Archive for August, 2007

Dia da informática (e do solteiro também!)

Wednesday, August 15th, 2007

Ainda está em tempo.

Ontem fui pagar o aluguel numa casa lotérica, e enquanto aguardava os office boys pagarem as trocentas contas dos seus respectivos escritórios, reparei num tiozinho que comprava praticamente todas as raspadinhas existentes no mostruário. Sou totalmente contra jogos de azar, mesmo os da União, e especialmente os com fins pouco nobres (leia-se Time Mania), mas enfm, como nem todos pensam da mesma maneira, o que me resta é aceitar e, em situações como a vivida ontem, me perguntar como alguém pode ser tão estúpido em gastar R$ 10,00 para, quando muito, recuperar R$ 1,00 (e ainda por cima achar que ganhou alguma coisa).

Bom, introduzida a situação, vamos direto ao ponto. Dentre as raspadinhas da lotérica, havia uma que trazia o desenho de um notebook, com os dizeres “Dia da Informática”. Hein? Quando isso? A resposta estava logo abaixo: 15 de agosto. Cheguei em casa, e vim direto para o PC, a fim de averiguar a autenticidade da coisa - não que eu duvide da Caixa, mas só para garantir. Não deu outra: o Dia da Informática é hoje!

E, tipo… eu administro um site de informática, acompanho alguns dos principais sites nacionais do gênero, convivo com pessoas do meio, e… nada. Ninguém falou disso. Se duvidar, acho que ninguém sequer sabe dessa data <ironic>extremamente importante</ironic>.

Mas tudo bem. Se até Dia do Forró existe, por que não um Dia da Informática? Ah, e só para constar, hoje também é Dia do Solteiro. Aos que ainda não encontraram sua carametade, parabéns (ou não!).

[tags]informática, data, especial, solteiro, forró, feriado, time mania, loteria[/tags]

18º Festival Nipobrasileiro de Maringá

Saturday, August 11th, 2007

Está acontecendo em Maringá o 18º Festival Nipobrasileiro, que como o próprio nome entrega, é um grandioso festival organizado pela comunidade nipônica local, que diga-se de passagem, é uma das maiores do Paraná, quiçá do Brasil.

O tradicionalíssimo festival rola na Acema, começou no último dia 4, e vai até amanhã (12). Quinta-feira estive lá, e gostei muito do que vi, ouvi e comi.

Nunca tinha ido numa edição do festival, embora já tivesse ido numa festa típica, o também tradicional Festival da Primavera, de Paranavaí (começa mês que vem). A diferença entre ambos é bem acentuada: o evento de Maringá é gigantesco se comparado ao paranavaiense…

O festival ocupa vários barracões e áreas livres da Acema, que por sinal, é um local enorme. Logo na entrada, uma surpresa boa, e outra ruim. O estacionamento é bem organizado e há seguranças por todos os lados; o preço, porém, é meio alto, tanto para estacionar, quanto o das entradas. Mas é um mero detalhe, obviamente.

Na primeira parte do local ficam os stands, tanto os relacionados à cultura japonesa, quanto os que não têm nada a ver (Peugeot é francesa!). Há muita coisa legal nessa parte, e o mais interessante é que muitos dos stands presentes são de lojas maringaenses, as quais eu realmente não conhecia. A Shogun, por exemplo, é uma loja especializada em mangás e produtos relacionados. Nem sabia que novos números do Evangelion haviam sido lançados, aí aproveitei a ocasião para completar minha coleção. Havia também um action figure (porque bonequinho é coisa de criança, haha) do Cloud Strife, do Final Fantasy VII. Oficial e importado. Se não custasse quase R$ 200,00, teria levado.

Shogun.

O stand da Peugeot também chamou bastante a atenção. Eles trouxeram vários carros, incluindo o 307 SW, que possui um teto de vidro MUITO legal. Mas a cereja do pudim é a réplica de um stock car. Não é como o original, mas dá para ter uma boa noção do quão imponente são aqueles carros…

307 Stock Car.

Ainda na parte dos stands, outro se destacou (é o último que comento, prometo!). Uma empresa de decoração levou dois enormes dragões japoneses talhados em madeira. Aliás, dica da namorada: como distinguir um dragão japonês de um chinês?

Dragões.

É simples: dragões japoneses têm quatro patas, e os chineses, seis.

A seguir, vimos uma exposição de fotos históricas da comunidade japonesa local, outra de animes e mangás, e por fim uma de bonzai, aquelas árvores em miniatura que o Sr. Miyagi tinha no filme Karate Kid.

Kanji.   Animes.   Bonzai.
Clique nas imagens para ampliá-las.

Mais a frente, e porque ninguém é de ferro, comida! O salão gastronômico é enorme:

Salão Gastronômico.

Comemos, eu e a Heri, um harumaki cada (espécie de pastel com recheio de repolho), e yakisoba. Muito bom!

Bem ao lado desse salão, estava rolando algumas apresentações artísticas, especialmente japinhas cantando músicas japonesas. Bem próximo do palco, ficava a “pista” de odori, uma espécie de dança típica bem divertidona. Trata-se de um espaço quadrado, com uma mini-torre no meio, onde ficam os tocadores de taiko. Em torno dela, as pessoas dançam e caminham ao mesmo tempo, formando um círculo. Em determinado momento, o negócio ficou absolutamente lotado! Em Paranavaí, ano passado, arrisquei uns passos; dessa vez, não tive tamanha audácia…


Link para o vídeo no YouTube.

Depois disso, perambulamos mais um pouco nos stands e tal, e fomos embora. O Festibal Nipobrasileiro é ótimo, recomendável para todas as idades e nacionalidades.

E olha que legal: quinta-feira, estava eu almoçando marmita e assistindo Danny Phantom na TV Xuxa, quando apareceu a agenda cultura do programa, recomendando o festival. Que puxa, não?

[tags]Japão, Festival, Nipobrasileiro, Maringá, Odori, Yakisoba, Cultura, Tradição, Japonesa, Nipônica[/tags]

Usabilidade nos pequenos detalhes: crédito pré-pago da TIM

Thursday, August 9th, 2007

Tim.Usabilidade, usabilidade, usabilidade… Essa é uma das palavras mais em voga atualmente. E qualquer um que assimile sua importância concorda que ela é, de fato, importante. Afinal, usabilidade se aplica em tudo, e sempre melhora nossa vida, ainda que seja apenas um pouquinho.

Hoje me deparei com uma situação dessas. Uso um celular pré-pago (ainda é aquela… “coisa”), e minha operadora é a TIM. Quase sempre compro créditos na papelaria da esquina, e quase sempre me enrolava com o código numérico que habilitava os novos créditos na minha conta. Isso porque os números vinham todos amontoados, e nessa sopa de números, era fácil se perder. Era mais ou menos assim:

1234123412341234

Hoje fui carregar meu celular, e tive uma grande surpresa! A TIM (ou a máquina da papelaria, vai saber…) fez uma alteração pequena, mas com um resultado grandioso. A mágica? Separou o “númerosão” em quatro blocos. Ficou assim:

1234  1234  1234  1234

Este é um exemplo de usabilidade. Algo trivial, bobo até, mas que melhora a experiência do consumidor, e faz com que a empresa suba alguns pontinhos no conceito dele.

Só resta descobrir quem merece os créditos pela mudança: a TIM, ou a papelaria…

[tags]Celular, TIM, Crédito, Usabilidade, Facilidade, Papelaria[/tags]


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