Embora tenha tido contato apenas em 2005, o disco de estréia dos Killers, Hot Fuss, foi um dos melhores de 2004. Tendo como influência direta a música dos anos oitenta, trouxeram uma batida legal, envolvente e original, e arrebataram público e crítica. Dois anos depois, chega a hora temida por muitos, o momento em que o segundo vem à luz, onde os poucos bons são separados dos sortudos de primeira viagem.
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É, ainda estou estudando Direito… Fim do ano, provas finais chegando, ótima hora para redigir e publicar a terceira edição da série Curiosidades jurídicas, uma experiência que, felizmente, fez sucesso entre os leitores deste blog, fato este que a transformou numa série de artigos, os quais escrevo de bom grado. Nesta edição, curiosidades aleatórias (civis, processuais e constitucionais).
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Há quem diga que o ser humano não foi concebido para ser monogâmico. Segundo esta visão, o homem é um ser promíscuo, cujo único objetivo é procriar. Discordo desta visão, embora reconheça que tal opinião provavelmente seja proveniente da minha criação e formação, o que significa que, se eu porventura tivesse nascido num lugar onde a tradição dissesse que a promiscuidade é o que há, comungaria dessa opinião. É inegável, porém, admitir que, embora a sociedade e os costumes ocidentais preguem a união monogâmica, é cada vez mais raro encontrar casais em cujo histórico não figure nenhum caso de adultério. Quando encontrados, ainda, há o risco da união por conveniência, por preguiça, por qualquer fator que desfigure o relacionamento como ele é (ou, no caso, deveria ser). Em suma, está difícil encontrar casais estáveis e felizes. Por quê?
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