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Imagens azuis no cabeçalho

Ao trocar o tema do blog (é, mais uma vez), aproveitei uma feature nativa do K2, tema atual, e coloquei imagens aleatórias no topo. Algo que fazemos, eu e o resto da equipe, no Noroestão, e que sempre chama a atenção. E gasta mais banda do site, já que 99% dos leitores que descobrem esse detalhe dão refresh na página várias vezes até ver todas as imagens. Pode fazer aqui, afinal, se tem alguma coisa que a Nightmarehost Dreamhost oferece de bom, é a transferência de dados praticamente ilimitada.

Como o K2 tem muitos elementos azuis, procurei me ater a essa tonalidade na hora de buscar as imagens do cabeçalho. Porém, antes de sair à busca, havia tentado implementar este script, que faz com que imagens específicas, escolhidas por mim, apareçam em determinados dias do ano, como Natal, ano novo e meu aniversário (anote a data e encomende o presente: 8 de novembro). Ainda não sei o que fiz de errado, mas o script não funcionou, de modo que me contentei em usar apenas imagens aleatórias mesmo.

Voltando a elas, aliás, a ideia era concentrar-se no azul, para combinar com o restante do layout. E como não quero andar fora da legalidade, lembrei de um recurso novo da busca de imagens do Yahoo!: filtro de imagens licenciadas sob Creative Commons. Busquei por “blue” (azul, em inglês), e muitos resultados apareceram, a maioria, se não todos, do Flickr, rede social de fotografos também da Yahoo!. Depois disso, tive o trabalho de encontrar as mais legais, cortá-las no tamanho correto (780×200), e mandá-las para o servidor. E agora, tenho o trabalho de satisfazer a curiosidade dos leitores, e colocar todas as imagens armazenadas, com os respectivos links aos fotógrafos que gentilmente as disponibilizaram na Internet sob Creative Commons.

Para não quebrar o layout, redimensionei as imagens. Clique nelas (com o botão do meio, para abrir em outra página) para ir às respectivas páginas no Flickr.

Blue.

Blue.

Blue. Foi a primeira que achei, e, caso não houvesse o sistema de imagens aleatórias, a que ficaria no cabeçalho do blog. O efeito desfocado em parte da imagem é bem legal.

Windows 7.

Windows 7.

Windows 7. Um dos wallpapers baseados em imagens de divulgação bastante preliminares do Windows 7, novo sistema operacional da Microsoft com lançamento previsto para 22 de outubro.

Blue wall.

Blue wall.

Blue wall. Uma parede azul, com alguns canos à mostra. Achei simples e, justamente por isso, bonito, embora a textura da parede tenha detonado fontes menores do cabeçalho do blog.

Blue lagoon.

Blue lagoon.

Blue lagoon. A foto mais “amadora”, por assim dizer. O detalhe da pessoa refletida na beirada do lago me conquistou. Poderia estar num tamanho maior; dá para contar nos dedos quem ainda usa resolução 800×600…

Blue.

Blue.

Blue. Clima de Natal, frio, cafeteria ao fundo… Tem coisa melhor?

blue.

blue.

Blue. Casinha em estilo antigo, bem simpática. Tive que fazer alguns ajustes na imagem, já que na forma original as cores eram muito claras, acabando com o contraste entre o fundo e as palavras do cabeçalho.

Blue.

Blue.

Blue. Prédios em construção ao fundo, e outros já prontos no primeiro plano. Um detalhe legal é que o tom mais forte dos prédios em primeiro plano servem de um fundo para os itens do menu do cabeçalho. A propósito, bela imagem.

E, por ora, são essas. Encontrei várias outras no caminho, mas algumas dispensei por não se adequarem bem no tamanho pedido, outras por não baterem com a fonte branca dos textos do cabeçalho. De qualquer maneira, gostei do resultado, e na medida em que encontrar mais imagens em minhas andanças pela Internet, abastecerei a pasta de imagens – só que, essas, vocês terão que achar por conta própria.

A beleza está nos olhos de quem lê?

Uns me acusam de indeciso, outros de eternamente insatisfeito. E talvez eles tenham razão. Já troquei muito o tema desse blog, sempre buscando “o perfeito”. Algo que sei que jamais encontrarei, o que não me impede de tentar – e talvez aí esteja a graça da coisa.

Sempre que decido trocar um tema, meu primeiro pensamento é partir para algo minimalista. E quando digo minimalista, é minimalista mesmo, do tipo só texto puro, se possível. Mas aí encontro algum tema com frescurinhas legais, visual bonito e sóbrio, e acabo abandonando a ideia extremista. O atual desse blog demonstra isso: é simples, porém bonito, visualmente agradável.

