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Uma análise de Lara Croft, o modelo de mulher feminista

As feministas são tão chatas quanto xiitas, fanboys e afins. Aliás, tudo que é extremado é chato, e isso me remete a um dos melhores ensinamentos que meus pais me deram: “tudo que é demais, estraga/é chato/enjôa”. As feministas bradam aos sete ventos que igualdade entre os sexos é o caminho da libertação, mas quando se deparam com uma barata, ou com um pote de conserva lacrado, a quem elas recorrem? Isso mesmo, ao ser abominável com quem dividem espaço, ou melhor, com quem disputam espaços. O homem.

Embora seja um, não defenderei os homens neste texto. Minha intenção é mostrar as falhas do movimento feminista analisando (psicologicamente, que fique claro) um dos maiores ícones feministas dos últimos anos: Lara Croft, a arqueóloga inglesa protagonista da série de jogos Tomb Raider. Antes de entrarmos no mérito, uma pequena montagem, mostrando-a em diferentes etapas da sua “vida”:

Lara Croft.

O primeiro aspecto que impressiona em Lara é a beleza estonteante. Sim, não serei hipócrita em dizer que beleza não chama a atenção, pois chama sim. Aliás, tenho uma teoria de que metade do sucesso da série de jogos Tomb Raider se deve ao fato da protagonista ser gostosinha, e que muitos molecotes, no final do século passado, jogavam tais games apenas para admirarem a personagem. Afinal, o jogo era uma bosta. Beleza intimida, especialmente os feios, como este que vos escreve. Não que este detalhe seja crucial para determinar o nível de intimidação, mas num primeiro momento, ele tem forte influência, e isto pode ser tanto bom, o que ocorre quando o conjunto da obra ratifica a primeira impressão, como propaganda enganosa, quando a moça integra o time das que só são notadas de boca fechada.

Como estamos falando de Lara Croft, um ícone feminista, é óbvio que, ao abrir a boca, ela não só confirma sua prepotência sobre os demais, como os esmaga. Este detalhe, por motivos óbvios e que dispensam explicações, são melhores sentidos nos filmes. Lara não esconde a influência de Indiana Jones, importando deste, além da profissão, o modo de ser e as tiradas bacanas, flertando com um Spiderman way. Não chega a tanto, mas para menos esclarecidos, causa o mesmo efeito que o humor cool de Peter causa em seres de nível mais elevado. Quando o interlocutor da moça é um homem, então, aí ela deita e rola. A cada cena onde está presente um espécime masculino, temos a nítida sensação de que a personagem de Jolie tenta se impôr sobre o pobre coitado com quem contracena. E os homes, claro, raramente se rebelam contra ela, afinal, se fazem isso, recebem o castigo dali a duas cenas. Com mulheres a situação é diametralmente inversa: sorrisinhos, abraços, cumplicidade. Seria Lara, e conseqüentemente as feministas, lésbicas? Melhor parar este assunto por aqui…

Psicologicamente falando, Lara é uma muralha. A única coisa capaz de abalá-la é a lembrança de seu falecido pai. Ou pais, sei lá (nunca joguei nenhum game da série). Nas piores situações, tal qual os grandes heróis que mentes brilhantes da humanidade pariram, ela se mostra bem disposta e inabalável. Bom humor acima de tudo, este é o espírito.

Passemos agora aos aspectos circunstanciais de Lara. Ela é rica, rica e rica. Bem sucedida no que faz, a melhor arqueóloga da paróquia, e, detalhe importante, está acima de todos os homens (arqueólogos), embora eu ache, se me permitem o comentário, que Indiana Jones é mais legal. Sua fortuna deve-se à herança, e o que poderia ser mostrado como um ponto fraco na sua barreira feminista, torna-se irrelevante ante o fato de que, graças às suas expedições arriscadas nos confins do mundo, ela lucra horrores. Ou seja, ela é indepentente. Talvez esta palavra defina o que é ser feminista: é levar a níveis extremos a independência. Veja, não defendo a idéia de serem as mulheres dependentes e submissas. Mas um pouco de dependência dos demais, em especial do cônjuge (que ela não tem, outro detalhe relevante) e/ou da família, é natural e saudável, e isso vale para os homens também.

Divulgação Tomb Raider.
A mais legal foto de divulgação da série Tomb Raider.

Fazendo um resumo de Lara Croft, podemos defini-la assim: moça bonita, inteligente e sagaz; durona, auto-suficiente, extremamente independente e prepotente; confia em si mesma, subjuga os homens sem dó, é aventureira e sabe exatamente o que quer; não consegue manter relacionamentos fixos, tem apenas parceiros ocasionais; mente inabalável, sempre mantém o auto-controle. Rica e bem sucedida no que faz.

