18º Festival Nipobrasileiro de Maringá
Está acontecendo em Maringá o 18º Festival Nipobrasileiro, que como o próprio nome entrega, é um grandioso festival organizado pela comunidade nipônica local, que diga-se de passagem, é uma das maiores do Paraná, quiçá do Brasil.
O tradicionalÃssimo festival rola na Acema, começou no último dia 4, e vai até amanhã (12). Quinta-feira estive lá, e gostei muito do que vi, ouvi e comi.
Nunca tinha ido numa edição do festival, embora já tivesse ido numa festa tÃpica, o também tradicional Festival da Primavera, de Paranavaà (começa mês que vem). A diferença entre ambos é bem acentuada: o evento de Maringá é gigantesco se comparado ao paranavaiense…
O festival ocupa vários barracões e áreas livres da Acema, que por sinal, é um local enorme. Logo na entrada, uma surpresa boa, e outra ruim. O estacionamento é bem organizado e há seguranças por todos os lados; o preço, porém, é meio alto, tanto para estacionar, quanto o das entradas. Mas é um mero detalhe, obviamente.
Na primeira parte do local ficam os stands, tanto os relacionados à cultura japonesa, quanto os que não têm nada a ver (Peugeot é francesa!). Há muita coisa legal nessa parte, e o mais interessante é que muitos dos stands presentes são de lojas maringaenses, as quais eu realmente não conhecia. A Shogun, por exemplo, é uma loja especializada em mangás e produtos relacionados. Nem sabia que novos números do Evangelion haviam sido lançados, aà aproveitei a ocasião para completar minha coleção. Havia também um action figure (porque bonequinho é coisa de criança, haha) do Cloud Strife, do Final Fantasy VII. Oficial e importado. Se não custasse quase R$ 200,00, teria levado.

O stand da Peugeot também chamou bastante a atenção. Eles trouxeram vários carros, incluindo o 307 SW, que possui um teto de vidro MUITO legal. Mas a cereja do pudim é a réplica de um stock car. Não é como o original, mas dá para ter uma boa noção do quão imponente são aqueles carros…

Ainda na parte dos stands, outro se destacou (é o último que comento, prometo!). Uma empresa de decoração levou dois enormes dragões japoneses talhados em madeira. Aliás, dica da namorada: como distinguir um dragão japonês de um chinês?

É simples: dragões japoneses têm quatro patas, e os chineses, seis.
A seguir, vimos uma exposição de fotos históricas da comunidade japonesa local, outra de animes e mangás, e por fim uma de bonzai, aquelas árvores em miniatura que o Sr. Miyagi tinha no filme Karate Kid.
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Mais a frente, e porque ninguém é de ferro, comida! O salão gastronômico é enorme:

Comemos, eu e a Heri, um harumaki cada (espécie de pastel com recheio de repolho), e yakisoba. Muito bom!
Bem ao lado desse salão, estava rolando algumas apresentações artÃsticas, especialmente japinhas cantando músicas japonesas. Bem próximo do palco, ficava a “pista” de odori, uma espécie de dança tÃpica bem divertidona. Trata-se de um espaço quadrado, com uma mini-torre no meio, onde ficam os tocadores de taiko. Em torno dela, as pessoas dançam e caminham ao mesmo tempo, formando um cÃrculo. Em determinado momento, o negócio ficou absolutamente lotado! Em ParanavaÃ, ano passado, arrisquei uns passos; dessa vez, não tive tamanha audácia…
Link para o vÃdeo no YouTube.
Depois disso, perambulamos mais um pouco nos stands e tal, e fomos embora. O Festibal Nipobrasileiro é ótimo, recomendável para todas as idades e nacionalidades.
E olha que legal: quinta-feira, estava eu almoçando marmita e assistindo Danny Phantom na TV Xuxa, quando apareceu a agenda cultura do programa, recomendando o festival. Que puxa, não?
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