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Blog Day 2008

31 Ago

Caramba, e já é 31 de agosto!? Como o tempo passa rápido. Fui pego desprevenido agora pouco, quando liguei o notebook, e vi, dentre os novos e-mails, um trackback do Cristiano, que indicou este humilde blog na sua lista do dia. A propósito, obrigado, Cristiano!

Se você não entendeu nada, calma. Desde 2005, hoje é comemorado o Blog Day, ou Dia do Blog (d’oh!). O desocupado inventor dessa data festiva escolheu 31/08 porque escrita assim, em números, ela lembra a palavra blog. No logo oficial é mais perceptível:

Blog (31/08)...

Blog (31/08)...

Esta é minha terceira participação na brincadeira (confira 2006 e 2007), que é deveras divertida, especialmente quando muita gente participa, como ocorreu ano passado. Em 2008, parece que a coisa esfriou um pouco, talvez pelo choque com o BlogCampSP, ou então por falta de divulgação mesmo… Mas, pelo menos aqui, a tradição continuará!

A única ressalva é que tive que quebrar o protocolo. Segundo as regras do Blog Day, o correto é, antes do grande dia, eu avisar meus escolhidos por e-mail, como o Cristiano fez. Bom, não deu, foi mal, vocês, escolhidos, ficarão sabendo dessa grande honraria por e-mail também, mas por um e-mail avisando do trackback, ok?

Sem mais delongas, a lista, organizada em ordem alfabética, que contempla cinco blogs legais que descobri nos últimos trezentos e sessenta e cinco dias: ler tudo »

Como vai o blog?

28 Ago

Bem, obrigado. Já faz mais de um mês que implantei aqui uma nova proposta, junto com o tema atual, o Squared (que, aliás, foi adicionado ontem no diretório oficial de temas do WordPress). De lá para cá, as visitas a este humilde domínio caíram na base dos 40%, e os comentários chegaram a níveis irrisórios. É sobre tudo isso que quero falar.

Como todos os meus cinco leitores devem saber, fiz essa mudança radical por estar cansado de me deparar, todo santo dia, com comentários idiotas escritos por gente idiota. Tipo, pára-quedistas que caíam em páginas do blog, liam a manchete, viam uma foto e descarregavam suas frustrações na caixa de texto do formulário para comentar. Como era de se prever, o número de comentários caiu assustadoramente. Agora enviados por e-mail, nesse quase um mês e meio recebi uns quinze e-mails/comentários. É pouco? Sim, ainda mais se compararmos com a média anterior, quando recebia, no mínimo, uns dois comentários por dia. Mas está bom assim. Meu objetivo aqui é ser lido, e não ler - principalmente abobrinhas.

Outra queda, essa mais grave, foi no número de visitas. O blog nunca foi um fenômeno, e… bom, isso nunca me chateou. Sei que escrevo textos demasiadamente grandes, e em certos pontos chatos. Há bastante tempo, porém, as visitas diárias tinham se estabilizado num patamar. Após a mudança na proposta do blog, as visitas diárias despencaram 40%! Não sei se foi pura e simplesmente a remoção dos comentários que desencadeou essa queda, nem se há aspectos externos que interferiram, mas a realidade, nua e crua, é essa.

Se eu fosse um “problogger” (sic), estaria arrancando os cabelos. Não é caso, pelo menos não aqui. Deixo uns anúncios do Submarino ao fim de cada texto, e veiculo uns anúncios contextuais providos pelo HOTWords nos posts, ambos com a intenção de lucrar. Mas não é nada exagerado, do tipo “tenho que escrever sobre isso pra ganhar mais dinheiro!!!”. Não. Longe disso. Na parte do Submarino, vejo-o como uma ajuda mútua: eu recomendo coisas legais aos leitores, e os leitores que as compras retribuem a gentileza com uma comissão, paga pelo Submarino. Nada mais justo, não? Já o HOTWords eu considero uma propaganda pouco intrusiva, e totalmente baseada em texto, motivo este pelo qual a mantenho aqui.

Nada me preocupa, e não pretendo mudar absolutamente um “a” da proposta que implantei no blog. Hoje tenho uma tranqüilidade para escrever aqui que jamais tive enquanto os comentários estavam liberados. Aparentemente, essa mudança ainda fez o favor de filtrar os leitores, de modo que só seres pensantes (literalmente) permaneceram fiéis. Pode ser que, no futuro, essa postura rígida me faça terminar escrevendo para ninguém, mas se um dia eu chegar a esse ponto, de duas, uma: ou eu extrapolei todos os níveis aceitáveis de chatisse, ou o mundo inteiro converteu-se irremediavelmente ao miguxês. Espero não chegar a tanto :) .

Me chamam de ladrão, e ainda querem que eu pague por isso

24 Ago

Publicidade é uma coisa muito delicada. A linha que separa a ousadia do absurdo é muito tênue, e quando o publicitário (ou seja lá quem tenha criado o que mostrarei agora) cai para o lado do absurdo, consegue, no mínimo, perder a simpatia, o respeito e a credibilidade que tinha junto ao público.

Acabei de receber um e-mail (consentido) de uma fabricante de softwares nacional. Nunca comprei nada deles, nem usei nada, sequer versões de teste. Meu e-mail está na newsletter porque, num passado relativamente remoto, salvo engano eles anunciaram no WinAjuda. Na época me cadastrei na newsletter, e deixei; afinal, mandam pouca publicidade, e é bom ver preços e produtos oferecidos.

O problema com este e-mail é que ele dá um tapa na cara de quem o recebe, chamando-o, por tabela, de ladrão. Isso, pelo menos, é o que eu interpretei; acredito que alguns mais exaltados considerem-no uma mensagem direta, um dedo em riste na cara do cliente, seguido de uma sonora bronca e uma ordem de “compre agora” - e não tiro-lhes a razão. Vejam a peça (clique para ampliar): ler tudo »