Arquivos do mês June 28e 2007

Fim de semestre

Jacareí (distrito de Paranavaí). 29/04/07.

Impressionante como este semestre, que está por se encerrar, passou rápido. Estou no penúltimo trabalho da faculdade, amanhã é a última prova, e na próxima quarta, o último dia de aula. Depois, um mês para descansar, adiantar alguns trabalhos importantes do segundo semestre e, por que não, arrumar a casa.

O tema atual deste humilde blog não está legal. Muito grande, cansativo, ruim. É o típico caso onde, na prática, a teoria é outra. Explico. Enquanto o criava, não fui capaz de observar suas deficiências. E, talvez por ter demorado um bom tempo em sua confecção, após lançá-lo, demorei para perceber que não estava havia ficado tão legal quanto no projeto.

Estou criando um novo tema, e pretendo lançá-lo ainda em julho. Isso quebra a recém-criada tradição de trocar o tema uma vez por ano, no aniversário do blog, mas enfim, neste caso específico, é algo urgente.

Aliás, em julho teremos coisas legais (se referindo ao micro-universo dos meus sites). Não sei se haverá outra reformulação além da deste blog, mas a possibilidade existe. Falando em reformulações, farei os últimos retoques no WinAjuda 2008 também, os quais pretendo discutir de forma bem aberta com os leitores (de lá). Por fim, uma grande novidade, não partindo de mim, mas com alguma relação, poderá surgir.

Será bom voltar para casa, voltar a comer a comida da minha mãe (não que as marmitas daqui sejam ruins), ter tempo livre para coçar o saco, poder dormir até oito horas, ficar em casa domingo de tardezinha, sem a obrigação de ter que pegar a estrada. Acredito que esse período será como… férias!

Embora meu ritmo particular provavelmente dê uma diminuída, o dos sites não irá.

Enfim, é isso.

[tags]Férias, Faculdade, Semestre, Sites[/tags]

Comercial, Penal e Processo Trabalhista

As fases da recuperação judicial de uma empresa em estado de insolvência são três: postulatória, deliberativa, e de execução. Micro-empresas e empresas de pequeno porte têm a chamada recuperação judicial especial, que se difere da tradicional por alguns aspectos que a tornam menos complexa, como a dispensa de aprovação da assembléia de credores (a decisão é do juiz), e o pagamento igualitário em até trinta e seis meses. O prazo mínimo entre dois pedidos de recuperação judicial, um dos requisitos deste instituto, é de cinco anos para empresas normais, e de oito para as micro e de pequeno porte.

Lei nº 4.898/65. Abuso de autoridade. A Lei protege os cidadãos de eventuais abusos cometidos por pessoas que detêm poder, mesmo que transitoriamente e sem remuneração. As condutas ilícitas estão elencadas nos artigos 3º e 4º. São bem amplas e pouco objetivas, o que leva alguns estudiosos a contestarem sua constitucionalidade. Lei nº 9.034/95. Crime organizado. Meios operacionais que visam reprimir e prevenir crimes praticados por organizações criminosas. Prevê a ação controlada, que consiste na infiltração de policiais em organizações criminosas sob disfarce, com o intuito de colher provas. Interceptação e captação de sinais eletromagnéticos, acústicos e óticos só são permitidos mediante autorização judicial. O inquérito é extremamente sigiloso, e segundo a lei, é vedado ao advogado ter acesso a ele. Mas, nada que um mandado de segurança não resolva… Trouxe de volta a figura do juiz inquisidor, que logo foi derrubada graças a uma ADIN.

Competência na Justiça do Trabalho. A material, que versa sobre a matéria das lides, foi muito ampliada com a Emenda Constitucional 45/2004 (artigo 114). Esta, junto com a pessoal, têm previsão constitucional, e por isso são chamadas absolutas. As outras, territorial e do valor da causa, são relativas. Valor da causa: até 40 salários mínimos, rito sumaríssimo (requer liquidez do pedido); acima disso, rito ordinário. Competência territorial é do domicílio aonde foi prestado o serviço. Em prol do princípio da economicidade, se a parte contrária não argüir exceção de incompetência territorial, a reclamação continua na vara errada. Greve é proibida para servidores públicos estatutários (artigo 37, CF). Relações de trabalho não abrangidas pela CLT: relação de consumo, servidor público estatutário e pessoa jurídica prestadora de serviços. Mandado de segurança cabe contra ato abusivo de autoridade. Tutela antecipada cabe quando há verossimilhança do pedido, prova inequívoca e receite de dano irreparável ou de difícil reparação. Artigos 651, 800, 852-C.

