Arquivos do mês August 31e 2007

Blog Day 2007

Hoje, não sei se todos sabem, é o dia do blog, ou em inglês, o Blog Day. 31 de agosto foi o dia escolhido pelo fato de, escrito em números, tal data formar a palavra “blog” (31/08). Saiba mais sobre neste post do BlogAjuda.

Seguindo a tradição, listarei abaixo cinco blogs que conheci nos últimos doze meses e que entraram para a seleta lista dos que acompanho. Há mais, mas como as regras da brincadeira limitam o número a cinco, assim o farei. Só pra constar, a lista está em ordem alfabética.

ARRE Égua!

http://judao.com.br/blogs/arre-egua

Antigamente era uma coluna do Judão, aí na última reformulação do site, acabou virando um blog. Ainda bem! O Thiago Borbolla que me desculpe, mas a ARRE Égua!, juntamente com a finada Judão RETRUCA!, eram minhas colunas favoritas no site.

O blog é mantido pelo arquitento AND botequeiro Leonardo “Morph” Alcalde, e sempre traz causos, curiosidades e bizarrices em geral. Ou seja, um poço de inutilidades, mas inutilidades divertidas e sempre com os comentários engraçadzinhos do Mó.

Oi, Mó! (sempre quis escrever isso, hahaha!).

Cataclisma 14

http://cataclisma14.blogspot.com/

Este é um blog coletivo, mantido por um grupo (d’oh!) de sete pessoas. Pra falar a verdade, nunca me atentei muito aos autores dos textos, o que, embora seja errado de minha parte, mostra que, independentemente de quem escreve, sempre saem textos bons dali. Há alguns dias o blog está parado, e eu realmente espero que ele não seja o Widgets Guru deste ano (explico: ano passado, indiquei WG na minha lista do Blog Day; algum tempo depois, o Rodrigo, que mantinha o blog, parou de atualizá-lo).

Para saber mais sobre o Cataclisma 14, como a equipe e os dias da semana em que as colunas saem (ou saíam, vai saber…), visite a comunidade do blog no orkut.

Nipofilia

http://www.nipofilia.com/

Desde molecote nutro uma admiração pelo Japão: cultura, culinária, história etc… Ainda visitarei a terra do sol nascente, mas enquanto isso não acontece, me contento consumindo todo material relacionado que encontro. E, nessa, o Nipofilia foi um achado! O blog do Daniel, que mora aqui pertinho, em Londrina, traz o que há de mais bizarro na cultura nipônica. Este clipe, por exemplo, dificilmente encontrará algum rival numa eventual disputa de clipe mais estranho de todos.

Objetos de desejo

http://www.objetosdedesejo.com/

Mantido pela Marisa Toma, que conheci no encontro de bloggers promovido pela Microsoft, esse blog, como o nome sugere, mostra objetos interessantíssimos, aqueles do tipo que você bate o olho e, instantaneamente, pensa: “quero um desses!”. Ótimo passatempo.

(Juro que ia comprar isso aqui. Desisti por causa do preço; nem os de verdade valem tanto assim…).

Tiago Dória

http://tiagodoria.blig.ig.com.br/

As principais qualidades do blog do Tiago é que ele o atualiza bastante, numa média de três a cinco posts curtos diários, e que sempre traz assuntos interessantes relacionados à Internet e bastidores da grande rede. Embora o blog seja antigo (tem mais de dois anos), o conheci a pouco tempo. Discordo de algumas opiniões do Tiago, especialmente sobre microblog, mas enfim, no geral gosto bastante das opiniões dele.

***

Aos meus escolhidos: mil desculpas por não tê-los avisados com a devida antecedência. Os últimos dias estão sendo bem cheios, logo, só agora consegui parar, sentar e escrever este post.

Aos meus leitores: cliquem nos links acima, e aproveitem. Eu garanto que são todos blogs muito bons!

Feliz Blog Day a todos, e até a próxima!

[tags]BlogDay2007, blog, blogday[/tags]

Post nerd: mudanças no tema e disponibilização do mesmo

Como podem ver, fiz algumas pequenas mudanças por aqui, mais especificamente na barra lateral. Acrescentei alguns ícones antes dos títulos, coloquei um fundo cinza-claro, e, a mais importante de todas, integrei minha conta no Pownce ali do lado.

