Google Health, ou sua ficha médica nas mãos da Google

Ontem o Google Health foi aberto ao grande público. Em testes há algum tempo num hospital de Cleveland, o novo serviço da Google, livre de propagandas e com privacidade garantida (segundo a empresa), promete muito, e se emplacar, poderá mudar a forma como os hipocondríacos as pessoas cuidam da saúde.

O objetivo da Google, além de ganhar MUITO dinheiro, é organizar toda a informação do mundo, e redistribui-la de maneira acessível a todos. O Google Health é um importante passo para atingir este objetivo. A idéia do novo serviço é fazer as vezes de histórico pessoal de saúde. Ali ficarão armazenadas todas as informações relativas à saúde, como exames, tratamentos, doenças, problemas e remédios. Essas informações podem ser compartilhadas com médicos, ajudando-os a saber rapidamente o histórico do paciente. Além disso, pesquisas de perfis e casos semelhantes podem ser feitas, ajudando a encontrar soluções mais eficazes para problemas de saúde.

A idéia é boa, de verdade. O problema é a mantenedora dos dados. Até hoje, a Google não deu bola fora em se tratando do sigilo de dados, mas… É de se ficar com um pé atrás. Imagine um desafeto tendo acesso às suas informações, fraquezas, alergias. Seria, no mínimo, desastroso. A empresa enfatiza bastante essa questão da privacidade, o que pode trazer um pouco mais de segurança aos primeiros beta testers.

Uma parte das vidas de muitos internauta estão nas mãos do Google, o que faz ter sentido aquela frase “eu tenho medo do Google!”. Não sei ainda se irei aderir ao Google Health, embora esteja tentado a fazê-lo. E não sei, também, se quero que o serviço vingue, faça sucesso…

3 Respostas para “Google Health, ou sua ficha médica nas mãos da Google”


  • Soy un médico de familia español (el descubridor de la wiiitis :-) ).
    Trabajo en urgencias de un hospital de Madrid (precisamente ahora
    salgo de una guardia de 24 horas).

    Desde mi experiencia como médico e informático me di cuenta de que
    podía ser útil tener la historia clínica básica de un paciente
    disponible a través de internet. Y hace unos meses me puse manos a la
    obra. El resultado: http://www.keyose.com
    el primer servicio de historia clínica personal online completamente
    anónimo.

    Desde que empecé a plantearme Keyose me di cuenta de que el gran
    problema era la privacidad. Personalmente nunca pondría mis datos
    personal de salud ni el de mis pacientes en una base de datos
    disponible en internet. Simplemente no hay ningún sistema 100% seguro
    y el peligro potencial de que esos datos caigan en malas manos es
    demasiado alto como para asumir riesgos.

    Por otra parte está el asunto de que un tercero (ajeno a la relación
    médico-paciente) tenga acceso a esos datos. Podrían utilizarlos para
    fines no asistenciales (publicidad de fármacos directa, estudios de
    mercado). No me gusta esa idea.

    Así que diseñé Keyose de modo que fuera completamente anónimo. No se
    solicita ningún dato personal (ni nombre, ni siquiera email). De ese
    modo la base de datos de keyose es completamente anónima.

    El sistema genera un código aleatorio junto con una clave pública y
    una privada. El paciente imprime en su casa una tarjeta que le
    permitirá dar acceso a las personas que solo él autorice.

    Tenemos una primera versión preliminar, que aunque muy sencilla cubre
    las necesidades de un médico y un paciente en un servicio de urgencias
    (la lista de medicación, las alergias y las enfermedades importantes).
    Como sabemos que en cada pais las marcas y los fármacos pueden cambiar
    de nombre se introducen en texto libre. De este modo el sistema es muy
    flexible (los datos médicos son demasiado complejos como para
    codificarse en listas cerradas).

    Próximamente sacaremos una versión que permite subir imágenes
    (radiografías, electros, TAC, informes escaneados) o llevar el
    seguimiento de algunas enfermedades (hipertensión, diabetes,
    obesidad…).

    Aunque entre algunos médicos hay ciertas resistencias a estas nuevas
    herramientas es sin duda el futuro. La información sobre la historia
    clínica pertenece al paciente y debe ser gestionada por él.

    Espero que os guste la herramienta, es 100% hecha en Canarias aunque
    con versión en inglés y en catalán.

    Dr Julio Bonis
    http://www.keyose.com

  • Ficha média ou ficha médica? :P
    Corrige e deleta este comentário ;P

  • Também não sei se gostaria que o Google armazenasse tais informações – literalmente vitais – em seus servidores. É muita coisa na mão de uma companhia só.

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