Back to Fusion
23 Mai
De volta ao bom e velho Fusion (tema do blog). Uma mudança aqui, uma adatação ali, e ele está novo de novo. Na minha opinião, o tema mais legal que já desenvolvi para este blog.
23 Mai
De volta ao bom e velho Fusion (tema do blog). Uma mudança aqui, uma adatação ali, e ele está novo de novo. Na minha opinião, o tema mais legal que já desenvolvi para este blog.
23 Mai
Sim, eu sei que som não tem cor, muito menos branca. Só que som branco, ou barulho branco, existe, e é algo muito útil atualmente, em meio ao caos sonoro em que vivemos.
Essa terminologia foi dada porque o som branco se comporta da mesma maneira que a luz branca. A luz branca é a combinação de todas as cores juntas. O som branco, é a combinação de todas as diferentes freqüências de espectros sonoros. Física definitivamente não é meu forte, logo, não entendo a fundo o que signifique isso, apesar de que, com o conceito acima (extraído daqui), seja possível formar uma idéia mental do fenômeno.
A principal aplicação do som branco é se sobrepor a sons externos. Digamos que você esteja tentando dormir, mas na sala, o resto da família discute calorosamente um assunto irrelevante e idiota. O som branco, nesta situação, isolaria seu quarto, anulando a conversa que está rolando na sala, deixando-o dormir tranqüilamente.
Tenho usado MUITO essa técnica para poder dormir sossegado, seja por causa da sucursal do inferno que se instalou na esquina de casa (também conhecido como boteco com karaokê), seja pelos vizinhos sem noção de Maringá. O melhor exemplo, e não por acaso o que eu uso, é o ventilador. O som produzido por ele é branco, o que significa que ele isola barulhos externos. Em geral, a velocidade mais lenta já resolve - só houve um caso em que precisei da intermediária. Se estiver frio, basta ligá-lo contra a parede. Gasta mais energia? Sem dúvida. Mas antes isso do que uma noite mal dormida, e conseqüentemente, um dia seguinte podre.
Há outros exemplos de sons brancos, como o chiado da TV fora do ar, ou mesmo CDs para estimular a concentração. Em níveis elevados, eles são usados como métodos de tortura, para forçar prisioneiros a confessarem o que sabem. Na Wikipedia inglesa há mais aplicações existentes.
O som branco foi um achado. Já tinha ouvido muita gente dizer que só consegue dormir com o ventilador ligado, mas nunca tinha associado uma coisa à outra. Foi lendo um blog, salvo engano o Magaiver, que tomei ciência do assunto, e consegui fazer a associação e entender o poder do barulhinho do ventilador. Ainda bem, pois já estava pensando seriamente em fazer um isolamento acústico no meu quarto…
20 Mai
Ontem o Google Health foi aberto ao grande público. Em testes há algum tempo num hospital de Cleveland, o novo serviço da Google, livre de propagandas e com privacidade garantida (segundo a empresa), promete muito, e se emplacar, poderá mudar a forma como os hipocondríacos as pessoas cuidam da saúde.
O objetivo da Google, além de ganhar MUITO dinheiro, é organizar toda a informação do mundo, e redistribui-la de maneira acessível a todos. O Google Health é um importante passo para atingir este objetivo. A idéia do novo serviço é fazer as vezes de histórico pessoal de saúde. Ali ficarão armazenadas todas as informações relativas à saúde, como exames, tratamentos, doenças, problemas e remédios. Essas informações podem ser compartilhadas com médicos, ajudando-os a saber rapidamente o histórico do paciente. Além disso, pesquisas de perfis e casos semelhantes podem ser feitas, ajudando a encontrar soluções mais eficazes para problemas de saúde.
A idéia é boa, de verdade. O problema é a mantenedora dos dados. Até hoje, a Google não deu bola fora em se tratando do sigilo de dados, mas… É de se ficar com um pé atrás. Imagine um desafeto tendo acesso às suas informações, fraquezas, alergias. Seria, no mínimo, desastroso. A empresa enfatiza bastante essa questão da privacidade, o que pode trazer um pouco mais de segurança aos primeiros beta testers.
Uma parte das vidas de muitos internauta estão nas mãos do Google, o que faz ter sentido aquela frase “eu tenho medo do Google!”. Não sei ainda se irei aderir ao Google Health, embora esteja tentado a fazê-lo. E não sei, também, se quero que o serviço vingue, faça sucesso…