Pownce.O Pownce, para quem não conhece, é um sistema de microblog. Eu não sou muito fã disso, mas a proposta dele é bem interessante. Esse serviço tem algumas features que, no fim, fazem dele, conforme concordamos eu e o Marmota num bate-papo via messenger, um del.icio.us social. Quando houver mais amigos cadastrados lá, aí sim a coisa ficará interessante :) .

A grande novidade, porém, é que atentendo a alguns pedidos que recebi por aqui, estou disponibilizando este tema publicamente. Batizei-o de Simple Grey. Tive que fazer algumas adaptações para deixá-lo apto a funcionar em qualquer blog, o que fez com que ele ficasse levemente diferente do daqui, especialmente depois das mudanças na sidebar, comentadas no início deste texto. Mas enfim, perde-se em partes, ganha-se em outras: o tema público é widget-ready, tem XHTML válido, e está bem enxuto. Estou distribuindo-o sob a Creative Commons, o que significa que qualquer um pode personalizá-lo, e usá-lo para qualquer fim, inclusive comercial; tudo isso desde que mantenha os créditos, no rodapé do blog.

Para conferir o Simple Grey, e baixá-lo, clique aqui.

[tags]Pownce, Theme, Tema, WordPress, Simple Grey, Simple, Grey, Microblog[/tags]

A eterna briga com os feeds

Feed.Os feeds, ou RSS, surgiram num momento em que a informação tornava-se tão onipresente e farta que os corajosos que se dispunham a acompanhá-la estavam prestes a se afogarem num mar de sites (saiba que bicho é esse lendo a ótima explicação do Bruno Torres). Através de um código simples, em XML, tornou-se possível centralizar a informação, filtrá-la e, então, consumir apenas o essencial.

O problema atual é que o termo “essencial” está banalizado. Tem quem acompanhe centenas de feeds, como, eu realmente não sei – queria saber, mas não sei. Eu, na minha sempre almejada simplicidade, acompanho cerca de sessenta sites e blogs, e mesmo assim, o volume de novidades às vezes é tão alto, que fica difícil ler tudo. Especialmente os feeds de sites de informática, bem ativos e sempre com novidades interessantes, as quais recorrentemente utilizo como fonte para textos publicados nos sites que administro.

A parte crítica desse constante processo de leitura é o fim de semana, quando fico dois dias, às vezes três, longe do PC. Quando volto para cá, e ligo o computador, quase me afogo na enxurrada de posts e notícias novas. No último fim de semana, só dos sites de informática eram cerca de cento e noventa. Claro que, nesses e em outros casos, primeiramente faço uma triagem do que definitivamente não interessa, baseando-se apenas no título e/ou manchete, para só depois dar atenção ao que realmente vale a pena. Mesmo assim, é difícil.

Vivemos a era da informação, mas até que ponto ela é benéfica? Não gostaria de voltar para a época em que tinha que abrir dezenas de sites nas abas do Phoenix (o nome antigo do Firefox), mas acho que, sempre, bom senso e discernimento são primordiais para ganhar em produtividade. Afinal, os agregadores de feeds surgiram para ganharmos tempo, e se há muitos feeds, dos quais a maioria é irrelevante, dispensável ou supérflua, perde-se a vantagem, e volta-se ao tempo das cavernas. Ou seja, ganha-se em praticidade, graças à ferramenta, mas perde-se em foco e qualidade; e nessa, uma coisa anula a outra, e ficamos na mesma.

[tags]RSS, Feed, Agreagador, Tempo, Produtividade[/tags]

5 livros que li e recomendo

Meme cansa, não? Ultimamente recusei alguns, todos em virtude do assunto de que tratavam, de nenhuma maneira, se encaixarem com a proposta do blog (e olha que este é um blog sem foco!). Enfim, talvez por isso, ou pelo tom de banalidade que a prática alcançou, está sendo difícil eu topar participar de um meme.

Difícil, mas não impossível. Há mais de um mês, o Hilder Santos escreveu sobre os cinco livros que marcaram sua vida, e após uma rasgação de seda que, embora eu tenha achado exagerada, muito me lisonjeou, passou a bola para mim. Como livros é um assunto que me atrai muito, escrever sobre os cinco melhores que já li é, antes do seguimento de um meme, um prazer. É exatamente por isso que estou participando deste.

