Arquivos do mês September 28e 2007

Dicas para quem mora sozinho

Este pequenino blog esteve abandonado nos últimos dias, e os culpados deste descaso foram as provas na faculdade, o lançamento do WordPress 2.3, que me deu uma bela dor de cabeça, e uma série de surpresas no Guia do PC, as quais não irem contar, afinal, se eu fizer isso, elas não serão mais surpresas, né?

Eu moro sozinho…Mas tudo bem, são águas passadas. Hoje, gostaria de dar algumas dicas para quem vive sozinho, baseadas na minha curta experiência nesta situação. Aliás, este é um tema excelente, que inclusive deu origem a um blog do tipo “por que não pensei nisso antes?”, o Morar Sozinho, do Vinicius.

escrevi algo sobre morar sozinho. Naquela época dividia o apartamento com minha irmã, mas agora no segundo semestre, estou só, pois ela passou no vestibular.

Chega de enrolação, e vamos às dicas.

A primeira, e mais importante de todas, é evitar sujar. Limpar a casa é um saco, logo, quanto menos suja ela estiver, menos trabalhoso será limpá-la. É um pensamento lógico, mas que é deixado de lado por muita gente. Uns me tacham de chato, por ficar regulando detalhes como não jogar água no chão enquanto se lava a louça, ou bater a toalha com migalhas de pão no lixo, mas enfim, testes empíricos mostram que tais cuidados, embora pareçam pequenos, fazem grande diferença no dia de faxina. Se você tiver uma namorada meio estabanada, atenção redobrada.

Pode ser que a próxima dica esteja implícita na anterior, mas não custa nada reforçá-la: mantenha a casa em ordem. Isso se aprende desde cedo, quando mamãe nos manda arrumar o quarto. Mas, ao morar sozinho, a responsabilidade e, principalmente, a ciência de que, cedo ou tarde, você mesmo terá que organizar tudo nos leva a fazer as coisas corretamente de primeira.

Outra dica legal: não deixe a louça suja acumular. Lavar louça está dentro da categoria serviço doméstico, e, conseqüentemente, incluída no rol de coisas extremamente chatas, mas que precisam ser feitas. Qualquer quantidade de louça é intimidadora, mas quanto maior a pilha, menor o ânimo para limpá-la. E é exatamente este o problema: a disposição para lavar a louça diminui na mesma proporção em que ela se acumula em cima da pia. Por isso que defendo a idéia de lavá-la sempre que possível. O método de secagem manual é bem-vindo e recomendado, por questões de praticidade.

Basicamente, é isso. É, também achei que daria mais dicas, mas… sei lá. Aqui é tudo tão sossegado, que basta seguir essas poucas dicas principais, e todo o resto corre tranqüilamente. Se este não for o seu caso, todavia, corre lá para o Morar Sozinho. O blog dá algumas dicas meio estranhas, mas com certeza lhe ajudará.

[tags]sozinho, morar, alone, dicas[/tags]

Ironia do clima

Uma semana num calor infernal aqui em Maringá, e agora, a poucos minutos de retornar a Paranavaí, começa a chover. São Pedro não gosta de mim, definitivamente…

A arte de ser prolixo

Fala, fala, fala…Acabo de retornar da primeira noite do VIII Simpósio de Direito, promovido pela Faculdade Maringá, no Centro de Convenções do shopping Aspen Park. Os palestrantes falaram sobre guarda municial (Coronel Bicalho), e justiça desportiva (Alexandre Quadros). Palestras bacanas e tal, mas não é sobre elas que quero falar.

Quero demonstrar, aqui, neste espaço público, minha indignação contra a prolixidade. Não dos palestrantes, que felizmente não cometeram este pecado, mas dos membros da mesa que, após cada palestra, eram convidados a formularem perguntas àqueles. É impressionante como certas pessoas conseguem criar redes e linhas de pensamentos em tamanho número que, em pouco tempo, se perdem nas próprias palavras, e por fim, transformam seu discurso numa sopa de palavras sem nexo, algo totalmente desinteressante.

Não sou bom para falar em público (embora após o segundo minuto no palco consiga me comportar decentemente), mas acho que até o mais tímido dos tímidos tem noção de que ser sucinto em ocasiões como a de hoje é o melhor caminho. Sucinto, não incompleto. Há um abismo entre esses dois termos. Talvez não seja nem questão de desinibição ou timidez, mas de bom senso. Enfim, não sei qual o motivo, acredito que cada um dos que questionaram os palestrantes tinha os seus, e a nós, pobres espectadores, coube ouvir aquela ladainha sem fim.

Nas duas “perguntas” mais longas, uma nem eu, nem os que estavam à minha volta, nem mesmo o palestrante, entendeu a pergunta. Algo absolutamente paradoxal, afinal, convidaram o cara para… perguntar! Na outra, o que era para ser uma pergunta, transformou-se num “causo”, culminando com congratulações entusiasmadas, e só. Pergunta? Hein!?

Ou os questionadores estavam realmente ruins hoje, ou eu estou ficando ainda mais chato e rabugento. Amanhã tem mais duas palestras. Vou tentar sobreviver.