Compêndio do que restou em minha mente das três primeiras provas deste bimestre (uma delas é amanhã). Além dessas, há mais quatro trabalhos gigantescos me chamando, todos tendo como prazo máximo de entrega o começo de julho. Amanhã é prova de Processo Trabalhista (terceiro parágrafo). Espero que dê tudo certo. Explicado agora o porquê de tão poucas atualizações aqui e , e tantos problemas pendentes de solução acolá? Obrigado pela compreensão :) .

[tags]Estudo, Direito, Acadêmico, Graduação, Prova, Trabalho, Tempo, Faculdade, Universidade[/tags]

Meu bom e velho Pentium 166

Hoje uso AMD, mas houve uma época em que o Pentium, processador da Intel, reinava absoluto, e ela coincidiu com o início do meu interesse pela informática. Era 1996, e ainda lembro bem de meu pai chegando em casa trazendo a grande notícia: compramos um computador! Segundo o cara da loja, um amigo da família, “top de linha”. Papo de vendedor, mas sabe como é, naquela época eu entendia tanto de computadores quanto entendo hoje de ornitorrincos.

Algumas semanas depois, eis que chega ele. Processador Pentium de 166 MHz. O do meu primo era de 133 MHz! “O cara deve estar falando a verdade, esse é top mesmo”, pensei eu com meus botões. O show continuava com incríveis 8 MB de memória, que dali a alguns anos recebeu um upgrade, totalizando, assim, 32 MB. Outro componente que foi revitalizado é o HD, que de míseros 2 GB, passou a ter 20 GB. Complementando o conjunto, uma placa de vídeo Trident de 1 MB, e alguns anos mais tarde, um kit multimídia (era assim que placas de som e drives de CD-Rom eram vendidos) acrescentou uma placa de som Yamaha, e um CD-Rom Creative de 24X.

Meu uso do PC era limitado, duas horas por dia. Nesse pouco tempo, fazia uns rabiscos no Paint, brincava nos joguinhos que já vinham instalados, e só. Não, minto: no começo, eu copiava livros que pegava emprestado na biblioteca da escola. Até que meus pais descobriram isso, e me repreenderam, afinal, “o computador é bom, mas estes textos vão acabar com a memória dele”. O auge de uso foi quando descobri os emuladores de vídeo games: Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy (Pokémon Amarelo deixou saudades), e até Neo Geo, cujas ROMs demoravam séculos para carregar.

Foram quase cinco anos usando aquela carroça. O tempo passou, lançamentos surgiram, mas só em 2001, após muita insistência, consegui convencer meus pais a me presentearem com um novo PC, um Pentium 3 de 1 GHz (o “top” da época). O velho Pentium 166? Ficou ali, encostado num canto da sala. Chegou a ir para o escritório-que-nunca-foi-inaugurado da minha mãe, e depois que o mesmo foi desmontado, voltou para seu cantinho.

Dia desses, meu pai pediu para eu arrumá-lo, pois está precisando de uma máquina de escrever que salve o texto e permita corrigi-lo posteriormente. Este é, se não o único, a melhor forma de aproveitar o PC velho de guerra. Depois de levá-lo à assistência, e eles conseguirem o milagre de ressuscitar a placa de vídeo, que apresentava borrões na tela de modo a deixá-la ininteligível, bastou comprar um adaptador para teclado (PS2 para Serial), e pronto: o Pentium 166 está de volta à ativa.

