As deslumbrantes Cataratas do Iguaçu
O terceiro e último passeio da minha viagem a Foz do Iguaçu foi justamente no cartão postal da cidade, o Parque Nacional do Iguaçu. A viagem, aliás, já foi há bastante tempo, logo, não garanto que este texto trará todas as informações que naquela época estavam frescas em minha mente.
À primeira vista, tudo é belÃssimo e bem cuidado. À segunda, também. E à terceira, quarta, quinta… O complexo do parque é algo que impressiona duplamente: pela beleza, e pelo esmero com que as coisas são feitas por ali. Chegamos no ônibus da universidade, e após descermos no estacionamento, dirigimo-nos para a bilheteria. Há preços diferentes dependendo da idade e, o que achei um absurdo, da região onde se mora. Trocando em miúdos, se o visitante é de Foz ou região, paga um valor ridÃculo; se é turista, paga os olhos da cara. A loja de souvenirs serviu só para passar o tempo, enquanto o ônibus do parque não chegava. Ou alguém pagaria quase R$ 30,00 por uma Havaianas?
Quando o ônibus chegou, fiquei empolgado com um detalhe: ele tinha dois andares, e o mais legal é que o andar superior não tinha janelas, era tudo ao ar livre. Logicamente, eu e a Heri nos acomodamos na parte superior. E ainda bem! O ônibus faz uma viagem relativamente longa até as Cataratas do Iguaçu, e a julgar pelo calor que fazia, de certo derreterÃamos embaixo. Lá em cima, só alegria: um vento delicioso no rosto, descendo por ruas espetacularmente lisas, ladeadas por um paisagem exuberante. No dia que as rodovias privatizadas paranaenses forem iguais à quela estradinha, eu pagarei os R$ 6,20 que cobram de pedágio com um sorriso no rosto…
O ônibus nos deixa no começo da trilha para as Cataratas, em frente a um hotel extremamente chique, um prédio estilo colonial todo rosa. “Trilha” é modo de dizer; na realidade, trata-se de um passeio de madeira, que desce o barranco rumo à s quedas d’água.

Há descidas e subidas, algumas bem Ãngremes e cansativas. Na metade do caminho, aproximadamente, temos a primeira visão das cachoeiras.

À essa altura, o cansaço estava atingindo nÃveis quase insuportáveis. Mas eis que, antes de entregarmos os pontos, chegamos ao ápice da viagem: as Cataratas do Iguaçu!


A passarela felizmente estava aberta ao público, e desta vez deixei o medo de lado e, ao contrário do que fiz dez anos atrás, fui até o final. Vejam o vÃdeo:
(Acabei de enviar, pode ser que não funcione já… Experimente mais tarde, ok?)
Admiramos, admiramos e admiramos. Depois admiramos mais um pouco. Totalmente molhados, porque na passarela, é como se estivesse chovendo constantemente: a água vem das quedas bastante forte, sendo que é impossÃvel sair de lá seco.
Mais à frente, há uma espécie de mirante, que fica imediatamente ao lado das quedas. Impressionante!

Para felicidade geral, há um evelador que nos leva de volta ao inÃcio da trilha. Como o cronograma estava meio apertado, deixamos de visitar muitos lugares do parque. Há muitas outras coisas bacanas para se ver lá, como o museu, e os jogos radicais. Numa próxima oportunidade, com bastante tempo livre, explorarei com mais atenção esses extras do Parque Nacional do Iguaçu.
Depois deste último e maravilhoso passeio, voltamos à Itaipu para ver o show de luzes (esta história eu já contei). Dali, finalmente, jantamos numa pizzaria bem ruizinha, e depois, exaustos, voltamos a Maringá.
A viagem foi excepcional, em todos os sentidos. Espero que tenham gostado desta série de três dois textos. Sempre que possÃvel, e eu julgar interessante a vocês, publicarei relatos de passeios e viagens que faço por aÃ. São poucos, sim, mas poucos que valem por muitos.
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