[tags]palestra, oratória, pergunta, questionamento, prolixo[/tags]

Celular da Foston!?

Alguém aí já viu o celular da Foston, aquela fabricante de players xing-ling? É cada uma… :) .

Momento crítico do dia: 19h

Eu tenho comigo que a noite é a melhor parte do dia. Muitas vezes, durante a tarde, fico pensando no que farei à noite, logo após tomar um gelado e refrescante banho. Geralmente esses pensamentos ficam entre desenvolver loucamente algum layout pendente, escrever um monte de textos para os trocentos sites que administro, ou adiantar trabalhos acadêmicos cujas datas de entrega são as mais longínquas possíveis e imagináveis. Claro que, na maioria das vezes, a procrastinação põe tudo a perder, e quando caio em mim, estou deitado na cama, prestes a dormir.

Voltando a dissertar sobre a noite, o momento crítico se dá no início. Mas afinal, qual o início da noite? Acredito que seja às dezenove horas (19h). Às seis e meia da tarde, o sol ainda ilumina o horizonte fracamente, e talvez pela lembrança do malfadado horário de verão, a impressão que se tem é de que o dia ainda durará muito. Mas quando o relógio pula para a próxima hora, a impressão é inversa: parece que a noite, que mal começou, já está acabando, e que não dará tempo de concluir aquelas tarefas subestimadas imaginadas horas antes.

Daqui a pouco é sete horas.

[tags]Procrastinação, Horário de verão, Produtividade, Divagações[/tags]

Harry Potter e as Relíquias da Morte em pré-venda

Acabei de receber um e-mail do Submarino (que voltou, vejam só!) sobre o novo e último livro da série Harry Potter. Já está em pré-venda, e quem comprar agora, ainda leva uma camiseta de brinde. Já encomendei o meu!

Relato de um bebedor de água

Beba água!

No começo do ano, fiz alguns exames de rotina. Os resultados apontaram que minha saúde está ótima, obrigado. Porém, o médico chamou minha atenção para um detalhe: cristais presentes na urina. Isso, se não for tratado, pode transformar-se em cálculo renal, ou em termos simples, nas famosas pedras no rim.

Mulheres mães e que têm ou tiveram cálculo renal dizem que a dor das pedras no rim é pior que a do parto. Ante esse prognóstico horrendo, resolvi tomar uma atitude, e levar o tratamento a sério (com uma grande ajuda da namorada, confesso). O tratamento? Água. Simples assim: beber bastante água.

Perdi um bom tempo pesquisando a quantidade de água diária recomendada pela OMS, ou por qualquer outra organização do tipo, mas não achei. O senso comum diz que dois litros são suficientes para um adulto, e em virtude da escassez de informação científica a respeito (ou da minha ignorância no processo de pesquisa da mesma), fico com a recomedação popular.

Comecei devagar, tomando um litro por dia, há mais ou menos duas semanas. Geralmente consumo a água enquanto trabalho, aqui no computador, num processo que já se tornou automático – seco a garrafa rapidinho. Esperei um pouco para escrever sobre isso justamente para ter dados sobre as conseqüências práticas que este saudável hábito acarreta.

A primeira, e mais evidente, é a cor da urina. De amarela, passa a transparente. Outro detalhe, este meio chato até, é que no começo eu ia muito ao banheiro fazer a primeira opção. Durante o dia, umas oito vezes, e enquanto dormia, à noite, acordava de duas a três vezes para tirar água do joelho. Acredito que isso se restrinja apenas ao período de adaptação, já que, desde semana passada, minhas visitas ao banheiro se estabilizaram.

A disposição aumenta, e bastante. Beber água, somado a ir para a cama cedo, proporciona resultados espetaculares em se tratando de rendimento durante o dia. É algo que vale a pena tentar!

Outra conseqüência, essa a pior de todas, é o inchaço. Digo, eu acho que é conseqüência da água, já que, de janeiro a agosto, engordei sete quilos, mas mesmo assim não estava evidente; depois que comecei a tomar bastante água, minha barriga (e só ela) inchou perceptivelmente. Mas para isso há remédio também, igualmente saudável: caminhada e exercícios físicos no fim de tarde. Está difícil manter a regularidade, mas pelo menos duas vezes por semana estamos, eu e a Heri, conseguindo caminhar.

Balanço geral? Positivo. Só pelo fato de previnir os cálculos renais, já valeria a pena beber água. O melhor é que, além disso, há vários outros benefícios, e um estímulo (indesejado, é verdade) a mais para começar/voltar a praticar exercícios físicos: a barriga saliente.

Para quem trabalho parado, sentado na frente do computador, é fácil adquirir o hábito: basta encher uma garrafa com água, e deixá-la ao lado do monitor. A vontade de beber, mesmo que seja para passar o tempo, vem naturalmente, e quando menos se espera, torna-se difícil desassociar água do PC.

E é bom aproveitarmos enquanto a água é um bem disponível e de fácil acesso. Há previsões nebulosas sobre a falta de água no futuro (é bem ficção, mas nos faz pensar).

[tags]Água, Saúde, Bons hábitos, Cálculo renal, Pedra no rim, rim, saudável[/tags]