Abri o Windows 98, mexi em algumas pastas, e logo constatei a última vez que havia mexido nele: junho de 2003. Na ocasião, até escrevi um texto bem cretino no WinAjuda, que, para minha vergonha, ainda está no ar. Está do jeito que deixei: Kazaa Lite instalado (e com duas músicas baixadas: O mundo anda tão complicado, da Legião Urbana, e Anyone, do Roxette), Doom 2, Duke Nukem 3D e SimCity 2000 à disposição, Word e Excel 2000, Winamp dos antigos. Até um documento pequeno, que eu havia preparado para me auxiliar na compra do meu primeiro celular, está lá. Na época, celular “top” tinha tela monocromática, mandava mensagem e tinha alarme. E só.

Onze anos, e o bom e velho Pentium 166 continua na ativa. Até quando vai? Não sei, só sei que vai longe…

[tags]Pentium, PC, Micreiro, Geek[/tags]

Relaxa e goza


Link para o vídeo.

Marta Suplicy, Ministra do Turismo, dando um conselho para os turistas brasileiros que pretendem encarar as filas e “transtornos” derivados da atual crise aérea:

“Relaxa e goza, porque assim você esquece todos os transtornos.”

Tem que rir para não chorar :) .

Nem “This is Sparta!” é páreo para isso. Frase do ano, disparada.

[tags]Marta Suplicy, Suplicy, Marta, PT, Crise aérea, Avião, Aeroportos, Relaxa, Goza, Sarcasmo[/tags]

A rigidez cega da Justiça

A Justiça existe para… fazer justiça. Sim, é óbvio, mas ao se deparar com alguns casos reais, talvez fosse interessante criar um mantra em cima disso, e pregar na porta de todos os fóruns do mundo.

Há alguns anos, uma professora italiana estava lecionando para crinças de doze e treze anos, quando resolveu exibir algumas imagens pertinentes à matéria para seus alunos. Ao ligar seu computador, diversas imagens eróticas surgiram na tela, graças a um spyware que havia se instalado nele. Levaram o caso para a Justiça, e até hoje ele se arrasta por lá (e olha que estamos falando da Itália).

Por ter cometido esse crime bárbaro, a professorinha pode pegar quarenta (QUARENTA!) anos de prisão. É muita, mas muita idiotice. Isso é algo que pode acontecer com qualquer pessoa, e não chega a ser lesivo – duvido que pelo menos uma daquelas crianças nunca tenha visto pornografia. Pior mesmo é a pena: quarenta anos!? Faça-me o favor… Nem estuprador, que para mim é o pior tipo de ser humano (se o considerarmos assim), recebe uma pena tão dura como esta.

Recentemente, o caso, que é de 2004, voltou à tona, pois a perícia descobriu que “havia spywares no computador”. Brilhante conclusão. Poderia haver spywares, adwares, sisterwares, o-capeta-ware, não importa! Nada justifica. No máximo, e ainda se ela tivesse exibido tais imagens com dolo, uma suspensão, alguma medida administrativa, no máximo serviços gratuitos à comunidade. Essa banalização da Justiça é uma merda (e me desculpem o termo). Pelo menos neste caso a promotoria aparentemente não se oporá à absolvição da “criminosa”.

Quando o assunto é baderna na Justiça, o Brasil não pode ficar de fora. E no último fim de semana, descobri algo, no mínimo, inconcebível. Antes, porém, o contexto…

Estava voltando para Maringá, quando cheguei num #$%#& que trafegava na pista a menos de 60 Km/h. Atrás de mim, cerca de cinco carros. Quando achei uma brecha, ultrapassei. A pista tinha faixa contínua, mas eu tinha visibilidade e o #$%#& que estava à frente não se tocava de que estava congestionando a via. Eu juro: nunca, outrora, havia feito uma ultrapassagem em pista com faixa contínua. Mas, como sempre, Murphy agiu, e na curva seguinte um policial rodoviário me parou. Ele viu minha manobra radical, e eu tomei naquele lugar: 7 pontos na CNH, e multa de R$ 191,54 (se pagar antes do vencimento, tem desconto de 20%, vejam só!). Nem argumentei, afinal, eu estava errado.

Cheguei em casa, e entrei na Internet a fim de procurar informações sobre essa conduta, a ultrapassagem em pista com faixa contínua. Para minha surpresa, encontrei um Projeto de Lei que visa criminalizar (transformar em crime) a ultrapassagem em pista com faixa contínua! Pode isso!?

