Ano passado, escrevi um texto meio revoltado na véspera do dia dos namorados. Apesar da agressividade, tal texto contém algumas verdades, e independentemente disso, serviu de embasamento para aqueles que, tal qual eu àquela época, estavam sozinhos neste mundão. Este ano, porém, estou acompanhado, e para que a justiça e a democracia continuem reinando neste espaço, listarei, abaixo, alguns motivos para encarar o dia dos namorados como uma data bacana.
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Se tem uma coisa que aprendi com o blog da Bruna Surfistinha, nos tempos que ele era bom, ou seja, antes da fama, é que a relação entre um homem e uma mulher pode ser mensurada segundo dois pontos de referência.
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No mundo, há mulheres e mulheres. Do ponto de vista masculino, é possível classifica-las usando como ponto de referência diversos fatores. Mulheres, complexas, difíceis, mas ao mesmo tempo, doces, adoráveis. Hoje, em mais uma divagação livre e não-influenciada, usarei como ponto de referência a reação delas ao primeiro contato com um ser do sexo oposto, e pra ser mais específico, quando este toma a iniciativa.
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