Posts na categoria ‘Cultura’

Jumper

19 Jul

Pôster de Jumper.

Pôster de Jumper.

Sabe quando o filme tem uma premissa legal, um trailer legal, atores legais, mas no final sai uma grande e enorme nhaca? Se não sabe, assista Jumper (Jumper, EUA, 2008) para descobrir. O filme mostra jumpers, ou saltadores, pessoas que têm o poder de se teletransportar, e são caçados por uma entidade estranha, da qual são membros os paladinos.

Basicamente, Jumper é uma versão resumida de X-Men, onde o único poder mutante (que não é derivado de uma mutação, acho eu) existente é o do Noturno, ou seja, o teletransporte. Existem muitos jumpers, mas o filme foca em David, interpretado pelo inexpressivo Hayden Christensen, também conhecido como Anakin Skywalker na nova (e furada) trilogia de Star Wars. O pior é que a apatia do rapaz é, aparentemente, contagiosa: nem Rachel Bilson e Samuel L. Jackson, dois atores bem superiores ao medíocre Christensen, conseguem brilhar. O cúmulo da má atuação é quando Millie, a personagem de Bilson, descobre que David pode se teletransportar. Rola algo como “ah, legal… Agora me leva de volta pra casa”. WTF? ler tudo »

WALL•E

18 Jul

Pôster de WALL•E.

Pôster de WALL•E.

Tudo que você leu sobre WALL•E (WALL•E, EUA, 2008), nova animação da Pixar, é verdade. O filme é absurdamente interessante, fantástico, o melhor da Pixar e, também, uma das melhores animações já produzidas.

A trajetória do robozinho reciclador WALL•E é bonita, emocionante. O filme se passa no futuro, numa Terra dizimada, sem humanos, e apesar deles estarem presentes no filme, são os robôs, cujos quais apresentam características que hoje são exclusiva das pessoas, os astros. A dupla formada pelo protagonista e Eve é, ao mesmo tempo, estranha e apaixonante. Um paradoxo que, tal qual as características humanas presentes nos robôs que citei acima, não carece de explicações; quem assiste, não quer saber como é possível, ou como funciona; quem assiste, só quer… assistir.

Andrew Stanton, roteirista e diretor, avisa através de uma fábula moderna os perigos que a industrialização e o comodismo representam para a humanidade. A mensagem é transmitida, e o fato dessa transmissão não ser direta, talvez até meio boring, como em Uma Verdade Inconveniente, o documentário do Al Gore, só conta pontos positivos para a película. ler tudo »

The Machine Girl

28 Jun

Pôster de 'The Machine Girl'.

O cinema japonês é irrelevante. Quer gostem, ou não, até hoje não me lembro de algum blockbuster vindo das terras nipônicas. Normal, afinal, não dá para ser bom em tudo. Salvo produções obscuras, e os longas de animes, é difícil encontrar produções japonesas no ocidente, especialmente no Brasil.

Mas a Internet (ah, a Internet!) encurta distâncias, contribui para a globalização cultural, e deixa ao alcance de qualquer ser na face da Terra pérolas como The Machine Girl, ou Kataude mashin gâru no original, filme gore que é sensação no mundo underground. Nunca ouviu falar da menina-máquina? Vamos a um breve resumo, então, extraído do doentemente legal Nipofilia:

Escrito e dirigido por Noboru Iguchi, The Machine Girl narra a saga de uma colegial em busca de vingança pela morte de seu irmão nas mãos da Yakusa. Além da amputação de seu braço esquerdo.

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