O tal Projeto de Lei inclui no Código de Trânsito Brasileiro o artigo 312-A, a saber:

“Art. 312-A. Ultrapassar pela contramão outro veículo nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente, bem como onde houver marcação viária longitudinal de divisão de fluxos opostos do tipo linha dupla contínua ou simples contínua amarela, gerando perigo de dano:

Penas – detenção, de seis meses a um ano, ou multa.”

Repito: pode isso!? Redigi e enviei um e-mail para o deputado autor do Projeto, demonstrando minha indignação com tal atrocidade legislativa.

Enfim, tomem cuidado. Se continuarmos nesse ritmo, num futuro breve o simples ato (absolutamente errado, é verdade) de jogar um papel de bala fora do cesto de lixo será penalizado com prisão perpétua, sem chance de defesa, fiança, sursis, livramento ou qualquer outro benefício.

A magia das impressões digitais

Impressão Digital.Até que fazer trabalho de adaptação de Medicina Legal pode ser interessante… O assunto neste bimestre versa sobre identidade e identificação, e como todos sabemos, um dos meios mais seguros de se identificar uma pessoa é através da análise da impressões digitais. E lendo o trecho referente ao assunto, descobri coisas interessantes, ainda que (algumas) sejam elementares.

  • Nunca, em todo o mundo, foram encontradas duas pessoas com digitais idênticas;
  • É praticamente impossível destruir as digitais. Estudos apontam que somente através de substâncias químicas, como o formol, é possível apagá-las;
  • Alguns acusados tentam “raspar” as impressões digitais para dificultar a perícia. Bobos. Em 48 horas elas se restauram. Aliás, as impressões digitais sempre voltam à forma que sempre tiveram;
  • As impressões digitais aparecem nos nascituros no sexto mês de gravidez, e só somem após a morte, quando a pele começa a se deteriorar;
  • Datiloscopia é o termo que designa o estudo das impressões digitais. Ela vem do grego (daktylos – dedo; skopein – examinar), e foi empregada pela primeira vez na Argentina;
  • O primeiro caso policial resolvido graças à datiloscopia foi o de uma mulher, chamada Francisca Rojas, que matou seus dois filhos e jogou a culpa no vizinho. Na porta da casa dela, porém, havia várias marcas de dedos ensangüentados, e a partir delas, descobriu-se que a verdadeira culpada era a dona Chiquinha;
  • O mestre-mor da datiloscopia é um tal de Locard. O cara era tão apaixonado pelo assunto, que fez diversos testes meio… doloridos com seus próprios dedos, do tipo queimá-los com óleo, água fervendo e metal quente. E, como sempre, suas digitais sempre voltavam à forma original;
  • O mesmo Locard atribuiu à datiloscopia três qualidades que a torna incomparável no tocante à identificação: perenidade (são eternas), imutabilidade (jamais mudam) e variedade (não existem duas iguais no mundo).

Espero que tenham gostado dessa aula de cultura inútil, e até a próxima! Acho que Direito Romano também deve ter alguma curiosidade bacana do tipo…

[tags]Impressão Digital, Medicina Legal, Digital, Datiloscopia, Perícia, Penal, Criminal, Direito, Inquérito, Prova[/tags]

Encore Mobilis: eu compro!

Agora que o árduo trabalho de reformular o WinAjuda está praticamente finalizado, posso voltar a distribuir com igualdade meu tempo entre os sites e blogs.

E tempo é algo que eu poderia otimizar com a ajuda de um notebook, ou laptop, como os americanos gostam de chamar. No dia-a-dia, em vários momentos o ócio ocupa um espaço que poderia muito bem ser aproveitado para tarefas produtivas, caso as ferramentas para tal, no meu caso um PC e uma conexão à Internet, estivessem à mão. O problema é que há pouco mais de um ano gastei boa parte das minhas economias no desktop que estou usando agora, o que torna absolutamente inviável a aquisição de um notebook. Na época não cogitei a possibilidade de uma máquina móvel por dois motivos:

  • O PC era compartilhado (minhas irmãs usavam antes de eu mudar-me para Maringá);
  • Eu tinha uma casa só.

