro termo que vc queira usar. Quero dizer, se vc não gosta de Direito, não gosta das aulas de Direito Tributário, odeia os institutos do Direito Civil mas por outro lado gosta de Direito Penal (todo mundo gosta), meu amigo, desencana de fazer Direito, vai fazer medicina, engenharia, psicologia, ou qualquer outro curso, vc será muito melhor profissional. E, caso queira mesmo insistir em continuar no Direito, é bom lembrar que Direito é uma coisa só, é dividido em matérias apenas didaticamente, mas isso vc já deve ter ouvido falar na faculdade!
Um abraço e boa sorte pra gente!
PS: Eu não vejo a hora de tirar minha OAB, ao contrário da Karinassa, pretendo pagar com orgulho!
“Antigamente achava que vocação era algo bobo, algo que se constrói com o tempo. Não é…
Antigamente eu achava que poderia escolher a minha profissão tendo por base a facilidade para o mercado de trabalho.”
vixiii, acho que me identifiquei com isso…
muito foda essa hora de escolher o que vai fazer, e como saber para que eu tenho vocacao?? nao me venha com idéias de testes vocacionais que pra mim é mesma que coisa que merda (perdao pela palavra).
Biba que bom que esse seu professor foi um incentivo pra você, e tomare que vocÊ não seja que nem ela não. E se for, o direto tem tantos campos diferentes em que vocÊ pode atuar, e não só como advogado! Acho que você sabe muito mais disso que eu né!!
Bibinhaaa muitas saudades de ti!!
Beijos beijosss BUNDINHAAAAAAAA
toda vez que vejo essa foto da bundinha aqui morro de rir cara.. =)
Se vc tem medo….IMAGINA EU???
Aiaiia…esse texto me deixou em duvida huahauhuahuah
Rodrigo,
Primeiramente é uma honra ter o meu finado texto publicado no seu blog. Dá ate vontade de reativar a SK.
Devo dizer que as coisas mudam. Achei o meu lugar, o meu espaço. Hoje, acredite, amo ser advogada! Uma coisa permanece a mesma: selecionar bem os clientes.
É impressionante o ânimo que dá quando a gente gosta dos nossos clientes. Cada vitória minha nos tribunais é uma vitória pessoal. Tenho vontade de sair pulando de feliz e estourar espumante por aí. pra compensar, a cada derrota fico pra morrer.
Hoje estou feliz no jurídico de outra empresa. amo o meu trabalho, amo o meu emprego e amo todas as sensações e emoções que as atividades diáriasm me trazem.
As pessoas mudam. Começo a sentir orgulho de vestir tailler. Outras não: continuo desgostando das coisas pomposas do mundo jurídico. Também continue achando cara a mensalidade da OAB/PR, já que não me devolve nada de muito significativo.
As situações mudam. O meu anel de rubi não sai do dedo.
Muito obrigada pela homenagem. Desejo tanta sorte para a sua carreira como a que estou vivendo.
Um abração!
ME AJUDEM, NÃO SEI MAIS.
EU FIZ PUBLICIDADE E PROPAGANDA (UM SEMESTRE), MAS PERCEBI QUE NÃO ERA O CURSO APROPRIADO PRA MIM, POR VÁRIAS RAZÕES, EMBORA EU CONTINUE ADORANDO O MUNDO DA PUBLICIDADE. DAÍ, RESOLVI PARTIR PRO DIREITO, PQ ERA UMA OUTRA CARREIRA QUE EU ATÉ ACHAVA BONITO E TAL E QUE ME RENDERIA UM FUTURO MAIS ESTÁVEL E SEGURO.
ENTREI PRA FACULDADE DE DIREITO, ESTOU NO COMEÇO DO SEGUNDO ANO E AS VEZES TENHO CRISES HORRÍVEIS, PQ NÃO SEI SE É REALMENTE O QUE EU QUERO, EU ODEIO ESTUDAR AS MATÉRIAS DO 3º SEMESTRE, ACHO UM SACO! ME CANSO SÓ DE PENSAR…
VOCÊS JA PASSARAM POR ISSO? PLEASE, ME DÊEM UMA LUZ NESSA ESCURIDÃO QUE ANDA A MINHA PORCARIA DE VIDA ACADÊMICA.
Relaxa, Rafaela… Sempre tenho essa sensação, e para piorar, a minha é a última turma de Direito da universidade onde estudo; o curso está em vias de ser fechado definitivamente, e com isso já perdemos mais da metade do quadro de professores (não por acaso, muitos dos bons já se foram).
É difícil, é complicado, mas é a vida. E se Direito não for o curso da minha vida, f***-se. Depois faço outro. Independente de eu trabalhar ou não com isso, e de gostar ou não do que estudo atualmente, seria ingratidão de minha parte desmerecer o curso. Já cresci muito graças a ele, fiz grandes amizades, e acumulei uma experiência bacana. Como sempre digo, tudo na vida é válido.