Talvez na próxima troca, eu radicalize, inspirado no exemplo do Robert Scoble. O blog dele é texto puro, sem CSS, sem imagens, sem nada. Neste post, cujo título é “As coisas que aprendi tendo um design feio”, ele comenta a repercussão dessa guinada radical. Resultado: não alterou a visitação, e de quebra muita gente elogiou a legibilidade do texto e a ausência de anúncios, widgets, badges, e outras porcarias.

Layout atual do Scobleizer.

Layout atual do Scobleizer.

Confesso que me deixo levar um pouco por visual, e que um tema bacana ajuda na inspiração para escrever. Passei por algo assim recentemente, no WinAjuda. Estava usando o WP-Framework porcamente personalizado, cheio de buracos, remendos e partes em inglês. Depois que troquei o tema para o Codename H, esse totalmente personalizado, traduzido e ajustado, o ganho em produtividade foi considerável. Além dele, parece que o público gostou da mudança também, já que a participação dos leitores, via comentários, subiu consideravelmente.

Acho que o ideal é o dono do blog sentir-se à vontade com ele. Blog, em regra, é algo muito pessoal, e não sentir-se à vontade com o visual da sua “cria” é um passo atrás nessa relação. Pode ser feio, estranho, maravilhosamente belo. Não importa. Tem que ser agradável ao dono. Se ele se sente bem, escreve mais e melhor, e isso sim é o que capta os leitores – texto, não visual.

Mas ainda não desisti do layout estilo CSS Naked Day. Acho legal esse estilo minimalista.

***

Falando em design e coisas do tipo, o Aquino publicou um verdadeiro achado em seu blog: o desktopgaming. Trata-se de um site que cria, organiza e disponibiliza wallpapers de games nostálgicos. Estou usando o do Adventure Island, um dos jogos mais divertidos do NES 8 bits. Vejam como ficou meu desktop:

Windows 7 Beta, com wallpaper do Adventure Island.

Windows 7 Beta, com wallpaper do Adventure Island.

A dura verdade (ou: eu desaprendi a fazer temas)

Não costumo guardar na memória trechos, palavras, frases de pessoas famosas (ou não). Dentre as poucas que conseguiram fixar-se em minha cabeça, estão o mantra dos tímidos proferido por Shakespeare (“Nossas dúvidas são traidoras, e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar”), e, embora não integralmente, apenas a ideia, uma passagem do blog 1001 Gatos de Schrödinger. Neste post, no segundo parágrafo, o autor fala sobre a boa péssima e velha indecisão que nos acomete quando crescemos, e busca um lado mais obscuro, aquele que diz, sem meias palavras, que você não é bom em tudo que pensa que é.

Lembro que, quando li isso, há pouco mais de dois anos (segundo a data do post), senti meio que um baque. Minhas desconfianças estavam certas: não dá para ser bom em tudo. Só alcançaram isso grandes nomes da humanidade, há muito tempo, quando especialidades e especifidades não eram necessárias para o sucesso profissional e, consequentemente, pessoal. Da Vinci, Galileu, Pitágoras… O que eles eram? Físicos, matemáticos, artistas, astrônomos, tudo junto. E, apesar dessa multiplicidade disciplinar, eles era  bons, tanto que marcaram seus nomes na história da humanidade em diversos campos do conhecimento.

Mas voltemos ao chão. Ontem enveredei numa tentativa frustrada de atualizar o tema do WinAjuda. Quando coloco uma coisa na cabeça, especialmente o que é, de certa maneira, palpável, alcançável, não sossego enquanto não dou cabo daquilo – e entenda “dar cabo” concluir com sucesso o trabalho proposto ou incidir no fracasso absoluto. Ontem foi um caso de fracasso absoluto. Botei na cabeça de utilizar um framework, o WP-Framework, para construir o tema, e acabei levando na cabeça, já que não consegui lidar muito bem com o tal framework, que, ironia das mais sutis, promete facilitar a vida do designer.

Isso me fez perceber o quanto de tempo que perco com essas coisas. E o que é pior, para chegar num resultado que, embora seja digerível, fica aquém das minhas expectativas. Ainda ontem, no começo da noite, estava certo de substituir todos os temas dos meus blogs pelo Kubrick, o padrão do WordPress. Alguns amigos, após eu consultá-los, me impediram de cometer esse sacrilégio, e a eles sou agradecido :-) .

Hoje, menos irritado com o Epic FAIL de ontem (anunciar um tema e depois tirá-lo do ar, haha!), lembrei do Elegant Themes, um serviço de temas premium acessíveis mediante assinatura que conheci através do BloggersUnited – onde pretendo escrever esporadicamente. Hoje pela manhã assinei o serviço, e voilà: o blog pessoal está de cara nova. Há temas muito legais lá, os quais pretendo utilizar nos meus outros blogs.