Mas mesmo se pudesse voltar no tempo e tivesse a opção de escolher entre meu desktop atual, e um notebook, ficaria em dúvida, simplesmente porque um notebook com o poder do meu desktop custa, no mínimo, três vezes o que paguei por este.

Uma máquina rápida é essencial para mim. Só para explanar essa necessidade, vou citar o estado do meu PC ontem, algumas horas antes de enviar o novo WinAjuda para o ar: EasyPHP (Apache, MySQL e PHP, um servidor local) aberto e ativo; Opera com, no mínimo, dez abas abertas ao mesmo tempo; GreatNews e Thunderbird tomando conta dos feeds e e-mails, respectivamente; CloneDVD rippando um DVD; Notepad++ cheio de arquivos *.php; Fireworks com uns três *.png relativamente pesados; Explorer transferindo algumas centenas de MBs para o pendrive da Heri… UFA!

Não é qualquer máquina que agüenta essa carga de trabalho sem dar sinais de fraqueza. A minha foi montada tendo esse tipo de cenário em mente, e exatamente por isso, resiste a situações críticas iguais e até piores que a relatada acima.

Evidentemente, não é toda hora que o PC fica sobrecarregado assim. É, na verdade, o contrário: na maior parte das vezes, trabalho com o trio Opera, Thunderbird e GreatNews. Ou seja, navegador, cliente de e-mails e agregador de feeds. Um conjunto básico de produtividade, do qual qualquer computador consegue dar conta. E é aqui que entra um tipo de hardware que tem absolutamente tudo para fazer sucesso: os notebooks de pobre.

Perdoem a definição porca do negócio, mas é que eu realmente não sei como chamá-lo. Talvez UMPC? Não, não… Comparar uma coisa de 450 MHz e 128 MB de memória, rodando Linux com tudo no básico, com uma mini-central de entretenimento e produção powered by Vista é apelação. Tablet PC? Pode ser. Um termo que defina esse sonho de consumo é o que menos importa, afinal.

O que motivou-me a escrever este texto foi um outro, publicado pelo Charles Pilger, no qual uma das notícias mais excitantes das últimas semanas é dada: a PoliShop, aquela empresa que vende produtos pra lá de duvidosos nos buracos das emissoras pequenas de TV, irá comercializar, a partir de julho, o Mobilis, da Encore.

Não sabe o que é o Mobilis? Pois é, eu também não sabia. Mas assim que baixei e li o press release, me apaixonei. Afinal, ele tem navegador, cliente de e-mails, suporta Flash e Java, traz editor de textos, planilhas e apresentações de slides. Tem portas USB, conexões wifi, ethernet, conversa com celulares GPRS/CDMA, tudo numa tela de 7″ touchscreen. E advinha o preço? Menos de um salário mínimo, singelos R$ 340,00. O que eu posso querer mais!?

Encore Mobilis.

A data divulgada para o início da comercialização é 1º de julho. Está quase aí. Sem dúvida, será meu presente de férias. Comprarei assim que aparecer, antes mesmo do George Foreman apresentá-lo na TV (e oferecer, INTEIRAMENTE GRÁTIS, UM AB-TONER PARA VOCÊ MALHAR ENQUANTO NAVEGA NA INTERNET!!! NÃO É DEMAIS??? Tosco).

Algumas dúvidas quanto ao preço e funcionamento do Mobilis ainda pairam no ar, mas não passando de R$ 400,00, está valendo. Se for possível hackeá-lo então… Imaginem um Windows XP Tablet PC Edition mutilado com o nLite rodando nessa coisinha? Ou mesmo um Linux mais parrudo, talvez um Xubuntu? As possibilidades seriam incontáveis…

Independente desses detalhes, dia primeiro está aí. Assim que colocar as mãos no meu, farei um review detalhado. Isso, claro, se tudo acontecer conforme o prometido: configuração igual à do press release, e preço inferior a R$ 400,00 (o AB-Toner “di grátis” eu dispenso).

[tags]Mobilis, Encore, Tablet PC, PoliShop, Linux, OLPC, Mobile[/tags]