[]’s
O texto parece mais um desabafo. Foi momentâneo.
A propósito, concordo com a Karinassa no seguinte aspecto: Valor da OAB… Aqui em santa catarina tá perto dos R$ 900,00. Absurdo.
A profissão é muito nobre, tem um certo altruísmo como aquele de ajudar o próximo, mesmo que com a pecúlia, o único problema é o descaso estatal através do parco sistema que fornece para a justiça, seja ele no lado ideológico, legal, ou no aspecto material mesmo.
A profissão é boa, vale a pena, mas deve-se advertir: os vestibulandos, os novos profissionais, devem procurar conhecer outros cursos também… escolher em várias opções e não se limitar no Direito e/ou também em Administração de Empresas.
Sorte!
Não foi nada bom, lamentei muito o curso de direito em São Paulo. A partir do terceiro ano em diante (que foi quando começou o curso pra valer mesmo), parei de trabalhar e passei a fazer estágio, aí pude ver o que era mesmo trabalhar com advocacia, percebí que não era o que imaginava.
Não tinha parâmetro, pois nenhum parente ou conhecido meu é advogado, como sempre gostei de humanas, achei que ia me dar bem, doçe ilusão!!
Nos dois primeiros anos eu não me liguei muito por que trabalhava e as matérias ou não tinham muito a ver (economia, ciência política…) ou eram tranquilas, mas no decorrer do terceiro ano tudo mudou, começei a fazer estágio na área e a cobrança começou a ficar forte na faculdade.
Aí não teve jeito, faltando dois anos, não me deixaram parar, foi uma b***, parecia o que a Karinassa falou, começei a detestar fórum e odiar advogado, ficava com raiva toda vez que algem tocava no assunto, aliás até agora. Não suportava os meus colegas se achando, entrava na classe de cara fechada, no intervalo abria o jornal na cara e me fechava, claro que tinha gente legal só que eu não estava em paz.
Não tenho jeito pra coisa, me sentí forçado, é dificil explicar. Até consegui com muito esforço passar em processo seletivo de multinacional alemã, fabricante de caminhões e carros de luxo, achando que iria me ajudar, mas foi pior ainda, terminou de estragar tudo. Acreditem só ví baixaria, não aprendí porcaria nenhuma, fazia trabalho de funcionário para os chefes se vangloriarem e não terem o nome incluso no próximo PDV (programa de demissão), e nem de longe iria ser efetivado, os colegas até que as vezes eram legais mas não estavam nem aí e faziam cagadas muito graves, e sem nenhum pudor acusavam qualquer um. A empresa não tem o menor intuito de aproveitar os estagiários, mas sim colocar um bando de estudantes iludidos em um cargo rotativo, sem vínculo é claro, para não contratar um funcionário efetivo.
Agora que terminei só tenho uma certeza, não vou trabalhar com isso, sinto muito pelo desabafo, mas foi um dos poucos lugares que encontrei para fazer isso, é dificil explicar mas direito não é o que eu quero mesmo, sei que muitos gostam mas eu não sou um destes.
Perdoem o “doçe ilusão” e algum outro erro, digitar no escuro, rápido e só com a luz do monitor dá nisso.
DELMA DELMA DELMA DELMA VOCE SO QUIZ ME USAR AI EM SAO LUIS E USAR OS OUTROS,DELMA DELMA DELMA ISSO NAO FICA ASSIM HAVERA VAIROS PROCESSOS CONTRA VOCEE AINDA POR CIMA TODO MUNDO SABE QUE VOCE NAO É SANTA AI NO BAIRRO
Ao ler o texto de Karina, não me comovi, e nem mesmo me senti constrangido com a desilusão desta moça para com a Advocacia, pois, ela simplesmente não está na profissão mais adequada para a mesma.
E ainda, veio-me à mente as palavras do mestre Valdir Troncoso Peres “O Principe dos Advogados”, ao enfatizar a nobreza desta profissão/vocação, que ora passo adiante, como forma de motivar aqueles que teem dentro de si a chama pela advocacia, e afujente os medrosos, in verbis:
“Para ser Advogado, necessita-se de coragem!
Coragem moral, de ser e de existir, como forma de dar expansão ao expÃrito!
Não é profissão para escravo!
É profissão para Senhor!”
Pensem numa espada samurai, é linda, decorada, muitas delas trazem histórias impressas em sua lâmina… para chegar a esse ponto o aço foi forjado, cunhado pelo fogo, recebeu inúmeras pancadas para se moldar à forma magistral que possui, porém algumas jamais coratarão, algumas jamais serão impunhadas, algumas serão usadas para o mal, outras para promover justiça.