Minha ideia inicial era padronizar o visual de todos os meus blogs com o maldito WP-Framework. Claro que deu errado, já que o tema que serviria de base, o do WinAjuda, male má se mantém do jeito que está – não quero imaginar como seriam intervenções nele no sentido de modificá-lo quase que totalmente. Assim, decidi acatar a sugestão do Cosme, e vou, aos poucos, mudar os temas dos blogs. Como sempre foi, aliás.

Um dia e meio perdido depois, agora voltarei aos estudos para o temido Exame da OAB. Ontem o Danyllo ficou sabendo que foi aprovado. Parabéns! Boas notícias como essa me inspiram a continuar forte nos estudos. Afinal, como designer, sou um bom (?) estudante.

Frameworks para WordPress e como a inveja é uma droga

Como quem visita este blog regularmente deve saber, antes estava usando o tema padrão do WordPress, o famoso Kubrick, que não é mais suportado nem pelo próprio autor, o qual, vejam só, nem WordPress usa mais! Muitas reclamações, muita chiadeira dos milhões milhares dezenas poucos leitores, e… ok, ok, eu me rendo: tem tema novo por aqui.

Mas não queria um tema qualquer. Especialmente depois que vi essa beleza aqui. Fala sério: é ou não é o tema mais bonito que você já viu? Para mim, é. E fiquei inquieto, querendo muito ele aqui no meu espaço, uma coisa quase infantil. Só faltou eu cair e rolar no chão, chorando e esperneando e gritando por ele, até cansar ou (haha) alguém me dar o tal tema. Burro.

O mais legal é que o tema do Tip’d é baseado no Thesis, um framework que custa caro mas, segundo o autor, é a ferramenta definitiva para a criação de temas. Se não custasse tão caro (U$ 87,00 a licença particular, para UM blog!), eu compraria. Como esse “se” não existe, fiquei chupando dedo, e parti em busca de outro framework, mais barato ou (preferível) de graça.

Novo tema: Cutline modificado.

Novo tema: Cutline modificado.

Nessa busca, encontrei o Cutline. Feio de doer, meio defasado, mas funcional. Segundo David Pearson, o pai da criança, duas mudanças causaram um aumento de 455% nas visitas vindas de buscadores. As mudanças foram:

  • Migração para o WordPress (ele usava o Movable Type antes);
  • Uso do Cutline como base para seu tema.

Não espero um ganho tão expressivo aqui, uma porque já uso o WordPress, e outra porque, hoje, os tempos são outros – o post do Pearson é de 2006. Aliás, esse detalhe nem foi o crucial para eu escolher o Cutline. Queria, mesmo, ter contato real com um framework, já pensando no futuro, numa possível compra da licença premium do Thesis (absurdos U$ 164,00).

Balanço geral? Trabalhar com um framework é bem vantajoso. A base está pronta, e é totalmente otimizada. O único trabalho do (pseudo-)designer é dar cara ao tema, que por padrão, é bem estranho. O ponto negativo é depender dos outros para atualizações mais profundas. Como o tema é um emaranhado (muito bem feito) de código, qualquer mudança demanda um conhecimento profundo do mesmo, e nessa, implementar coisas como os threated comments do WordPress 2.7 torna-se uma tarefa muito difícil. Só espero que isto aqui não signifique um abandono total do Cutline em prol do Thesis…

Por ora, fica o Cutline modificado aqui. Estava namorando o Equilibrium também, mas, para este blog, achei-o excessivamente minimalista. Ele ficaria bem legal num blog colaborativo sobre cultura, com vários autores escrevendo sobre filmes, livros, música e jogos… Aliás, boa idéia, não?

Pequenas mudanças no tema do blog

Se tem algo que me incomoda no tema Several, usado neste blog atualmente, é aquela faixa gigantesca no topo contendo últimos comentários, pesquisa, feeds, etc. Acho-a meio exagerada, desproporcional se comparada com a delicadeza e sobriedade do que vem abaixo dela. Por isso, fiz um facelift profundo no topo do blog, que agora está mais “slim”.

Novo topo do blog.

Novo topo do blog.

No novo menu, à direita da faixa, há um efeito bacana, o scrollover. Vi primeiro no blog do Franco, aí trouxe ele para cá. Passe o mouse sobre uma das opções, e veja o que acontece.

Na barra lateral, ou sidebar, para os íntimos, fiz alguns ajustes finos no badge do FriendFeed, graças a uma página riquíssima (e muito bem escondida) sobre formatação com CSS no próprio domínio do serviço. Agora os comentários, que “entravam” na coluna dos posts, foram removidos, e não há cortes abruptos nas frases maiores que a largura da coluna da sidebar.

A partir de agora, quem acessar algum post do blog via Google, ou qualquer outro buscador, verá um anúncio do AdSense abaixo do título do post. Cortesia do plugin Landing sites, e intenção de ganhar algo em cima de pára-quedistas que, confesso, tanto enchem o saco todos os dias.