Alguns acham que sou uma máquina de leitura, mas a verdade está bem longe disso. Gosto, sim, de ler, e muito, mas em virtude dos compromissos que tenho, tanto com a faculdade, quanto com os sites que cuido, é bastante raro sobrar algum tempo para dedicar à leitura. Mas mesmo com esses empecilhos, vez ou outra consigo terminar um livro, e nessa, até hoje já li bem mais que a média do brasileiro (não que isso valha alguma coisa; serve só para demonstrar que não sou tão relapso assim, também…).

Sem mais delongas, vamos à lista, organizada de forma alfabética a fim de evitar quaisquer insjutiças ou discriminações.

Admirável mundo novo

Admirável mundo novo, de Aldous Huxley.Livro escrito na década de 1930 por Aldous Huxley, trata de um tema delicado, futurista e que, invariavelmente gera discórdia e debates acalorados: condicionamento do ser humano. Na estória, os seres humanos são condicionados, desde o nascimento, a agirem em prol do todo. Institutos que em nossas vidas são essenciais, como a maternidade, religião, etc., não existem ali, e todos vivem felizes com o que têm, sem reclamações, ou brigas, ou qualquer coisa que cause trauma à coletividade. Claro que, nesse quadro, surge uma ovelha negra e quebra o círculo perfeito. O livro foca justamente nele.

Outro detalhe interessante é que, embora essa sociedade perfeita seja onipresente, os humanos de hoje existem lá, mas estes são tratados como seres inferiores, verdadeiras pragas que devem ser repelidas sem dó. O livro aborda também o choque entre esses dois mundos, e o faz de forma magistral.

Já defendi meu ponto de vista sobre a temática do livro aqui. Ainda acho que o condicionamento seria uma boa saída para a solução de todos os problemas, mas acho tal solução impossível de ser praticada por um simples motivo: o ser humano anseia o caos. Lembram da primeira Matrix? Então.

De resto, o livro é entretenimento de primeira, e traz uma boa dose de perguntas existenciais e questionamentos dificílimos. A leitura é fácil, flui bem, o que só enriquece ainda mais a memória de Huxley. De quebra, a edição que li, embora não seja perfeita, quebra o galho, e o que é mais importante, é baratinha – menos de R$ 10,00.

Alta fidelidade

Alta fidelidade, de Nick Hornby.Sou um fã confesso do estilo de Nick Hornby. Seu humor fino e escrita envolvente são deliciosos. Os dois livros deste autor que já li até hoje, Alta fidelidade e Como ser legal, figuram fácil em qualquer lista de melhores livros que eu possa fazer. (Nesta, para abrir espaço para outros autores, escolhi apenas um dele).

Esse livro mostra a vida do trintão Rob Fleming, dono de uma loja de discos, viciado em top fives e colecionador de foras de garotas. Não que eu queira ou anseie ser como ele quando chegar na casa dos trinta, mas me identifico bastante com suas neuras e paranóias, e talvez por isso, somado à inegável e já citada qualidade do texto, tenha gostado tanto desse livro. Na loja, Rob tem a ajuda de dois assistentes e amigos (os únicos, aparentemente), Barry e Dick, e em casa, a companhia de sua namorada advogada, Laura. Esses quatro são os personagens principais.

Não há um assunto central no livro, que começa com Laura dando um pé na bunda de Rob. Ele fala sobre amor, compromisso, falta de expectativa na vida, e outros assuntos bobos mas que, sem pedir licença, tomam de assalto qualquer um que tenha passado a casa dos vinte anos. Aliás, uma das passagens mais legais do livro, a favorita da Lu, denuncia o espírito da obra: “Somente pessoas com uma determinada inclinação têm medo de ficar sozinhas para o resto de suas vidas aos vinte e seis anos de idade”

Cem anos de solidão

Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez.Este é o, arrisco dizer, melhor livro que já li. Gabriel García Márquez escreve com tamanha perfeição que faltam palavras para descrever seu estilo. Ele conduz o enredo de forma leve, entrelaçada, magnífica. E mesmo que às vezes o leitor se perca no meio de tantos Buendías, como num passe de mágica tudo volta a fazer sentido, detalhe este que engrandece ainda mais essa obra.

