Arquivos da categoria 'Eu micreiro'

Tradução do K2 (pt_Br)

Se você usa o tema K2 em seu blog movido pelo WordPress, talvez esse post lhe interesse. Tirei um tempinho e traduzi o tema usando o método oficial, que permite redistribuição do arquivo. Assim, caso queira traduzir seu blog com alguns cliques para o português do Brasil, basta pegar seu arquivo de tradução e seguir as instruções. Está tudo nesta página.

Ainda contém alguns bugs e errinhos de tradução/contexto, mas, para uma versão inicial, está de bom tamanho. Ah, caso use e encontre os tais erros, por favor, reporte via formulário de contato. Obrigado!

Programas que uso no celular (Symbian)

Symbian S60.

Symbian S60.

Tenho um Nokia N82 que é um fiel companheiro. A variedade de recursos, como WiFi, GPS e câmera fotográfica decente, fazem dele pau pra toda obra. Por cima dessa camada de hardware generoso, está o Symbian, que embora seja destratado por muita gente, tem uma biblioteca de softwares interessante, e… funciona.

Smartphones da Nokia equipados com Symbian estão se tornando populares, logo, a demanda por programas para ele aumenta. Só que, como muitos sistemas, o Symbian também sofre do mal de ter duzentos softwares que fazem a mesma coisa, coisa esta que, no fim das contas, é quase sempre algo inútil. Nessa selva de bits, o Matheus Bonela, novo proprietário de um E62, me pediu para compartilhar os programas e jogos que tenho instalados em meu smartphone. Pois bem, aqui vamos nós!

A lista abaixo, de aplicativos, está organizada por ordem alfabética. Praticamente todos os programas são gratuitos. Os que demandam recursos especiais, como GPS ou acelerômetro, estão sinalizados. A versão do Symbian que vem no N82 é a 9.2, S60 rel. 3.1.

  • Enhanced Calculator: calculadora mais parruda, que aproveita o direcional do celular para simplificar o uso.
  • Fring: bate-papo multiplataforma (suporta Windows Live Messenger, GTalk, Skype e outros). Uso muito raramente, mas funciona bem.
  • Gmail Mobile: funciona quase como um push mail, e permite fazer praticamente tudo pelo celular. Visual muito bom, e funciona sem problemas.
  • LightNotepad: bloco de notas simples, salva em *.txt. Foi meu fiel companheiro durante as aulas do curso de Direito no último semestre.
  • Mapas: o programa padrão de GPS da Nokia. Para carregar mapas brasileiros, precisa instalar o Map Loader. Preciso testar outros; dizem que o Garmin é muito bom. Requer GPS.
  • Opera Mini: grátis, visual interessante e recursos idênticos aos da versão desktop. Só peca por ser um pouco lento para abrir, o que me faze recorrer, na maioria das vezes, ao NetFront (navegador padrão do Symbian).
  • Screenshot: como o nome sugere, serve para tirar screenshots do Symbian.
  • Sports Tracker: programa da própria Nokia, é praticamente um personal trainer. Ele monitora caminhadas, passeios de bicicleta e outras atividades do tipo, e gera relatórios detalhados, contendo coisas como calorias gastas, tempo, distância percorrida e até quantidade de passos dados. Requer GPS;
  • Stopwatch: algo simples, mas que falta ao Symbian por padrão, é um cronômetro. Esse programa supre tal ausência, e ainda permite que cinco cronômetros rodem simultaneamente.
  • Teclado sem fio: faz a ponte entre o celular e o teclado Bluetooth. Requer Bluetooth e teclado Nokia SU-8W.
  • Twibble Mobile: cliente para Twitter. Embora seja o melhor para Symbian, ainda acho a interface web (http://m.twitter.com/) mais confortável/funcional.

Agora, os jogos!