Este texto, embora tenha um evidente tom irônico, expressa minha real opinião sobre o movimento feminista “ortodoxo”. Levando esta informação em conta, digam-me, em especial as mulheres: é isso que vocês querem ser? A mulher adquiriu muitos direitos no último século, equilibrou a balança com os homens de uma maneira jamais vista na humanidade, chegando a ultrapassá-los nas áreas onde suas qualidades e habilidades as fazem melhores profissionais que eles. Têm todo o mérito, de verdade. Mas, daí a querer invadir todos os espaços, inverter leis básicas de convivência, rebaixar os homens a níveis de objetos… Não é demais? Até nossa Lei estabelece diferenças entre os sexos, o que demonstra que, por mais que se lute, certos aspectos envolvendo homem e mulher são pétreos, inalteráveis.

Pense nisso.

Casal unido jamais será vencido

Há quem diga que o ser humano não foi concebido para ser monogâmico. Segundo esta visão, o homem é um ser promíscuo, cujo único objetivo é procriar. Discordo desta visão, embora reconheça que tal opinião provavelmente seja proveniente da minha criação e formação, o que significa que, se eu porventura tivesse nascido num lugar onde a tradição dissesse que a promiscuidade é o que há, comungaria dessa opinião. É inegável, porém, admitir que, embora a sociedade e os costumes ocidentais preguem a união monogâmica, é cada vez mais raro encontrar casais em cujo histórico não figure nenhum caso de adultério. Quando encontrados, ainda, há o risco da união por conveniência, por preguiça, por qualquer fator que desfigure o relacionamento como ele é (ou, no caso, deveria ser). Em suma, está difícil encontrar casais estáveis e felizes. Por quê?

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Agora sou “Eu e a mulher”

Eu e a Heri no Parque do Ingá, em Maringá-PR.

Os fiéis leitores deste espaço já devem ter percebido duas coisas. A primeira é que há tempos não escrevo nada na seção “Eu e as mulheres”, e a segunda é que nunca comentei diretamente sobre minha namorada, a Heri. Aliás, estava guardando essa frase para quando fosse escrever algo diretamente sobre ela, mas tudo bem, quando surgir a oportunidade, a repito. Ou então talvez seja esta a oportunidade, e eu ainda não percebi, já que, como quase sempre, estou “parindo” o texto; ou seja, não planejo nada, nem rumino idéias em minha mente fértil durante dias a fio antes de escrever; vem da alma, é coisa de momento.

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O dia dos namorados está aí…

Ano passado, escrevi um texto meio revoltado na véspera do dia dos namorados. Apesar da agressividade, tal texto contém algumas verdades, e independentemente disso, serviu de embasamento para aqueles que, tal qual eu àquela época, estavam sozinhos neste mundão. Este ano, porém, estou acompanhado, e para que a justiça e a democracia continuem reinando neste espaço, listarei, abaixo, alguns motivos para encarar o dia dos namorados como uma data bacana.

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Afinidade e química

Se tem uma coisa que aprendi com o blog da Bruna Surfistinha, nos tempos que ele era bom, ou seja, antes da fama, é que a relação entre um homem e uma mulher pode ser mensurada segundo dois pontos de referência.

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Mulheres e mulheres

No mundo, há mulheres e mulheres. Do ponto de vista masculino, é possível classifica-las usando como ponto de referência diversos fatores. Mulheres, complexas, difíceis, mas ao mesmo tempo, doces, adoráveis. Hoje, em mais uma divagação livre e não-influenciada, usarei como ponto de referência a reação delas ao primeiro contato com um ser do sexo oposto, e pra ser mais específico, quando este toma a iniciativa.

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Teoria das relações interpessoais

Já reparou que a atenção que os homens dispensam às mulheres, quando ambos são desconhecidos, é proporcional ao tamanho dos seios ou das nádegas dela? E já reparou também que, neste caso, a recíproca não é verdadeira, cabendo aí até mesmo um paradoxo, já que, não raras vezes, as tais mulheres que esbanjam belas formas dispensam mais atenção a caras deprovidos de beleza e, quase que invariavelmente, de cérebro? Este mundo é muito cruel em se tratando de relações interpessoais. Vale, e muito, aquele ditado que diz “quem não arrisca, não petisca”. As chances de tomar um “não” num princípio de conversa com uma mulher desconhecida são grandes, o que intimida até o mais corajoso dos homens. Essa intimidação varia, está calcada numa escala que acompanha a beleza da fêmea; está condicionado ao grau de intimidação, também, o nível de timidez do sujeito que se propõe a tentar algo com uma homo sapiens de saias. Sem mais delongas, o simples ato de conhecer alguém do sexo oposto está relacionado a tanta coisa, mas tanta coisa, que, ao contrário do que possa parecer, torna-se algo deveras complicado, um verdadeiro desafio a ser vencido, um trabalho de Hércules!

Ou…

Vai ver o problema é só comigo mesmo.