O livro fala sobre a trajetória dos Buendía, uma família que vive num país qualquer da (acho eu) América Central, e que funda uma pequena vila no meio do mato. Várias e várias gerações são retratadas no livro, bem como o desenvolvimento da vila e de todos os integrantes da família.

A nota da orelha do livro diz que Márquez baseou-se nas estórias que sua avó contava quando ele era pequeno. Isso talvez explique a aconchegante familiaridade sentida em determinados trechos. Inexplicável, porém, é a sensação de ler esse livro. Nota dez, fácil!

Crime e castigo

Crime e castigo, de Fiodor Dostoiévski.Uma das maiores obras do escritor russo Fiodor Dostoiévski. Li esse livro num grupo de leitura, com o auxílio de um especialista no assunto, e isso foi muito bom a fim de melhorar a compreensão do enredo. Não que seja difícil, coisa que não é, mas sempre há detalhes pequenos, curiosidades e/ou peculiaridades russas, enfim, essas coisas.

O livro mostra um jovem pobre e desiludido, Raskólnikov, que, para conseguir dinheiro, decide matar uma velha usurária (aka agiota) mão de vaca e mesquinha. Embora esse possa parecer o ápice do livro, não é; a coisa realmente começa a ficar interessante após o assassinato, quando começa o dilema de Raskólnikov: se entregar ou não à polícia?

A profundidade do fator psicológico é o que mais chama a atenção. Dostoiévski conseguiu demonstrar muito bem o que, imagino eu, seja a angústia de alguém que cometeu um delito e teme ser descoberto. Paranóias, medos, suspeitas… Tudo isso é muito bem retratado, e o mistério acerca de sua rendição ou não permanece até o final.

É um livro denso, extremamente detalhado, e em virtude disso, em determinados pontos meio maçante. Mesmo assim, é uma leitura que acrescenta muito, seja pela qualidade do texto, que foi muito bem escrito, seja pela temática, desenrolar do enredo e pequenos pensamentos embutidos, que são fantásticos.

Dom Casmurro

Dom Casmurro, de Machado de Assis.Obra máxima de Machado de Assis, um dos maiores escritores da língua portuguesa. Este é o único livro da lista que li enquanto estava na escola, e o fato de eu ainda lembrar dele passado tanto tempo, só evidencia sua qualidade.

Nesse livro, temos a estória de Capitu e Bentinho, um casal que se conheceu ainda criança, e que têm juntos uma história de amor e tragédia. A beleza do texto é fantástica, e é fácil apaixonar-se por Capitu e “seus olhos oblíquos e dissimulados”. Num exemplo de domínio do vernáculo e sensibilidade, o autor deixa no ar uma dúvida que inúmeros doutores e especialistas já tentaram solucionar, todos sem sucesso: afinal, Capitu traiu ou não Bentinho? Eu acho que não, mas independente disso, vale a pena ler esse livro.

***

Ufa! É difícil listar e comentar cinco livros. Mas gostei do exercício, e acho que cumpri a missão a contento. Espero que gostem das indicações, e caso ainda não tenha lido algum(ns), vá em frente: eu garanto todos os cinco títulos listados aqui.

[tags]Livro, Literatura, Dom Casmurro, Alta fidelidade, Crime e castigo, Cem anos de solidão, Admirável mundo novo, Aldous Huxley, Machado de Assis, Nick Hornby, Dostoiévski, Gabriel García Márquez[/tags]

Talk about yourself

Tenho medo do tio Sam!Há pouco mais de dois anos, comecei um curso de inglês numa renomada escola de idiomas que, embora seja cara, até hoje não me decepcionou. Estou aprendendo direitinho, e, vejam só, já até consigo entender algumas músicas cantadas no idioma do uncle Sam!

Ok, ok, vamos direto ao ponto. Tenho notado ultimamente que o contexto das lições está um pouco… estranho. Eu realmente sinto-me um pouco desconfortável em ter que escrever coisas como “minhas metas profissionais”, ou “o que eu tenho feito para melhorar minha relação com minha família”. Não ligou uma coisa à outra? Pois é assim que as lições são propostas.

