
Lifestreaming.
Pare e pense na quantidade de serviços na web que você usa atualmente. Qualquer um que tenha uma relação mais antiga e/ou íntima com a web, e a vê como uma plataforma, um complemento ou até mesmo uma parte da vida real, possui cadastro em sites para armazenamento e compartilhamento de imagens; bookmarks sociais; agregadores de feeds; tem blogs e microblogs. Todos eles propiciam o UGC, ou seja, user-generated content, ou em português, conteúdo gerado pelo usuário.
Em menor ou maior intensidade, o conteúdo que você gera chama a atenção dos outros. Até pouco tempo atrás, essa via de mão dupla entre internauta gerador e internauta consumidor estava limitada aos blogs. Mas, com o aparecimento e consolidação de outras formas de UGC, as pessoas passaram a acompanhar outras coisas umas das outras, como imagens, links, comentários rápidos, vídeos.
A grande questão, em determinada altura, era: como acompanhar esse mar de novidades, de todas as pessoas que gosto/admiro? Para suprir essa lacuna, cunhou-se o termo e nasceu o conceito de lifestreaming. Agora, ao invés de acompanhar uma ferramenta, acompanha-se uma pessoa. Através de um único canal, é possível ver, ler e ouvir tudo que determinada pessoa criou, e também mostrar aos outros tudo o que criamos. Continue lendo ‘O futuro está no lifestreaming’