  • Bejeweled: clássico, viciante. Pena não ter todas as features da versão desktop…
  • Block Breaker Deluxe 2: um Arkanoid repaginado. Já terminei, é bastante desafiador.
  • Burnout: o grande game de corrida em versão diminuta. Acho que para consoles é mais divertido…
  • Frozen Bubble: o bom e velho Puzzle Bubble, com roupagem de inverno. Open source e gratuito.
  • N-GAGE: plataforma de jogos da Nokia. Uso, geralmente, para brincar com as demos que são distribuídas gratuitamente.
  • pyWuzzler: jogo de pebolim, ou totó, como é conhecido em alguns lugares do Brasil. Os gráficos são feios, há apenas um modo de jogo, que não empolga muito. É bom para mostrar o acelerômetro (ou era, antes de eu conhecer o Resco Bubbles). Requer acelerômetro.
  • Resco Bubbles: estoure todas as bolinhas de plástico, na ordem correta. Jogo muito bonito e bem feito. Requer acelerômetro.
  • Snakes 3D: o viciante joguinho da minhoca, agora em ambiente 3D. Ficou muito bom.

E é isso! Como se vê, não são muitos os programas e jogos que uso. Mas os que tenho são úteis no dia-a-dia. Less is more, como dizem por aí.

A propósito, se você tem um celular com Symbian, e usa algum programa legal não listado acima, compartilhe a descoberta via comentários. Obrigado!

Espero que a lista seja útil aos “recém iniciados” no mundo Symbian.

Domingão de jogatina

(Cheguei no escritório, e o que vejo no meu pé? Um chiclete, grudado, nojento. Só não mais nojento que o porco que o jogou no chão, mas enfim.)

Ontem fomos no Leitaum, eu, a Heri, a irmã e o primo dela, para jogar! Não baralho, nem Banco Imobiliário (que agora virou Monopoly aqui também, né?), mas sim PC. Jogos para PC. Não sou o que pode se chamar de heavy gamer quando o assunto é multiplayer. Encaro jogos, especialmente os de tiro e/ou com enredo, algo similar à leitura de um livro, ou à exibição de um filme: uma experiência particular. Por isso, à exceção de jogos feitos exclusivamente para se jogar online, como Team Fortress 2 e Unreal Tournament (que jogamos ontem), jogo sozinho, obrigado.

Mas ontem, não. A idéia era justamente jogar um contra o outro, UT e Quake III Arena. Um Sempron ruim, um Pentium III de cartucho, um Toshiba que se recusava a ascender à rede sem fio, um Dell Vostro 1000 velho de guerra e um Inspiron 1525 super bem cuidado. Esse era nosso time, e se eu disser que a única placa de vídeo offboard era uma GeForce FX5200, entende-se o porquê da escolha dos jogos acima mencionados, né?

Mas não importa. Abastecidos com salgadinhos variados e Coca-Cola, num quarto apertado para sete pessoas, porém refrigerado, e sem ver a luz do sol durante cinco horas ininterruptas, foi uma experiência deveras divertida. Não só pelos jogos em si, excelentes, apesar da idade, ao o fim para o qual foram concebidos, mas também pela nostalgia. Lembrei os primórdios da Internet em minha vida, quando tentávamos jogar esses mesmos jogos online, com modens de 56 kbps, usando um servidor do provedor local, de nossa cidade. Pings altos, mas quem se importava? Estávamos jogando online, mano!

Espero repetir a dose mais vezes daqui pra frente.

A Asus me tirou algumas horas de sono

Embalado pela véspera de Natal, faz alguns dias que estou indo dormir tarde, e conseqüentemente, que estou acordando tarde. E isso é mau, especialmente porque a manhã é o período mais fresco menos quente no Hell’s gate que é Paranavaí.

Hoje eu disse a mim mesmo: “vou dormir cedo”. E estava tudo indo bem, até que, antes de ir dormir efetivamente, resolvi tirar algumas screenshots e fazer uns vídeos de um jogo que analisarei para o Campo Minado, para adiantar o que tenho a fazer amanhã.

Grande idéia, essa minha. O maldito PC começou a reiniciar mais que o de costume, e o bestão aqui resolveu, às 21h, ir a fundo no problema. Agora já é quase 23h, e a meta de ir para a cama cedo, ler um pouco e, enfim, dormir sossegadamente, foi para o buraco.

