Gosto muito do blog do Ben Brooks. Ele sempre tem umas sacadas legais, sempre traz um ponto de vista diferente.
Estava lendo os últimos posts e cheguei até esta análise do Bang On, um app de pesquisas para iPhone que usa o motor do DuckDuckGo. Ele destacou dois pontos altos no app: o filtro por domínios específicos (como o site:rodrigoghedin.com.br do Google, acho) e a interface via voz. Então, nas justificativas sobre o porquê do uso da voz ser tão útil, ele mandou essa:
“Digamos que eu esteja segurando a minha filha e queira pesquisar algo que esteja pensando ou tenha ouvido na TV (‘não era aquele ator no X’), bom, eu posso fazer tudo com uma mão só, e chegar ao site que quero, com o Bang On.”
Sei que é um exemplo aleatório e que no momento ele talvez não tenha pensado em nada melhor, mas esse tipo de justificativa mequetrefe está cada vez mais comum nesse meio.
As atualizações incrementais no hardware estão chegando ao limite (ou alguém aposta em um Galaxy S IV com CPU de oito núcleos?) e, para manter a roda girando, ou seja, os clientes gastando, as empresas buscam evolução em pontos que não agregam lá muita coisa. É uma evolução meio inútil. O que são o Siri do iPhone e o S Voice do Galaxy S III se não recursos bestas para encurtar ações que antes deles já eram estupidamente simples?