Por fim, mas não menos importante, a busca do blog agora é powered by Google. Como já escrevi sobre os motivos que a fazem melhor e mais relevante que a busca interna do WordPress, poupo meus dedos e apenas linko um texto do WinAjuda sobre o assunto. Curiosidade: no WinAjuda, por conta da mudança no domínio do site após a migração para o iG, a busca externa do Google ficou capenga. Por isso a abandonei lá.

Meu cartão de visitas virtual

Escrevi aqui, há pouco mais de dois anos, que, no futuro, queria resumir meu currículo numa URL, a do meu blog, este que você lê. Na época, essa frase foi escrita num tom utópico, no mesmo nível de “um dia a paz reinará no mundo”, ou <piada interna>”um dia a volta do almoço de domingo no pesque-e-pague será tranqüilo”</piada interna>. Como dito, isso foi há dois anos, mas ao contrário da paz mundial e da viagem tranqüila de volta do almoço de domingo no pesque-e-pague, o antes utópico currículo condensado numa página acabou de se tornar realidade.

Há algumas semanas, venho bolando uma página de apresentação sobre mim, uma espécie de cartão de visitas virtual. O endereço dela será inserido no meu futuro cartão de visitas tradicional, físico, de modo que a pessoa que o receber, caso se interesse pelo meu eu virtual, acessará a página e ali encontrará um resumo do que faço na Internet.

Apesar de parecer simples, não foi. Digo, a concepção da idéia e a criação da versão final da página foram simples, mas a coisa como um todo… Tive que tomar algumas decisões delicadas. A primeira referia-se ao domínio adotado. Num primeiro impulso, pensei em jogar este blog para um subdomínio, e na raiz colocar a página. Mas aí pensei melhor, e… bom, deixa o blog quieto. Antes de partir para o subdomínio, cogitei a compra de um novo, mas logo descartei a idéia, já que o subdomínio ficou, modéstia à parte, muito bom: http://sobre.rodrigoghedin.com.br/. Ficou ou não ficou?

A segunda e mais cruel dúvida referia-se à página em si. O primeiro modelo era recheado de informações, tanto que, passado o meio do caminho de sua confecção, olhei bem para ele, e me perguntei: “eu, numa rápida olhada, leria tudo isso?”. A resposta, obviamente, foi “não”, de modo que joguei essa página abaixo mostrada no lixo e comecei a trabalhar n’outra, do zero.

Era para ser assim...

Era para ser assim...

Tendo em mente o minimalismo, parti para algo super simples. E, depois de me bater com o Notepad++ por algumas horas, saiu o que agora está no ar:

Cartão de visitas virtual.

Cartão de visitas virtual.

Simples sem ser simplório, discreto sem ser apagado. Ela resume em quatro linhas o que faço na Internet, e como me contactar por aqui. Exatamente o que eu queria – e custei um pouco a descobrir.

Apesar do visual simplista, há algumas coisas bem legais no layout. Para começar, o XHTML e o CSS são válidos, o que, de qualquer maneira, é quase que uma obrigação, dada a simplicidade do código.

Outro detalhe legal é que o título, meu nome, é uma imagem de fundo. Utilizei uma técnica bem simples de image replacement, pois na idéia original, faria folhas de estilos diferentes, dando ao leitor a liberdade de escolher o visual que lhe agradasse mais. Abandonei a idéia, mas a técnica foi deixada.

Ao passar o cursor do mouse sobre qualquer link, uma descrição abre instantaneamente, numa caixa formatada toda bonitinha. A mágica acontece graças ao script qTip, facílimo de implantar e altamente personalizável. Deu um “quê” a mais no layout, além de ajudar deveras na parte informativa sem comprometer o visual minimalista.

Por fim, mas não menos importante, abri uma concessão para a frase do rodapé em meio a tantos dados objetivos e pessoais. De autoria de William Shakespeare, e uma das poucas que lembro de cabeça, atribuo a ela parte da minha vitória contra a timidez. Ainda hoje, em situações mais complexas, a recordo e vou para o abraço sem medo de ser feliz, hehe!

Então, é isso. Ah, e quanto ao “bacharel em Direito”, ignorem aquilo até dezembro, ok? Obrigado.

Tema Squared lançado

Há alguns dias lancei, publicamente, o tema que adorna o blog atualmente. Rebatizado de Squared, ele está disponível aqui, por ora apenas em inglês.

O Squared, como se vê, é bem simples, além de widget ready, XHTML 1.0 Transictional válido e duas colunas. Nada muito drástico, mas algo que funciona e é fácil de personalizar. A propósito, para quem está boiando, o Squared é um tema para WordPress.

Pretendo lançar a versão em português do Squared, além de cores diversas, diferentes do azul. Desde já, obrigado a todos que usarem esse tema que, acreditem, deu um certo trabalho fazer.