Pelo menos tenho o consolo de ter baixado a temperatura do processador em 10º C, com uma (não tão) simples atualização da BIOS, que a Asus, não sei se por sacanagem ou incompetência, faz ser tão complicada graças à inútil versão Windows do seu atualizador automático, que cisma em bugar tipo… 10 em cada 10 tentativas.

Ah sim: só de raiva, agora vou jogar Crysis Warhead pra ver se essa merda agüenta. Dormir? Daqui a pouco…

PS: Acho que ficou claro no tom do texto, mas estou MUITO puto com isso tudo (calor, PC super aquecido, etc. e tal). E o blog tá pagando o pato, servindo de válvula de escape. No próximo texto voltarei à calma habitual :-) .

Bastidores do Windows Vista RC2

No último fim de semana, baixei o Windows Vista RC2. Para quem não sabe que bicho é esse, eu explico: trata-se da nova versão do Windows, o sucessor do Windows XP. O projeto se arrasta há mais de cinco anos, já sofreu adiamentos inúmeros, perdeu recursos, enfim, em termos de organização e cumprimento do cronograma, foi um desastre completo. Mas eis que, mesmo aos trancos e barrancos, a Microsoft parece que conseguirá dar à luz seu novo sistema. Esta versão que testei, a RC2, aparentemente é a última de testes antes da final, que será liberada para a indústria de computadores em novembro deste ano, e para consumidores finais em janeiro de 2007.

Não, este texto não é um review, ou análise, com queira, do Vista RC2. Simplesmente porque já fiz isso, no WinAjuda. Clique aqui e leia minhas impressões. Gostaria de relatar aqui como foi feita a coisa, já que lá no WinAjuda a “linha editorial” é mais séria e formal, de modo que não posso me dar ao luxo de comentar besteiras, do tipo não ter nenhuma chave de fenda na hora de desmontar os PCs (usei uma faca e uma colher de chá como substitutos). Continue lendo ‘Bastidores do Windows Vista RC2′

A insalubridade no trabalho com computadores

Quem disse que trabalhar no computador é a melhor coisa do mundo nunca usou um por mais de cinco horas a fio. Acredite: mexer com essa máquina é um trabalho insalubre. Neste texto, demonstrarei e provarei o porquê.

Antes, um parêntese. Trabalho insalubre, em termos gerais, é aquele que traz malefícios à saúde, que origina doenças. Tal fato dá, ao empregado, o direito de ganhar mais em virtude do seu ofício, o conhecido adicional por insalubridade. Claro que, embora os fatos narrados abaixo sejam verdadeiros, a insalubridade não existe, em regra, no trabalho direto com computadores. Só são considerados insalubres aqueles trabalhos assim discriminados em lei, ou no caso de omissão desta, que forem declarados como tal mediante perícia de profissional. Dito isso, sigamos adiante. Continue lendo ‘A insalubridade no trabalho com computadores’

Vai um PC aí?

A tradição nos ensina que o programa favorito da mulher comum é passear no shopping, ver vitrines e, principalmente, comprar o que elas previamente vêem nas vitrines – geralmente, roupas. Não as censuro, afinal, todos temos nossas taras consumistas, algo que serve para relaxar, massagear o ego, ou qualquer outra coisa relacionada a prazer. Homens? Quanto a nós, acredito que não há uma unanimidade… Só sei de duas coisas: 1) ver vitrines e comprar roupas não deixam um homem de sorriso aberto; e 2) particularmente falando, adoro ver, comentar e comprar equipamentos de informática.

A informática é um hobby antigo, talvez uma sucessão natural do video game, objeto este que é a primeira coisa que me vem à cabeça quando lembro da minha infância. Sei que essa declaração faz parecer que minha infância foi entediante, solitária e improdutiva, e em parte, isso é verdade – só a parte da solidão. Porém, os benefícios que a alta exposição aos jogos me deram compensaram os reveses. Dois fatores me levaram a migrar, evoluir, do video game para o computador: preços proibitivos dos novos consoles e jogos e, principalmente, a Internet e suas inimagináveis possibilidades. Continue lendo ‘Vai um PC aí?’