A escola em questão foca fortemente no crescimento pessoal, mas isso não deveria ser levado tão ao pé da risca. Afinal, a idéia é aprender inglês, não filosofia. Não é uma crítica destrutiva, tanto que inclusive já comentei esse assunto com alguns professores. O problema é que, nessa, às vezes eu me preocupo mais com o que escrever, do que com como escrever.

Antigamente os toques zen eram mais amenos, e se restringiam a uma mensagem reconfortante no final das lições, que enchia nossos corações de alegria e ânimo, e essas coisas todas. Essa parte é legal, pois enriquece nosso vocabulário de forma atraente e interessante. Hoje, porém, a aula toda, exceto a parte gramatical, é quase um inquérito sobre nossas vidas.

Por ora, está funcionando. Digo, estou aprendendo e, na medida do possível, me safando das perguntas profundas. Mas, se a coisa continuar assim, não quero nem imaginar como será no último semestre…

[tags]Inglês, Curso, Futuro, Auto-ajuda, Idioma, Língua, Americano, English[/tags]

Carros da Volkswagen, Chevrolet, Honda e Fiat

Gol.   Fox.   SpaceFox.
Polo.   Bora.   Golf.
Jetta.   Passat.

As novas versões dos carros da Volkswagen do Brasil são… horríveis. Essas lanternas traseiras com arcos prateados que, segundo a VW, lembram “olhos humanos”, é deprimente. Tinha ficado legal na SpaceFox, mas daí a estender a novidade para TODOS os carros, é forçar amizade. Além disso, os nossos Volks são diferentes dos europeus. Já viram o Golf de lá? Dá um banho no nacional, tanto em design, quanto em desempenho.

Vectra GT.

A Chevrolet vai pelo mesmo caminho, mas pelo menos não peca quando o assunto é design. A última investida da montadora é o Vectra GT, uma versão hatch e mais esportiva. Acredite ou não, na Europa este é o Astra. Claro que a semelhança pára no visual, já que por dentro, o motor usado é o mesmo de sempre. O carro sequer foi lançado ainda, mas já ganhou um carinhoso apelido: Vectra Grande Trouxa.

Civic.   Grande Punto.

Enquanto isso, a Honda dá o exemplo, mantendo carros belíssimos (em todos os aspectos), idênticos aos fabricados no Japão. A Fiat, por sua vez, está trazendo para cá o Grande Punto, igual ao europeu, incluindo a tecnologia Blue&Me.

Ah, eu adoro carros :) .

[tags]carro, punto, civic, golf, volkswagen, fiat, honda[/tags]

Dia da informática (e do solteiro também!)

Ainda está em tempo.

Ontem fui pagar o aluguel numa casa lotérica, e enquanto aguardava os office boys pagarem as trocentas contas dos seus respectivos escritórios, reparei num tiozinho que comprava praticamente todas as raspadinhas existentes no mostruário. Sou totalmente contra jogos de azar, mesmo os da União, e especialmente os com fins pouco nobres (leia-se Time Mania), mas enfm, como nem todos pensam da mesma maneira, o que me resta é aceitar e, em situações como a vivida ontem, me perguntar como alguém pode ser tão estúpido em gastar R$ 10,00 para, quando muito, recuperar R$ 1,00 (e ainda por cima achar que ganhou alguma coisa).

Bom, introduzida a situação, vamos direto ao ponto. Dentre as raspadinhas da lotérica, havia uma que trazia o desenho de um notebook, com os dizeres “Dia da Informática”. Hein? Quando isso? A resposta estava logo abaixo: 15 de agosto. Cheguei em casa, e vim direto para o PC, a fim de averiguar a autenticidade da coisa – não que eu duvide da Caixa, mas só para garantir. Não deu outra: o Dia da Informática é hoje!

E, tipo… eu administro um site de informática, acompanho alguns dos principais sites nacionais do gênero, convivo com pessoas do meio, e… nada. Ninguém falou disso. Se duvidar, acho que ninguém sequer sabe dessa data <ironic>extremamente importante</ironic>.

Mas tudo bem. Se até Dia do Forró existe, por que não um Dia da Informática? Ah, e só para constar, hoje também é Dia do Solteiro. Aos que ainda não encontraram sua carametade, parabéns (ou não!).

[tags]informática, data, especial, solteiro, forró, feriado, time mania, loteria[/tags]