Assim é a formação do operador do direito… após anos de sacrifÃcios, alguns serão medÃocres, outros brilhantes, alguns jamais o utilizarão, outros através dele encubrirão as injustiças cotidianas, e aqueles, que devem realmente ser chamados de DOUTORES, com ele promoverão justiça.
Um salve àqueles entitulados DOUTORES!
Pelo amor de Deus, Flávio Affonso, “expirito”????? Ah! aà você deixou transparecer bem, o motivo do seu ponto de vista com relação ao exercÃcio da Advocacia.
Advogar já foi bom, já foi compensador, isto, quando o profissional da Advocacia era visto com outros olhos, respeitado, por todos, especialmente pelos membros do poder Judiciário. Isso não ocorre hoje, o Advogado é desmerecido, desrespeitado, subjugado, um ser, ‘a mercê, do humor de juÃzes, funcionários da Justiça etc.. e essa é a verdade.
Sem dizer, que a morosidade com que “andam” os processos, prejudicam , sobremaneira, a vida financeira do profissional da Advocacia.
Infelizmente, tenho que concordar com “essa moça”, pois, embora Advogar seja magnÃfico, hojé é uma nojeira!
Sinceramente eu faço das palavras dela as minhas, pois estou cursando direito e hoje vejo que eu já começei errando. Pois não são todos , mas a maioria dos meus ” nobres colegas de classe” vivem disputando quem é o melhor, arrogantes… E não falo mas , para não entristecer que ama essa carreira. Desejo tudo de bom para quem quer seguir, o que não é o meu caso.
Concordo com vcs Karinassa, Rodrigo, Jansen e outros !!!
Preferia ser hoje uma ” doceira” feliz, realizada, do que uma advogada frustrada, pois é isto que ocorre. Só mesmo quem já advoga sabe das decepções que tal profissao traz. Nem mesmo as vitorias sao suficientes para apagar todo o mal que se sente em determinadas situações.
Um abraço de uma advogada decepcionada !
To no 5º semestre, ainda nao fiz nenhum estágio, nao tenho prática alguma e isso me deixa um tanto quanto frustrada. sinto que tô fazendo o curso somente pq a minha mãe acha lindo. eu to me sentindo péssima em só estudar pra PASSAR na prova e nao pra tirar um 10.
me dêem uma força, caso algum de vcs ja tenha passado por isso, se sentindo “inúteis”.
e cada vez vai piorando, vai ficando mais dificil e eu achando que nao tenho condições de saber tudo aquilo.
ai que péssimo…
abraços tristes :\
Só há um comentário a se fazer: o que esperar de uma pessoa que vive uma vida que ela “odeia”? O problema para ela não é o Direito (a mais profunda das ciências), mas ela mesma! Acho que ela odeia a si mesma… tenho pena dos seus clientes.
Gente, qta coisa boa “rolou” poraki…
Muito bom ver opiniões diferentes sobre a advocacia e a maioria acompanhada de ótimos argumentos!
Tb sou Advogada, me formei com 22 anos e fui aprovada no meu primeiro exame da OAB/SP. Bom né? talvez não…
Concordo que a profissão que hj exerço não é para qqr um… é para nobres, é para corajosos, somos vitoriosos a cada dia que passa…
É mto difÃcil Advogar.
O Advogado precisa matar um leão por dia, precisa cumprir prazos, precisa correr para conseguir fzr todas as audiências do dia e ainda assim aguentar o mau-humor e a falta de educação de alguns Magistrados…
A arte de advogar é única e só pode ser plenamente exercida por verdadeiros heróis.
Infelizmente eu não sinto bem advogando, acho que não sou tão boa para execer tal profissão.
Eu passo mta raiva qdo clientes sem nenhuma condição de trabalhar, algumas vezes quase morrendo, me procuram no escritório dzdo que o INSS não prorrogou o benefÃcio por constatarem plena capacidade de trabalho.
Eu passo mta raiva qdo ingresso com uma ação pleiteando o restabelecimento com pedido liminar desse benefÃcio e o Juiz dá um despacho de praxe, sem ao menos analisar a gravidade da situação.
Eu passo mta raiva qdo Juizes não acreditam no que eu alego nas petições mesmo com todas as provas evidenciando minhas afirmações.
Alguma colega falou sobre escolher os clientes, acho fundamental, mas ao mesmo tempo, não consigo apenas “dar as costas” para casos como o que mencionei…
O “corpo mole” de alguns serevntuários…
enfim, isso é pra heróis… e, com todo respeito, esse mérito nunca irá pertencer a Juizes, Promotores, Delegasdos…mas tão somente aos Advogados.
Infelizmente, essa profissão não é pra mim.
essa profissão nao é pra mim. por outro lado, não conheço nenhuma outra em que me enquadraria…rs
Prezados acabei de me concluir meu curso mais espero não acabar me frustrando tanto assim com ele.